23/10/2010
22/10/2010
Um mundo de doidos
Já não se trata da normal fuga à razão, própria dos comuns.
Vive-se um tempo de mentes doidas. Em que o mais estrondoso disparate faz escola, é repetido amiúde sem oposição.
Um qualquer napoleão de manicómio que ameace com uma espada de cartão fazer desabar um arranha-céus leva a que se reforce a estrutura do dito edifício.
É nisto que estamos. E longe de sair.
Já não se trata da normal fuga à razão, própria dos comuns.
Vive-se um tempo de mentes doidas. Em que o mais estrondoso disparate faz escola, é repetido amiúde sem oposição.
Um qualquer napoleão de manicómio que ameace com uma espada de cartão fazer desabar um arranha-céus leva a que se reforce a estrutura do dito edifício.
É nisto que estamos. E longe de sair.
20/10/2010
19/10/2010
18/10/2010
17/10/2010
The end
Espero ter a virilidade suficiente para manter a promessa – não mais falar dos atrasados mentais da regência e do bando de salteadores do pinhal da Azambuja.
Virilidade que é preciso ter para não mencionar tais desgraças.
Espero tê-la e mantê-la.
Há muito que pensava que um dia a cidadania haveria de finalmente desabrochar. Querer pagar impostos para obter determinado Estado em contrapartida.
Verifica-se que essa meta está a ser alucinantemente ultrapassada e que começa a haver cada vez mais seguidores da máxima “Não pagar impostos é um dever social!”
É-o, de facto. Alimentar prebendas, comedouros e malgas para uma tropa medíocre de situacionistas que, sem trabalhar a favor da organização do Estado por para isso serem intelectualmente incapazes, é um crime de lesa-Estado.
Não falarei mais desta tropa fandanga.
Espero ter a virilidade suficiente para manter a promessa – não mais falar dos atrasados mentais da regência e do bando de salteadores do pinhal da Azambuja.
Virilidade que é preciso ter para não mencionar tais desgraças.
Espero tê-la e mantê-la.
Há muito que pensava que um dia a cidadania haveria de finalmente desabrochar. Querer pagar impostos para obter determinado Estado em contrapartida.
Verifica-se que essa meta está a ser alucinantemente ultrapassada e que começa a haver cada vez mais seguidores da máxima “Não pagar impostos é um dever social!”
É-o, de facto. Alimentar prebendas, comedouros e malgas para uma tropa medíocre de situacionistas que, sem trabalhar a favor da organização do Estado por para isso serem intelectualmente incapazes, é um crime de lesa-Estado.
Não falarei mais desta tropa fandanga.
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