GNR
A respeito do acidente mortal na Volta a Portugal o responsável da GNR que foi prestar esclarecimentos à RTP fez o que devia: não explicou coisa alguma e deteve-se em considerações inúteis como é da cartilha dos marqueteiros.
15/08/2026
Notícias do manicómio
Na quarta-feira a ministra da Ciência dos vizinhos do lado dizia na rádio que o fenómeno do eclipse não tinha sido fabricado, não tinha tido intervenção humana (ou algo do género, cito de memória).
Nem os boçais de porta de taberna de há décadas necessitariam de tal esclarecimento.
Vivemos num mundo de alucinados!
Na quarta-feira a ministra da Ciência dos vizinhos do lado dizia na rádio que o fenómeno do eclipse não tinha sido fabricado, não tinha tido intervenção humana (ou algo do género, cito de memória).
Nem os boçais de porta de taberna de há décadas necessitariam de tal esclarecimento.
Vivemos num mundo de alucinados!
14/08/2026
Pressas
No caso da morte do ciclista na Volta a Portugal, a pressa que o jornalista mínimo teve em criticar a pressa diária dos automobilistas levou-o naturalmente a ignorar uma pergunta: o automobilista que conduzia a carrinha contra a qual embateu o ciclista seguia em desrespeito a sinalização ou ordens policiais ou, ignorando a existência da prova, entrou no seu trajecto por local onde não havia qualquer aviso?
Sobre a ocorrência de casos semelhantes não faço ideia em que prova e em que ano aconteceu por cá o último.
Desde que me lembro tenho notícia de um acidente semelhante e mortal ocorrido em Portugal, o qual o meu Pai recordava quando coincidíamos na estrada com a Volta.
Para os jornalistas mínimos a carrinha vinha em contramão. Confundem contramão com sentido contrário. Ninguém lhes explicou a diferença. Não há editores nas redacções.
No caso da morte do ciclista na Volta a Portugal, a pressa que o jornalista mínimo teve em criticar a pressa diária dos automobilistas levou-o naturalmente a ignorar uma pergunta: o automobilista que conduzia a carrinha contra a qual embateu o ciclista seguia em desrespeito a sinalização ou ordens policiais ou, ignorando a existência da prova, entrou no seu trajecto por local onde não havia qualquer aviso?
Sobre a ocorrência de casos semelhantes não faço ideia em que prova e em que ano aconteceu por cá o último.
Desde que me lembro tenho notícia de um acidente semelhante e mortal ocorrido em Portugal, o qual o meu Pai recordava quando coincidíamos na estrada com a Volta.
Para os jornalistas mínimos a carrinha vinha em contramão. Confundem contramão com sentido contrário. Ninguém lhes explicou a diferença. Não há editores nas redacções.
10/08/2026
09/08/2026
Marcha
Não tenho nada contra os Omiri e a sua música, que aprecio.
O que me chateia mesmo é que existindo há tantos anos um tema musical mítico para acompanhar a Volta a Portugal em bicicleta seja necessário andar a trocar a apresentação musical só porque sim.
Pode ser que se trate de uma qualquer obrigação contratual, ainda assim creio que há alguém que menospreza o impacto e o valor de um tema há muito consagrado.
Devo ser muito conservador.
Não tenho nada contra os Omiri e a sua música, que aprecio.
O que me chateia mesmo é que existindo há tantos anos um tema musical mítico para acompanhar a Volta a Portugal em bicicleta seja necessário andar a trocar a apresentação musical só porque sim.
Pode ser que se trate de uma qualquer obrigação contratual, ainda assim creio que há alguém que menospreza o impacto e o valor de um tema há muito consagrado.
Devo ser muito conservador.
07/08/2026
Jotismo
Quando aparece uma jovem figura cheia de tiques de jotismo, aperfeiçoados numa qualquer universidade de Verão, e que remetem para o palavreado da moda, para o politicamente correcto, pergunto-me sempre se tal mentecapto tem audiência e recepção. Se os marqueteiros que o instruíram têm noção dos alvos a que apontam.
Como diria o velho C., do alto da sua ingenuidade, tenho "benefícios de dúvida".
Quando aparece uma jovem figura cheia de tiques de jotismo, aperfeiçoados numa qualquer universidade de Verão, e que remetem para o palavreado da moda, para o politicamente correcto, pergunto-me sempre se tal mentecapto tem audiência e recepção. Se os marqueteiros que o instruíram têm noção dos alvos a que apontam.
Como diria o velho C., do alto da sua ingenuidade, tenho "benefícios de dúvida".
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