A degradação
Há degradações aqui e ali que são bem notadas.
Hoje a que me saltou à vista veio em forma de DVD Planeta Ronaldo.
Como brinde do Expresso.
Pus-me a pensar qual seria a reacção do meu Pai se há 36 anos - tantos quantos leva o Expresso e é lido cá em casa – lhe oferecessem uma revista de futebol junto com o jornal.
A minha foi só irónica. Tanto quanto o poderia ser com o interlocutor.
24/01/2009
RTP
Ouvi agora mesmo uma justificação sobre a repetição de programas na RTP.
Sabemos todos qual é a verdadeira razão para a repetição ad nauseam de concursos e quejandos.
E o que foi dito foi naturalmente um chorrilho de lugares comuns sem sentido, retirados da cartilha de qualquer marqueteiro de meia-tigela. Não seria razoável esperar mais.
A forma como fizeram o bolo, metendo no mesmo saco repetições assinaladas, em horário e canal diferente e repetições aldrabadas, de concursos emitidos sem referência de repetição no horário habitual, ainda agrava mais a ideia com que se fica.
Uma mediocridade sem justificação. Nem a falta de dinheiro a explica.
Ouvi agora mesmo uma justificação sobre a repetição de programas na RTP.
Sabemos todos qual é a verdadeira razão para a repetição ad nauseam de concursos e quejandos.
E o que foi dito foi naturalmente um chorrilho de lugares comuns sem sentido, retirados da cartilha de qualquer marqueteiro de meia-tigela. Não seria razoável esperar mais.
A forma como fizeram o bolo, metendo no mesmo saco repetições assinaladas, em horário e canal diferente e repetições aldrabadas, de concursos emitidos sem referência de repetição no horário habitual, ainda agrava mais a ideia com que se fica.
Uma mediocridade sem justificação. Nem a falta de dinheiro a explica.
23/01/2009
Simplex
Por mor das circunstâncias, plastifiquei-me a cem por cento aqui há dias.
Na mesma leva, registei-me no Portal do Cidadão e lá pedi uma certa certidão.
Ontem, recebi um e-mail a pedir-me que reformulasse o pedido pela segunda vez, uma vez que as trocas de correspondência electrónica até então havidas com os serviços não eram bastantes.
Hoje tinha a certidão na minha caixa do correio – na tradicional, na de alumínio.
Nem me deram tempo de reformular o pedido.
Por mor das circunstâncias, plastifiquei-me a cem por cento aqui há dias.
Na mesma leva, registei-me no Portal do Cidadão e lá pedi uma certa certidão.
Ontem, recebi um e-mail a pedir-me que reformulasse o pedido pela segunda vez, uma vez que as trocas de correspondência electrónica até então havidas com os serviços não eram bastantes.
Hoje tinha a certidão na minha caixa do correio – na tradicional, na de alumínio.
Nem me deram tempo de reformular o pedido.
22/01/2009
21/01/2009
Atraso mental
Só num sítio em que o atraso mental seja prevalecente é que uma medida tendente a acertar as retenções na fonte – a reduzir o erro no seu cálculo ou na sua estimativa – pode ser entendida como tendo algum tipo de significado para além da mera correcção.
Só num sítio em que o atraso mental seja prevalecente é que uma medida tendente a acertar as retenções na fonte – a reduzir o erro no seu cálculo ou na sua estimativa – pode ser entendida como tendo algum tipo de significado para além da mera correcção.
20/01/2009
Barack
Sobre Barack Obama já ouvi, já ouvimos afinal, quase tudo o que é possível ouvir.
Que é um iluminado foi uma das coisas mais divertidas de entre essas.
Há uma muito curiosa também – que ele é negro. Sendo o homem um mulato, ainda não ouvi ninguém chamar-lhe branco. Coisa que seria tão natural dizerem dele como o é, afinal, chamarem-lhe preto ou negro.
Dir-se-á que aos brancos ele se afigura preto. Seja. Nesse caso seria de esperar que aos pretos se afigurasse alvo. É até provável que haja negros que lhe chamem branco, uma vez até que o homem foi criado pelo lado branco da família. Mas se os há, não se ouvem. Estão abafados pelo clamor geral.
E é também curioso que chamar preto a um homem que é metade branco metade preto nestas circunstâncias não seja considerado um rótulo racista, à luz da mentalidade modal dos dias que correm.
Coisas!
Sobre Barack Obama já ouvi, já ouvimos afinal, quase tudo o que é possível ouvir.
Que é um iluminado foi uma das coisas mais divertidas de entre essas.
Há uma muito curiosa também – que ele é negro. Sendo o homem um mulato, ainda não ouvi ninguém chamar-lhe branco. Coisa que seria tão natural dizerem dele como o é, afinal, chamarem-lhe preto ou negro.
Dir-se-á que aos brancos ele se afigura preto. Seja. Nesse caso seria de esperar que aos pretos se afigurasse alvo. É até provável que haja negros que lhe chamem branco, uma vez até que o homem foi criado pelo lado branco da família. Mas se os há, não se ouvem. Estão abafados pelo clamor geral.
E é também curioso que chamar preto a um homem que é metade branco metade preto nestas circunstâncias não seja considerado um rótulo racista, à luz da mentalidade modal dos dias que correm.
Coisas!
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