África minha
Um carro abandonado serve de esplanada, portas abertas. Adicionadas pelos alienígenas uma mesa e cadeiras.
A direita elitista travestida de esquerda que não precisa de frequentar o que já foi um sítio decente, acha que é racismo e xenofobia.
02/07/2026
01/07/2026
Paternalismo
A notória evolução do paternalismo social em casos de mera sobrevivência animal, dá-nos uma boa medida da falha da educação por parte dos pais que as gerações mais recentes têm sofrido.
E dá-nos também uma ideia de que o próprio instinto animal soçobra talvez diante de um excesso de população. A Natureza saberá o que faz.
A notória evolução do paternalismo social em casos de mera sobrevivência animal, dá-nos uma boa medida da falha da educação por parte dos pais que as gerações mais recentes têm sofrido.
E dá-nos também uma ideia de que o próprio instinto animal soçobra talvez diante de um excesso de população. A Natureza saberá o que faz.
30/06/2026
29/06/2026
Imigração
A tropa do politicamente correcto pouco mais faz do que negar a realidade. É esta basicamente a sua natureza.
Já aqui referi muitas vezes o nosso problema de solução saturada, aquela que não dissolve mais. No caso, a sociedade que não consegue integrar mais imigrantes sem enquistar. Quistos que são facções de minorias que impõem os seus usos e costumes uma vez que se encontram localmente em maioria.
Só quem não vive em locais que se lumpenificaram, vendo destruídas as relações sociais há muito estabelecidas, não percebe a gravidade do que se está a passar.
Já não vamos a tempo de evitar os quistos sociais num país que, durante séculos e séculos, foi de um só povo, coisa que deveríamos ter valorizado muito mais.
É um facto que, dada a implantação geográfica da nossa terra – uma finisterra – veio aqui parar e ficou gente de muitos quadrantes que conjuntamente e em sequência de ocupação deu origem ao que somos.
É um facto também que há séculos e séculos que somos o resultado dessa mistura e que somos um só povo, homogéneo. Com as excepções dos francos do Alto Alentejo que por lá deixaram as pronúncias e dos pretos do vale do Sado que por lá deixaram o tom de pele, quase nada contribuiu para que fôssemos heterogéneos. Mas o caminho agora é outro, negá-lo é enterrar a cabeça na areia como fazem habitualmente os tais arautos do politicamente correcto. E traz problemas graves.
A tropa do politicamente correcto pouco mais faz do que negar a realidade. É esta basicamente a sua natureza.
Já aqui referi muitas vezes o nosso problema de solução saturada, aquela que não dissolve mais. No caso, a sociedade que não consegue integrar mais imigrantes sem enquistar. Quistos que são facções de minorias que impõem os seus usos e costumes uma vez que se encontram localmente em maioria.
Só quem não vive em locais que se lumpenificaram, vendo destruídas as relações sociais há muito estabelecidas, não percebe a gravidade do que se está a passar.
Já não vamos a tempo de evitar os quistos sociais num país que, durante séculos e séculos, foi de um só povo, coisa que deveríamos ter valorizado muito mais.
É um facto que, dada a implantação geográfica da nossa terra – uma finisterra – veio aqui parar e ficou gente de muitos quadrantes que conjuntamente e em sequência de ocupação deu origem ao que somos.
É um facto também que há séculos e séculos que somos o resultado dessa mistura e que somos um só povo, homogéneo. Com as excepções dos francos do Alto Alentejo que por lá deixaram as pronúncias e dos pretos do vale do Sado que por lá deixaram o tom de pele, quase nada contribuiu para que fôssemos heterogéneos. Mas o caminho agora é outro, negá-lo é enterrar a cabeça na areia como fazem habitualmente os tais arautos do politicamente correcto. E traz problemas graves.
27/06/2026
26/06/2026
Geofísica
Do que ouvi ontem da boca de certos especialistas em geofísica que são dados à televisão, aproveitou-se o que disse aquele que assumia as incertezas e o desconhecimento de uma ciência que está na infância da arte.
Apareceu por lá uma triste senhora que proferiu umas certezas, facilmente contrariadas pelo histórico recente no leste da Rússia e que no final largou uma “resiliência”. Ficou identificada.
Do que ouvi ontem da boca de certos especialistas em geofísica que são dados à televisão, aproveitou-se o que disse aquele que assumia as incertezas e o desconhecimento de uma ciência que está na infância da arte.
Apareceu por lá uma triste senhora que proferiu umas certezas, facilmente contrariadas pelo histórico recente no leste da Rússia e que no final largou uma “resiliência”. Ficou identificada.
25/06/2026
Prevenção
Já houve quem recentemente quisesse pôr-nos quotidianamente de mochila às costas com um estojo de sobrevivência.
Em alturas como esta não faltam os arautos da prevenção com sentenças mais ou menos absurdas. Isto num país e para um povo pouco dado a prevenções e cuidados antecipados.
Seria talvez mais avisado insistir no chamado bom senso, na noção das proporções, na série de conhecimentos atávicos que vamos perdendo à medida que perdemos a razão.
Concomitantemente o instinto de sobrevivência parece estar a perder-se, talvez à medida que a Natureza decide que a carga humana é demasiada e resolve alijá-la.
Em vez de manuais de sobrevivência mais valia dar banhos de realidade aos indígenas urbanitas que vivem num mundo de artifício.
Já houve quem recentemente quisesse pôr-nos quotidianamente de mochila às costas com um estojo de sobrevivência.
Em alturas como esta não faltam os arautos da prevenção com sentenças mais ou menos absurdas. Isto num país e para um povo pouco dado a prevenções e cuidados antecipados.
Seria talvez mais avisado insistir no chamado bom senso, na noção das proporções, na série de conhecimentos atávicos que vamos perdendo à medida que perdemos a razão.
Concomitantemente o instinto de sobrevivência parece estar a perder-se, talvez à medida que a Natureza decide que a carga humana é demasiada e resolve alijá-la.
Em vez de manuais de sobrevivência mais valia dar banhos de realidade aos indígenas urbanitas que vivem num mundo de artifício.
Contagem
Fico com a ideia de que, finalmente, nas diversas cadeias de televisão a contagem oficial de mortos numa catástrofe deixa de ter significado noticioso, dando-se preferência à previsão de baixas, critério muito menos espectacular (já não está sempre a crescer) mas muito mais informativo.
Fico com a ideia de que, finalmente, nas diversas cadeias de televisão a contagem oficial de mortos numa catástrofe deixa de ter significado noticioso, dando-se preferência à previsão de baixas, critério muito menos espectacular (já não está sempre a crescer) mas muito mais informativo.
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