Nos últimos anos do século XX, ainda tinha poiso certo no Alentejo, um jovem deu-me a conhecer os James por via de um prato de plástico que, ufano, trouxe para casa autografado pelos membros do grupo.
Um quarto de século depois, disponho-me a recordar as canções dos James no palco do Crato, sítio onde já revi com gosto e boa companhia, sons da minha juventude e da minha madureza.
Cartaz e bilhete roubados aqui e ali
