Há dias que são preenchidos, hora a hora, minuto a minuto, numa intensidade inebriante.
O último de que me lembro bem – muito bem – foi o que decorreu faz hoje dez anos.
Não era terça-feira, o Aleixo tinha a porta aberta.
E também tinha a televisão ligada ao jantar – estava a dar a final do campeonato do Mundo.
Tenho uma vaga ideia de ver o Dunga vestido de amarelo, já aqui o disse.