07/07/2007

E.N. 344, 2000



Barragem de Santa Luzia
A minha campanha (II)

Quando já não há pachorra para tanto papagaio com ar magisterial, pronunciando ilogismos, non sequitur, rotundos disparates e erros crassíssimos, denotando colossal ignorância e total incapacidade racional.
É que não há mesmo.
Uma campanha é sempre qualquer coisa de um roto para um nu. Por isso...

06/07/2007

E é também difícil

Manter a cúnea fleuma perante aqueles que sabem exactamente quais serão os cenários dos próximos 20 anos na fileira da cortiça.
Restos de colecção (61)


edição de Espada & Espada, Sines

Carimbado em 1945. Para que a Dona T. não fique triste.

05/07/2007

Restos de colecção (60)



E.N. 6
in "As estradas e a urbanização", palestra do Engº Civil Álvaro Lima, MOP - JAE, 1954
A qualidade dos intervenientes

Isto da massificação, da quase omnipresença da imprensa escrita e falada, dá uma ideia mais precisa da qualidade dos intervenientes.
E o que se percebe é tão mau, tão mau.
Tanta gente burra em lugares de responsabilidade. Burra, não. Muito burra.

02/07/2007

Rádio Gilão

Acho que sempre tive um fraco pelas rádios locais.
Particularmente pelas do Algarve, em tempo de férias.
Hoje tropecei no site da Rádio Gilão que me acompanhou por magníficas vilegiaturas por aquelas bandas.
Não há nada como a voz das locutoras algarvias!

Casada com vistas de Algarve quase antigo.



O que será feito do Jorge Luís, aquele que cantava “Paz na Cama” e que era requisitável nos discos pedidos?

Devia ser proibido ouvir rádios balsenses aqui nestas bandas.
As grandes questões universais – episódio q

Há quanto tempo é que os melhores programas humorísticos são as entrevistas com especialistas?

01/07/2007

Com legenda mas sem elas

O limite invisível

Há-de existir um limite da asneira plasmada nos despachos das agências de notícias, a partir do qual os jornalistas de serviço dão por ela, antes de a reproduzirem.
Ainda não dei eu por ele.
Há uns dias foram os 54º em Bucareste.
Sanlúcar de Guadiana, 1988



Este monte veio-me à lembrança quando em tempos se falou disto (aqui e ali).

Este e outros que para aí há.