29/07/2026

Imortal

Um destes dias, até sei o dia certo, fui apanhado por Mr. Street View a adentrar uma casa.
Enquanto a imortalidade durar, e na internet ela parece ser tão efémera; enquanto o Street View estiver por aí e suscitar a curiosidade de meia-dúzia de historiadores, estarei presente. De costas.

(este blogue anda meio feicebuquiano)

28/07/2026

Década e meia

Já é o servidor mais longevo na casa. 15 anos de serviços prestados.
Já chegou à Lua e continua.

Luís Neves

Eu até era daqueles que achava Luís Neves um tipo capaz de corresponder às suas atribuições e responsabilidades.
Uma coisa se verificou: Luís Neves avaliou mal a plêiade de falsos amigos que deixou na PJ. E que lhe conheciam as fragilidades.
Entretanto, verifica-se também um receio de escrutinar e criticar o comportamento dele por parte das forças políticas do costume que são o anverso e o reverso da mesma medalha. Isto suscita um rol de dúvidas sobre rabos-de-palha de uma série de gente mergulhada no lamaçal da política portuguesa.
Aguardam-se os próximos capítulos.
Cheleiros quase intemporal

27/07/2026

Sanzala

Os tontinhos, dados a negar a realidade, quando finalmente são confrontados com ela, em regra expelem um "Pois é" sem grande contrição.
É o que sucede aqui no habitat do escriba quando demonstro aos politicamente correctos que isto passou de uma aldeia saloia a uma sanzala dita cidade.

26/07/2026

Tour

Há coisas que evoluem para melhor. É o caso da etapa final do Tour que ganhou novo viço.
Este ano foi bom. O ano passado foi inesquecível.




Conversa

A senhora Ayuso, de quem aprecio a figura, falou, falou, falou...
Será que nestas alturas a torrencial conversa de políticos é tolerável?

22/07/2026

Recurso

E depois há uma turba de tontinhos que acham que os recursos para a reclassificação dos exames são caros.
Os mesmos que acham que se deve recorrer só porque não se gostou da nota.
A geração mais bem preparada de sempre...
Cash flow

Temos o péssimo hábito de gastar dinheiro em inutilidades perecíveis.
A ideia que fica é que é preciso fazer circular o dinheiro dos contribuintes de preferência com passagem pelos bolsos dos amigalhaços.
Assim se fizeram rotundas onde não eram necessárias, pavilhões multiusos onde não entra ninguém, ciclovias para termos os ciclistas na estrada ao lado, passadiços que a breve trecho estarão a cair de podres, baloiços idem.
Tudo isto porque o vizinho fez e nós também temos amigalhaços que pagam jantares e charutos.
É um país dirigido por pobres de espírito que se entretêm com negociatas destas. As mais das vezes sem proveito para os próprios. A tal história – a estupidez faz mais dano do que a cupidez.