13/09/2014
12/09/2014
Favas contáveis

Se seguirmos a linha das apostas da casa Paddy Power, o referendum na Escócia ditará a manutenção do estado das coisas. Sem grande margem para dúvidas.
Se seguirmos a linha das apostas da casa Paddy Power, o referendum na Escócia ditará a manutenção do estado das coisas. Sem grande margem para dúvidas.
11/09/2014
Jornalismo ou... algo pior
Ouvi já por dversas vezes que Paulo Bento pediu para ser exonerado e que deverá receber uma indemnização de dado valor.
Ou isto é o habitual jornalismo sem cabeça ou algo pior.
Ouvi já por dversas vezes que Paulo Bento pediu para ser exonerado e que deverá receber uma indemnização de dado valor.
Ou isto é o habitual jornalismo sem cabeça ou algo pior.
10/09/2014
09/09/2014
08/09/2014
Trânsito

Houve de facto uma época em que eu tinha medo da estrada.
O medo não nasce do nada. Esse deve ter nascido não de números lidos ou ouvidos mas de sucessivas más experiências.
Nessa época pensava trinta vezes antes de me fazer à estrada durante um fim-de-semana em caminhos frequentados e evitava a todo o custo os caminhos da transumância.
O facto de o medo ter persistido por uns anos prenuncia que, mesmo com essas cautelas, as experiências não eram grande coisa.
E não devem ter sido. Ainda que nem por uma vez tenha amolgado latas.
Verifico agora que posso relacionar directamente essa época com o auge da sinistralidade rodoviária. Não me espanto.
O medo foi-se em grande parte. Das cautelas permanecem o evitar das canadas, o contornar dos fins-de-semana a que se soma algum abrandamento nas médias horárias.
Há dias ainda em que a estrada mete medo.
O gráfico (adaptado) é da Pordata. Clicando, vê-se em toda a extensão.
Houve de facto uma época em que eu tinha medo da estrada.
O medo não nasce do nada. Esse deve ter nascido não de números lidos ou ouvidos mas de sucessivas más experiências.
Nessa época pensava trinta vezes antes de me fazer à estrada durante um fim-de-semana em caminhos frequentados e evitava a todo o custo os caminhos da transumância.
O facto de o medo ter persistido por uns anos prenuncia que, mesmo com essas cautelas, as experiências não eram grande coisa.
E não devem ter sido. Ainda que nem por uma vez tenha amolgado latas.
Verifico agora que posso relacionar directamente essa época com o auge da sinistralidade rodoviária. Não me espanto.
O medo foi-se em grande parte. Das cautelas permanecem o evitar das canadas, o contornar dos fins-de-semana a que se soma algum abrandamento nas médias horárias.
Há dias ainda em que a estrada mete medo.
O gráfico (adaptado) é da Pordata. Clicando, vê-se em toda a extensão.
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