18/09/2010
17/09/2010
HM

pictogramas de Shigeo Fukuda para a Expo 98
Singularidades de uma cidade:
Chamada a minha atenção por alguém que, por mero acaso profissional muito fora da sua área de trabalho, se dedicou há alguns anos aos números do INE, fiquei a par desta coisa que a mim agora me admirou mas que muitíssima gente está farta de saber – Lisboa tem mulheres a mais.
Em 2009, o número de mulheres por cada 100 homens apresentava este quadro nacional.
Lisboa é de facto um dos concelhos onde a desproporção é maior.
Voltarei a isto com mais quadros.

(clicar para ampliar)
pictogramas de Shigeo Fukuda para a Expo 98
Singularidades de uma cidade:
Chamada a minha atenção por alguém que, por mero acaso profissional muito fora da sua área de trabalho, se dedicou há alguns anos aos números do INE, fiquei a par desta coisa que a mim agora me admirou mas que muitíssima gente está farta de saber – Lisboa tem mulheres a mais.
Em 2009, o número de mulheres por cada 100 homens apresentava este quadro nacional.
Lisboa é de facto um dos concelhos onde a desproporção é maior.
Voltarei a isto com mais quadros.
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16/09/2010
14/09/2010
13/09/2010
12/09/2010
A literatura dos acasos

Estarmos aqui é ou uma sucessão de acasos extraordinária ou uma inevitabilidade.
Ou qualquer outra coisa que entremeie entre uma e outra.
E já escrevi duas (com esta três) linhas sem dizer coisa alguma.
A introdução que vou fazer mostra o fruto de um acaso.
Um amigo que volta de terras de Vera Cruz com um livro interessante que julga ser do meu agrado e mo deixa, depois de o ter lido.
Um amigo (que o é, sinto-o como tal, embora o não conheça e eu não seja nada de amigos virtuais) que me pede que diga publicamente qual o livro que estou a ler.
O resto explica-se pelo Google. O autor do livro que encontra o seu nome citado por mim.
E que tem a amabilidade de me enviar um mail.
Teve mais. Teve a gentileza de me dar conta da sua próxima viagem a Portugal, onde terá participação em diversas actividades culturais e divulgará, naturalmente, o seu livro.
Eu gostei.
Vai cá estar na última quinzena deste mês de Setembro.
Estarmos aqui é ou uma sucessão de acasos extraordinária ou uma inevitabilidade.
Ou qualquer outra coisa que entremeie entre uma e outra.
E já escrevi duas (com esta três) linhas sem dizer coisa alguma.
A introdução que vou fazer mostra o fruto de um acaso.
Um amigo que volta de terras de Vera Cruz com um livro interessante que julga ser do meu agrado e mo deixa, depois de o ter lido.
Um amigo (que o é, sinto-o como tal, embora o não conheça e eu não seja nada de amigos virtuais) que me pede que diga publicamente qual o livro que estou a ler.
O resto explica-se pelo Google. O autor do livro que encontra o seu nome citado por mim.
E que tem a amabilidade de me enviar um mail.
Teve mais. Teve a gentileza de me dar conta da sua próxima viagem a Portugal, onde terá participação em diversas actividades culturais e divulgará, naturalmente, o seu livro.
Eu gostei.
Vai cá estar na última quinzena deste mês de Setembro.
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