Faz hoje cinco anos o meu grande amigo.
01/06/2006
31/05/2006
A emboscada da Avenida do Aeroporto
Não. Aqui não. Não tenho, não temos, vocação de suicidas.
Aqui matas três ou quatro e a seguir não tens escapatória. Fecha o portão.
Atão porra?
Atão temos que encontrar uma situação mais favorável. Onde, de longe, possas abater o maior número de gajos, pá. E alguma hipótese de fuga. Aqui não dá.
Por trás do muro, desfrutavam a vista do vale de Loures, transplantado que estava para as vizinhanças do Areeiro.
Dado se encontrarem numa espécie de caminho de festo e as ribanceiras serem perigosas, tinham que se equilibrar com cuidado para não se precipitarem por ali abaixo.
Foi depois de uma descida ao vale e de uma nova subida, mais além, em reconhecimento, que finalmente aportaram ao Retiro.
Foram logo conduzidos ao reservado, com o beneplácito de um elemento da Resistência.
Aí, já se encontrava um grupo à mesa. Ruidoso e bem-disposto. As HK G-3 em sarilho a um canto.
Saudaram-se. Foram ocupar uma mesa do lado das janelas que davam para o vale.
O grupo era da Figueira da Foz. Viera a pé desde lá e não encontrara inimigos no trajecto. Tinha aqui em Lisboa uma táctica mais própria de atiradores furtivos. Disparavam de plano alto, quase sempre de janelas, um ou dois tiros pela certa. E seguiam.
Não tiveram coragem de lhes dizer que ainda não haviam disparado um único tiro.
Dali seguiram à cata de munições. Encontraram um outro grupo que parecia vir ou de festas populares ou de uma queima. Estranharam-se mutuamente.
Estes achavam que os invasores retirariam por cansaço.
Não foi possível convencê-los de que esse cansaço teria que ser provocado.
Uma das moças do grupo ficou para trás...
Esta recordação de uma noite mal dormida foi-me despertada pelo episódio da Perna de Pau, das andanças de Bic Laranja. Com a referida achega de Paulo Cunha Porto.
Foi por eles que percebi onde estivera.
Não. Aqui não. Não tenho, não temos, vocação de suicidas.
Aqui matas três ou quatro e a seguir não tens escapatória. Fecha o portão.
Atão porra?
Atão temos que encontrar uma situação mais favorável. Onde, de longe, possas abater o maior número de gajos, pá. E alguma hipótese de fuga. Aqui não dá.
Por trás do muro, desfrutavam a vista do vale de Loures, transplantado que estava para as vizinhanças do Areeiro.
Dado se encontrarem numa espécie de caminho de festo e as ribanceiras serem perigosas, tinham que se equilibrar com cuidado para não se precipitarem por ali abaixo.
Foi depois de uma descida ao vale e de uma nova subida, mais além, em reconhecimento, que finalmente aportaram ao Retiro.
Foram logo conduzidos ao reservado, com o beneplácito de um elemento da Resistência.
Aí, já se encontrava um grupo à mesa. Ruidoso e bem-disposto. As HK G-3 em sarilho a um canto.
Saudaram-se. Foram ocupar uma mesa do lado das janelas que davam para o vale.
O grupo era da Figueira da Foz. Viera a pé desde lá e não encontrara inimigos no trajecto. Tinha aqui em Lisboa uma táctica mais própria de atiradores furtivos. Disparavam de plano alto, quase sempre de janelas, um ou dois tiros pela certa. E seguiam.
Não tiveram coragem de lhes dizer que ainda não haviam disparado um único tiro.
Dali seguiram à cata de munições. Encontraram um outro grupo que parecia vir ou de festas populares ou de uma queima. Estranharam-se mutuamente.
Estes achavam que os invasores retirariam por cansaço.
Não foi possível convencê-los de que esse cansaço teria que ser provocado.
Uma das moças do grupo ficou para trás...
Esta recordação de uma noite mal dormida foi-me despertada pelo episódio da Perna de Pau, das andanças de Bic Laranja. Com a referida achega de Paulo Cunha Porto.
Foi por eles que percebi onde estivera.
29/05/2006
Confissões
Estou, há vários dias (semanas, meses?), em Westminster, de mão dada com Clarisse*, à espera de atravessar a rua.
Não há meio.
De mão dada...
Clarisse jamais consentiria.
*link redireccionado
Estou, há vários dias (semanas, meses?), em Westminster, de mão dada com Clarisse*, à espera de atravessar a rua.
Não há meio.
De mão dada...
Clarisse jamais consentiria.
*link redireccionado
28/05/2006
E assim vai o mundo
Quente e em festa para estes lados.
Não houve, pelos sinais, fogos nos telejormais que não vi.
Mas o cagaço ronda. Ah, se ronda.


E esta maquineta recusa-se a trabalhar com esta calmaria. Não sai ao dono.
Dono que o sendo também de outra maquineta lhe deu agora para andar por aí, à noite, com ela em riste. Depois de ancião.
Posto isto, os posts voltarão logo que a primeira e o último se disponham.
Quente e em festa para estes lados.
Não houve, pelos sinais, fogos nos telejormais que não vi.
Mas o cagaço ronda. Ah, se ronda.
E esta maquineta recusa-se a trabalhar com esta calmaria. Não sai ao dono.
Dono que o sendo também de outra maquineta lhe deu agora para andar por aí, à noite, com ela em riste. Depois de ancião.
Posto isto, os posts voltarão logo que a primeira e o último se disponham.
Subscrever:
Comentários (Atom)