12/09/2009
11/09/2009
Espólio (31)

Cedo morreram e com pouco intervalo, remetente e destinatário.
Não cheguei a conhecer o primeiro.
Cedo morreram e com pouco intervalo, remetente e destinatário.
Não cheguei a conhecer o primeiro.
10/09/2009
Precipitação
O último post foi influenciado por uma precipitação - a de ter acreditado que o resultado do Albânia-Dinamarca que tinha visto ser de 0-1, se manteria até final.
De facto, durou cerca de meia-hora essa situação. O golo da Dinamarca foi aos 40m e o da Albânia aos 51m. Com os descontos e o intervalo, dá a tal meia-hora.
Vistas as coisas agora (com o empate nesse jogo), as condições não são idênticas às que se verificavam antes do jogo do Bessa em 2004.
Voltarei a isto com algumas contas feitas.
O último post foi influenciado por uma precipitação - a de ter acreditado que o resultado do Albânia-Dinamarca que tinha visto ser de 0-1, se manteria até final.
De facto, durou cerca de meia-hora essa situação. O golo da Dinamarca foi aos 40m e o da Albânia aos 51m. Com os descontos e o intervalo, dá a tal meia-hora.
Vistas as coisas agora (com o empate nesse jogo), as condições não são idênticas às que se verificavam antes do jogo do Bessa em 2004.
Voltarei a isto com algumas contas feitas.
09/09/2009
Os cinco

Dos cinco, Louçã. Está a anos-luz de todos os outros. Mas propõe uma sociedade da qual me parece só não fugiria quem não pudesse.
O resto é uma colecção de mediocridades.
Risíveis muitas vezes, como ontem Sócrates – e é esse que preside ao ministério - ao dizer por exemplo que a venda de parte da Galp foi feita para impedir que caísse nas mãos dos italianos. Quando se vende uma coisa, no critério dele, impede-se que essa coisa caia nas mãos seja de quem fôr.
Uma pessoa inteligente é, no meu conceito, aquela que mostra ser capaz de produzir raciocínios complexos com a coerência intacta. E a que não diz enormidades.
A primeira é condição necessária e suficiente e sobrepõe-se à segunda. Há pessoas que sendo capazes de raciocínios complexos – como é o caso de Louçã – enveredam por argumentos sem sustentação, desembocando em utopias.
Utopias são isso mesmo. Lugares sem existência.
Dos cinco, Louçã. Está a anos-luz de todos os outros. Mas propõe uma sociedade da qual me parece só não fugiria quem não pudesse.
O resto é uma colecção de mediocridades.
Risíveis muitas vezes, como ontem Sócrates – e é esse que preside ao ministério - ao dizer por exemplo que a venda de parte da Galp foi feita para impedir que caísse nas mãos dos italianos. Quando se vende uma coisa, no critério dele, impede-se que essa coisa caia nas mãos seja de quem fôr.
Uma pessoa inteligente é, no meu conceito, aquela que mostra ser capaz de produzir raciocínios complexos com a coerência intacta. E a que não diz enormidades.
A primeira é condição necessária e suficiente e sobrepõe-se à segunda. Há pessoas que sendo capazes de raciocínios complexos – como é o caso de Louçã – enveredam por argumentos sem sustentação, desembocando em utopias.
Utopias são isso mesmo. Lugares sem existência.
08/09/2009
07/09/2009
Subscrever:
Comentários (Atom)