Mas afinal
Quem foi o tipo que caricaturou o H5N1?
18/02/2006
17/02/2006
16/02/2006
15/02/2006
14/02/2006
Iniciação
"E não é por acaso que os degraus são dezassete.
E mais, há um professor do 5º ano que sabe dessas coisas todas. Chega a dar aulas só disso.
Houve até um gajo que se foi abaixo. Meteu-se naquilo a fundo, andava por aí a contar degraus, a medir passos, a verificar alinhamentos. Passou-se.
...
E, sim, o Gentil e El-Rei em cima dele, tombam mesmo no Altar-Mor. Promessa paga.
Para não falar..."

Imagens do Google e palavras de um colega, há muitas luas, no século passado
"E não é por acaso que os degraus são dezassete.
E mais, há um professor do 5º ano que sabe dessas coisas todas. Chega a dar aulas só disso.
Houve até um gajo que se foi abaixo. Meteu-se naquilo a fundo, andava por aí a contar degraus, a medir passos, a verificar alinhamentos. Passou-se.
...
E, sim, o Gentil e El-Rei em cima dele, tombam mesmo no Altar-Mor. Promessa paga.
Para não falar..."
Imagens do Google e palavras de um colega, há muitas luas, no século passado
12/02/2006
Um post repetido
porque o que tem que ser, tem muita força
Qualquer coisa sou eu
Não sei se pousas
Sobre os carris que fotografei
Ou se trazes
Odores de plateias de madeira.
Talvez sejas apenas
Uma presença num parque de árvores
Que nunca identifiquei,
Uma sede entre estevas chacinadas
Pelos verões, sob botas caneleiras
Arrastando pó.
Um outro odor metálico de
Cadeiras vermelhas, verdes, azuis ou
Amarelas, contracenando com
O meu chapéu de sol, de iguais cores.
Talvez até um som gritado
De "fruta ò chocolate".
Uma deixa numa récita,
Um biombo velho dividindo
Promiscuidades.
Um carro soando em estradas
Desertas.
Qualquer coisa.
Definitivamente minha.
SG, inéditos, 1998

Ainda que ilusões sejam, têm muita força.
porque o que tem que ser, tem muita força
Qualquer coisa sou eu
Não sei se pousas
Sobre os carris que fotografei
Ou se trazes
Odores de plateias de madeira.
Talvez sejas apenas
Uma presença num parque de árvores
Que nunca identifiquei,
Uma sede entre estevas chacinadas
Pelos verões, sob botas caneleiras
Arrastando pó.
Um outro odor metálico de
Cadeiras vermelhas, verdes, azuis ou
Amarelas, contracenando com
O meu chapéu de sol, de iguais cores.
Talvez até um som gritado
De "fruta ò chocolate".
Uma deixa numa récita,
Um biombo velho dividindo
Promiscuidades.
Um carro soando em estradas
Desertas.
Qualquer coisa.
Definitivamente minha.
SG, inéditos, 1998
Ainda que ilusões sejam, têm muita força.
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