Uma das coisas que faz um homem é ser, pelo menos uma vez, francamente aplaudido ao cantar.
Isto a propósito de uma Peugeot 504 que ainda aqui voltará.
O facto de A Gorda de Baltimore não ser referida na net (até hoje) enquanto tal, mas apenas na adjectivação de uma tia e de uma adolescente, mostra que não existiu qualidade literária entre os utilizadores daquela expressão e que ela, só por si, não se equilibrou nas canetas da memória.
Honra ainda assim à saudosa Gorda de Baltimore!