22/03/2013
21/03/2013
Páginas
De um livro com pouco mais de cinquenta anos - ROSHWALD, MORDECAI; “OS AMOTINADOS DO POLAR LION”, Argonauta, 99, Livros do Brasil, Lisboa, pp.69-70
De um livro com pouco mais de cinquenta anos - ROSHWALD, MORDECAI; “OS AMOTINADOS DO POLAR LION”, Argonauta, 99, Livros do Brasil, Lisboa, pp.69-70
19/03/2013
E no entanto ela move-se
Não me agradam nada os movimentos que os sismógrafos têm registado nos últimos dias.
Não me deixo impressionar pela aposta ou pelo palpite que fiz.
Só não gosto do aspecto.
Já depois de ter escrito estas linhas, notei que se registou há pouco um sismo de magnitude 4,8 no sul da Península.
Não me agradam nada os movimentos que os sismógrafos têm registado nos últimos dias.
Não me deixo impressionar pela aposta ou pelo palpite que fiz.
Só não gosto do aspecto.
Já depois de ter escrito estas linhas, notei que se registou há pouco um sismo de magnitude 4,8 no sul da Península.
Guerra
Passados dez anos sobre a Segunda Guerra do Iraque, a aposta pode ser sobre o que falta até que o Irão seja alvo de um ataque.
Se o ataque partirá de Israel ou não.
Se será apenas a destruição das instalações de tratamento de urânio e de concepção de armas nucleares ou não.
Se a retaliação será em larga escala ou não.
Se tudo isso terá lugar até final de 2014 ou não.

Ispaão - desenho de Pascal Coste (1787–1879) in Wikipedia
Passados dez anos sobre a Segunda Guerra do Iraque, a aposta pode ser sobre o que falta até que o Irão seja alvo de um ataque.
Se o ataque partirá de Israel ou não.
Se será apenas a destruição das instalações de tratamento de urânio e de concepção de armas nucleares ou não.
Se a retaliação será em larga escala ou não.
Se tudo isso terá lugar até final de 2014 ou não.
Ispaão - desenho de Pascal Coste (1787–1879) in Wikipedia
17/03/2013
Inseguro é o Estádio Nacional (IV)

Nos idos de 1991, teve lugar no Estádio da Luz a final do campeonato do Mundo de juniores entre Portugal e o Brasil.
Depois de ter entrado no estádio, vi-me obrigado a bater em retirada tal era o estado da desorganização e a sensação de perigo iminente que me avassalou.
Já do lado de fora, vi uma porta que me pareceu conduzir a uma zona menos caótica do que aquela onde tinha primeiramente entrado.
Nessa altura uma senhora polícia impediu-me de entrar com a garrafa de água de litro e meio com a qual já havia franqueado as portas do estádio uma vez.
Nem sequer lhe disse tal.
Mas voltei a avistar-me com ela pouco depois para lhe perguntar, já com maus modos, que tipo de critério de segurança tinha aquela gente quando acabava de escapar, quase por milagre, à queda de um pau de vassora – calculo que fosse de bandeira – vindo do alto do terceiro anel.
Não me respondeu, naturalmente.
Isto vem a propósito da quantidade de petardos que já ouvi explodir no estádio do Guimarães desde que estou com o relato do jogo aqui em fundo.
E a propósito de todos os incidentes dos últimos tempos em Braga e em Guimarães.
E a propósito de uns quantos tipos que acham que inseguro é o Estádio Nacional. Bons são estes novos ou reciclados.
A verdade é que assim pela calada vão eles a pouco e pouco mudando a acusação de falta de segurança (no Estádio Nacional) por falta de conforto, de casas de banho, etc.
Mas ainda há uns quantos que batem nessa tecla.
Nem vale a pena perguntar-lhes, como à senhora polícia, que critério é esse.
Nos idos de 1991, teve lugar no Estádio da Luz a final do campeonato do Mundo de juniores entre Portugal e o Brasil.
Depois de ter entrado no estádio, vi-me obrigado a bater em retirada tal era o estado da desorganização e a sensação de perigo iminente que me avassalou.
Já do lado de fora, vi uma porta que me pareceu conduzir a uma zona menos caótica do que aquela onde tinha primeiramente entrado.
Nessa altura uma senhora polícia impediu-me de entrar com a garrafa de água de litro e meio com a qual já havia franqueado as portas do estádio uma vez.
Nem sequer lhe disse tal.
Mas voltei a avistar-me com ela pouco depois para lhe perguntar, já com maus modos, que tipo de critério de segurança tinha aquela gente quando acabava de escapar, quase por milagre, à queda de um pau de vassora – calculo que fosse de bandeira – vindo do alto do terceiro anel.
Não me respondeu, naturalmente.
Isto vem a propósito da quantidade de petardos que já ouvi explodir no estádio do Guimarães desde que estou com o relato do jogo aqui em fundo.
E a propósito de todos os incidentes dos últimos tempos em Braga e em Guimarães.
E a propósito de uns quantos tipos que acham que inseguro é o Estádio Nacional. Bons são estes novos ou reciclados.
A verdade é que assim pela calada vão eles a pouco e pouco mudando a acusação de falta de segurança (no Estádio Nacional) por falta de conforto, de casas de banho, etc.
Mas ainda há uns quantos que batem nessa tecla.
Nem vale a pena perguntar-lhes, como à senhora polícia, que critério é esse.
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