28/01/2012
27/01/2012
26/01/2012
25/01/2012
Ruas com Dias

Passam três anos sobre a ideia parva.
De parva vai a espigadota, com 230 dias já com cromos na caderneta. Um dos quais é número da bola.
E 102 levantadas, à espera de serem fotografadas.
Haja gasóleo. E Gasolim…
Passam três anos sobre a ideia parva.
De parva vai a espigadota, com 230 dias já com cromos na caderneta. Um dos quais é número da bola.
E 102 levantadas, à espera de serem fotografadas.
Haja gasóleo. E Gasolim…
Intelecto
Posso dizer hoje, com a margem de erro e de disparate que estas apreciações encerram, que o meu auge intelectual ocorreu algures entre os 13 e os 24 anos.
O auge da percepção, da capacidade de identificar, de raciocinar e de congeminar.
Está a coisa ao que parece dentro das balizas mais ou menos aceites.
Tal como qualquer outro parâmetro que se possa medir e comparar.
Até aqui, nada de novo.
O que me parece anormal é a degradação que experimento. Já nem sequer se trata de achar inextricáveis algoritmos que congeminei há décadas, trata-se de olhar e não ver, de não saber para onde estou virado, se para norte se para sul, leste ou oeste, se um som corriqueiro corresponde a esta ou aquela causa.
Com a idade pode ganhar-se sabedoria, coleccionar referências e referenciais.
Mas torna-se cada vez mais difícil tratar o armazenado. Não por ser muito, mas porque as manobras são cada vez mais difíceis.
Pelo menos para mim. Mesmo não me tendo dado conta de ter sofrido alguma catástrofe cerebral.
Posso dizer hoje, com a margem de erro e de disparate que estas apreciações encerram, que o meu auge intelectual ocorreu algures entre os 13 e os 24 anos.
O auge da percepção, da capacidade de identificar, de raciocinar e de congeminar.
Está a coisa ao que parece dentro das balizas mais ou menos aceites.
Tal como qualquer outro parâmetro que se possa medir e comparar.
Até aqui, nada de novo.
O que me parece anormal é a degradação que experimento. Já nem sequer se trata de achar inextricáveis algoritmos que congeminei há décadas, trata-se de olhar e não ver, de não saber para onde estou virado, se para norte se para sul, leste ou oeste, se um som corriqueiro corresponde a esta ou aquela causa.
Com a idade pode ganhar-se sabedoria, coleccionar referências e referenciais.
Mas torna-se cada vez mais difícil tratar o armazenado. Não por ser muito, mas porque as manobras são cada vez mais difíceis.
Pelo menos para mim. Mesmo não me tendo dado conta de ter sofrido alguma catástrofe cerebral.
24/01/2012
23/01/2012
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