"Mais porrada e menos barulho" ou um cérebro desarrumado
O lixo social derrama a sua nódoa nas ilhargas e nas frentes dos transportes públicos.
Será gente com Q.I. muito baixo que demonstra a sua existência através de pinturas que não fariam inveja ao homem de Cro-Magnon.
Então, ao invés de assustar tais criaturas com penas pesadas das quais não pudessem escapar, arranja-se com uma central de comunicação amiga uma campanha inútil e incompreensível – “
O quarto desarrumado” - paga quase exclusivamente com o dinheiro dos contribuintes, dada a lista de patrocinadores.
Diz que se quer assim
sensibilizar as pessoas.
Ora as pessoas não precisam de tal.
Quem precisa de ser controlado e não sensibilizado é esse lixo. E tal só se faz com ausência de impunidade, que é a chaga que nos apodrece a sociedade.
Onde não há civilização, se não houver medo, campeia o caos.
Crime e castigo - dizia o outro.
Mas por cá é a tolerânciazinha que dita a moda.
No meu tempo dizia-se “
mais porrada e menos barulho!”