17/10/2025

Caducas

Em todo o tempo houve leis bizarras e impossíveis de verem verificado e punido o seu incumprimento.
Alguns exemplos actuais de tal falta de racionalidade:
Proíbe-se o contacto entre pessoas cujo interesse em contactar entre si é grande, quando existem variadas formas de contacto incontroláveis. Acresce que, para pessoas em liberdade, o próprio contacto pessoal é indetectável, salvo se existir uma vigilância apertada.
Proibe-se a entrada no país quando não há controlo fronteiriço.
Da mesma forma se proíbe a saída.
Poderia enumerar mais uma remessa de leis cuja caducidade é óbvia. Mas que, no entanto, continuam a ser aplicadas por mera bizarria e falta de inteligência do legislador ou de quem as invoca.

15/10/2025

Mau

Se Portugal é assim tão mau, se são assim tão mal tratados, façam um favor a si próprios, desamparem a loja!

O Estado a que isto chegou

Observando a página do MAI com os resultados da eleição das autarquias locais chega-se à conclusão de que qualquer coisa não correu bem. Ou então que há justificações sibilinas para aquilo que parece só absurdo.
Assim, observa-se que há coligações entre os mesmos partidos que aparecem lançadas duas ou três vezes, ainda que os partidos se apresentem pela mesma ordem. Só varia o sinal +, o hífen ou o espaçamento. Há ainda duplicações de coligações dos mesmos partidos mas em casos em que estes não se apresentam pela mesma ordem, o que pode fazer algum sentido se isso reflectir uma ponderação.



Assim temos os seguintes aparecimentos:



Dá que pensar esta forma atabalhoada de organizar uma folha de resultados. Que mais asneiras sairão de onde saiu esta?

(clicando na imagem, se verá a lista completa)

14/10/2025

12/10/2025

Pelos extremos e não pelo centro



Arte de rua involuntária em Sines no ano da graça de 2014.
Pilar



Ainda não foi este ano que retornei a Saragoça.
Notas curiosas

No primeiro e no segundo período de quatro horas a afluência foi praticamente a mesma.

Eufemismos, abrangências e falsas simpatias

Combati durante anos o PCP.
Por isso mesmo lhe reconheço qualidades. Não embarcam em cassettes que não sejam as próprias. Não cedem a eufemismos, abrangências e falsas simpatias.
É nestes dias de campanha e de votação que se vêem os miseráveis lambe-botas da política com o mesmo aparato de quinquilharias retóricas: todos e todas e o escambau que se lhe segue, com falsos sorrisos alvares.