A minha vila
A minha vila tem abraços à porta e, como o tempo é inexorável, cada vez mais dos meus lá dentro.
19/03/2011
18/03/2011
17/03/2011
16/03/2011
Era pós-socrática
Não tenho nada contra o cidadão José Sócrates. Não é pessoa com a qual alguma vez me tenha cruzado, que me lembre.
Admiro-lhe até a determinação, a obstinação.
Tenho sim contra o facto de ocupar o cargo de primeiro-ministro. Acho deplorável que alguém que dá provas intelectuais do calibre das que ele dá, como por exemplo, de entre muitos, uma já aqui mencionada, seja o primeiro responsável pela governação de Portugal.
Perdemos todos com isso. E ao escrever todos, incluo naturalmente o Partido Socialista.
Não sei o que nos reserva o futuro e tenho consciência de que o seu efémero antecessor era de um calibre idêntico.
Apesar de me parecer que Passos Coelho está intelectualmente muitos furos acima de ambos, noto que o problema com que nos debatemos excede o cargo.
Por isso ilibo em parte o actual primeiro-ministro.
Em parte, porque o problema é de regime. Da quantidade de inúteis instalados que gerou. Da quantidade de recursos que desperdiçou. Entre muitas outras coisas.
Em parte dessa parte o condeno, porque também ele faz parte do regime. Tal como, até ver, faz Passos Coelho. E muita da fancaria de que este se faz acompanhar.
Não faço ideia de quando começará a era pós-socrática. Nem do que acontecerá ao mundo exterior entretanto.
A única coisa que sei é que partiremos em grande desvantagem para o próximo desafio.
Não tenho nada contra o cidadão José Sócrates. Não é pessoa com a qual alguma vez me tenha cruzado, que me lembre.
Admiro-lhe até a determinação, a obstinação.
Tenho sim contra o facto de ocupar o cargo de primeiro-ministro. Acho deplorável que alguém que dá provas intelectuais do calibre das que ele dá, como por exemplo, de entre muitos, uma já aqui mencionada, seja o primeiro responsável pela governação de Portugal.
Perdemos todos com isso. E ao escrever todos, incluo naturalmente o Partido Socialista.
Não sei o que nos reserva o futuro e tenho consciência de que o seu efémero antecessor era de um calibre idêntico.
Apesar de me parecer que Passos Coelho está intelectualmente muitos furos acima de ambos, noto que o problema com que nos debatemos excede o cargo.
Por isso ilibo em parte o actual primeiro-ministro.
Em parte, porque o problema é de regime. Da quantidade de inúteis instalados que gerou. Da quantidade de recursos que desperdiçou. Entre muitas outras coisas.
Em parte dessa parte o condeno, porque também ele faz parte do regime. Tal como, até ver, faz Passos Coelho. E muita da fancaria de que este se faz acompanhar.
Não faço ideia de quando começará a era pós-socrática. Nem do que acontecerá ao mundo exterior entretanto.
A única coisa que sei é que partiremos em grande desvantagem para o próximo desafio.
14/03/2011
Afectos
Talvez uma taful chancelerina em plástico, à escala 1:16, não ficasse mal de todo na mesinha de cabeceira.
Esqueçamos pois o Cristo-Rei.
Talvez uma taful chancelerina em plástico, à escala 1:16, não ficasse mal de todo na mesinha de cabeceira.
Esqueçamos pois o Cristo-Rei.
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