17/05/2008
16/05/2008
15/05/2008
Se
Este blogue deixar de ser actualizado nos próximos dias ou semanas, há uma altíssima probabilidade de tal se dever à falha da máquina, que vem apresentando significativos sinais de cansaço e de inadequação às modernas exigências dos sistemas e da rede.
O homem, por seu turno, apresenta igualmente significativos sinais de enfado face ao exposto.
Este blogue deixar de ser actualizado nos próximos dias ou semanas, há uma altíssima probabilidade de tal se dever à falha da máquina, que vem apresentando significativos sinais de cansaço e de inadequação às modernas exigências dos sistemas e da rede.
O homem, por seu turno, apresenta igualmente significativos sinais de enfado face ao exposto.
14/05/2008
Última hora
A SIC N passou, ininterruptamente, no noticiário das 5, o seguinte rodapé de última hora:
“Fumo a bordo: Primeiro-Ministro admite que errou e diz que decidiu deixar de fumar."
Nada disto é extraordinário. Antes, bifurca-se em dois bons exemplos – daqueles quase académicos – de duas coisas, de duas qualidades:
Independentemente de ser verdade ou não, é exemplar da qualidade do jornalismo actual.
A ser verdade, e a ter alguma sustentação a sugestão implícita de causa-efeito, é exemplar da qualidade de fundamento das decisões do Primeiro-Ministro.
Nada a que não estejamos já habituados. Mas é triste.
A SIC N passou, ininterruptamente, no noticiário das 5, o seguinte rodapé de última hora:
“Fumo a bordo: Primeiro-Ministro admite que errou e diz que decidiu deixar de fumar."
Nada disto é extraordinário. Antes, bifurca-se em dois bons exemplos – daqueles quase académicos – de duas coisas, de duas qualidades:
Independentemente de ser verdade ou não, é exemplar da qualidade do jornalismo actual.
A ser verdade, e a ter alguma sustentação a sugestão implícita de causa-efeito, é exemplar da qualidade de fundamento das decisões do Primeiro-Ministro.
Nada a que não estejamos já habituados. Mas é triste.
12/05/2008
A supremacia do Futebol Clube do Porto
Há algumas considerações objectivas que se podem fazer a propósito da diferença de pontos entre o campeão e o segundo classificado neste campeonato ora terminado.
Pegando no historial da prova, que foi disputada a duas voltas desde 1934-35 por um número par de clubes compreendido entre 8 e 20, pode estabelecer-se uma razão entre os pontos obtidos pelo campeão e o total de pontos possíveis; entre os pontos obtidos pelo segundo classificado e o mesmo total.
Como até 1994/95, eram atribuídos dois pontos por cada vitória e daí para cá, passaram a ser três, é necessário comparar, de igual para igual, as percentagens obtidas este ano com todas as outras desde essa época e usar uma transformada da percentagem obtida este ano, consideradas as vitórias como dois pontos apenas, para comparar com todas as percentagens anteriores àquela época.
Feito isso, verifica-se que o campeão nacional em 36,5% das vezes obteve percentagem igual ou superior à do FCP este ano. Mais do que um em cada três campeonatos. Nada de especial, portanto.
Quanto ao segundo classificado, apenas uma vez desde 1934-35 obteve tão poucos pontos em função do total possível, como esta época. Foi há três épocas quando o Porto acabou em segundo lugar com 60,8% dos pontos possíveis, atrás do Benfica.
Conclui-se daqui que a supremacia revelada deve-se mais à quebra dos antagonistas do que à superioridade daqueles.
Quanto à diferença de percentagens entre o primeiro e o segundo, apenas por duas vezes foi maior do que este ano. Em 1950-51 e 1972-73.
Webliografia: Jorge Miguel Teixeira; http://desportoluso.no.sapo.pt/Camphist.html
Há algumas considerações objectivas que se podem fazer a propósito da diferença de pontos entre o campeão e o segundo classificado neste campeonato ora terminado.
Pegando no historial da prova, que foi disputada a duas voltas desde 1934-35 por um número par de clubes compreendido entre 8 e 20, pode estabelecer-se uma razão entre os pontos obtidos pelo campeão e o total de pontos possíveis; entre os pontos obtidos pelo segundo classificado e o mesmo total.
Como até 1994/95, eram atribuídos dois pontos por cada vitória e daí para cá, passaram a ser três, é necessário comparar, de igual para igual, as percentagens obtidas este ano com todas as outras desde essa época e usar uma transformada da percentagem obtida este ano, consideradas as vitórias como dois pontos apenas, para comparar com todas as percentagens anteriores àquela época.
Feito isso, verifica-se que o campeão nacional em 36,5% das vezes obteve percentagem igual ou superior à do FCP este ano. Mais do que um em cada três campeonatos. Nada de especial, portanto.
Quanto ao segundo classificado, apenas uma vez desde 1934-35 obteve tão poucos pontos em função do total possível, como esta época. Foi há três épocas quando o Porto acabou em segundo lugar com 60,8% dos pontos possíveis, atrás do Benfica.
Conclui-se daqui que a supremacia revelada deve-se mais à quebra dos antagonistas do que à superioridade daqueles.
Quanto à diferença de percentagens entre o primeiro e o segundo, apenas por duas vezes foi maior do que este ano. Em 1950-51 e 1972-73.
Webliografia: Jorge Miguel Teixeira; http://desportoluso.no.sapo.pt/Camphist.html
11/05/2008
À Benfica
Desde há mais de trinta anos que o meu directo opositor encarnado é o meu velho amigo J.d’.
Com toda a sorte de disputas que isso originou, sanadas logo ao virar da esquina.
Como o tempo passa.
Esta tarde, enquanto nos detínhamos a observar o movimento nas margens do Tejo, convidei-o para ir à Luz ver o último jogo do Rui Costa. Não quis ir. Diz que não dá dinheiro para peditórios que tais.
Desde há mais de trinta anos que o meu directo opositor encarnado é o meu velho amigo J.d’.
Com toda a sorte de disputas que isso originou, sanadas logo ao virar da esquina.
Como o tempo passa.
Esta tarde, enquanto nos detínhamos a observar o movimento nas margens do Tejo, convidei-o para ir à Luz ver o último jogo do Rui Costa. Não quis ir. Diz que não dá dinheiro para peditórios que tais.
Um caso sério

imagem da RTP
Esta mulher é um caso sério. Um caso muito sério.
Assim de repente, sem consultar cartapácios ou googlar palmarés, ocorre-me que se trata do atleta português mais categorizado de sempre.
Para além dos feitos, é agradável ouvi-la. Daquelas pessoas que atrai pela simplicidade, por uma qualquer volta na ponta.
imagem da RTP
Esta mulher é um caso sério. Um caso muito sério.
Assim de repente, sem consultar cartapácios ou googlar palmarés, ocorre-me que se trata do atleta português mais categorizado de sempre.
Para além dos feitos, é agradável ouvi-la. Daquelas pessoas que atrai pela simplicidade, por uma qualquer volta na ponta.
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