Coisas que lembram
Faz hoje um Portugal-Polónia no Estádio da Luz que eu ia sendo trucidado por um comboio.
Esta expressão trucidado por um comboio desapareceu dos jornais.
07/09/2007
O incidente diplomático
A ser verdade que o caso da menina evolui da forma que os jornalistas preconizam, já não há escapatória.
Seja qual fôr o desfecho, um grave incidente diplomático avizinha-se.
O caso é simples.
Se a PJ tem material suficiente para conseguir uma acusação e depois uma condenação, há um ror de créditos a seu favor, do Estado Português e até de outros estados, incluindo o Vaticano.
Veremos como reage a isso o Reino Unido e de que forma mete a viola no saco.
Se, pelo contrário, não consegue uma condenação – basta não descobrir o corpo, a condenação no caso da Joana sabemos todos a que se deveu – cai-lhe em cima e em cima do Estado Português, por tabela, o Carmo e a Trindade mais o Big Ben e a Torre de Londres.
Não me parece que exista já terceira via. Esperemos é que haja sensatez a mais e bronca a menos.
Duvido no entanto que não haja um aumento das altercações lá pelo Algarve.
A ser verdade que o caso da menina evolui da forma que os jornalistas preconizam, já não há escapatória.
Seja qual fôr o desfecho, um grave incidente diplomático avizinha-se.
O caso é simples.
Se a PJ tem material suficiente para conseguir uma acusação e depois uma condenação, há um ror de créditos a seu favor, do Estado Português e até de outros estados, incluindo o Vaticano.
Veremos como reage a isso o Reino Unido e de que forma mete a viola no saco.
Se, pelo contrário, não consegue uma condenação – basta não descobrir o corpo, a condenação no caso da Joana sabemos todos a que se deveu – cai-lhe em cima e em cima do Estado Português, por tabela, o Carmo e a Trindade mais o Big Ben e a Torre de Londres.
Não me parece que exista já terceira via. Esperemos é que haja sensatez a mais e bronca a menos.
Duvido no entanto que não haja um aumento das altercações lá pelo Algarve.
Alcatrão

Recordei-me agora do cheiro.
A madrugada passada tivera-o a incomodar-me o sono.
No vai não vai dos sentidos, lá identificara o alcatrão.
E nesse esvair da mente, não consegui perceber por que raio haveria de o ter dentro do quarto, comigo na cama.
Voltou, insidioso.
Mas, vigil, não me deixei ficar na ignorância.
É corte de via direita e central, para obras de manutenção.
Antes isso que alguém a querer tingir-me de preto, pela calada.

Foto de livreto do MOP (trabalhada a carvão) - já aqui publicada em Restos de colecção (22)
Recordei-me agora do cheiro.
A madrugada passada tivera-o a incomodar-me o sono.
No vai não vai dos sentidos, lá identificara o alcatrão.
E nesse esvair da mente, não consegui perceber por que raio haveria de o ter dentro do quarto, comigo na cama.
Voltou, insidioso.
Mas, vigil, não me deixei ficar na ignorância.
É corte de via direita e central, para obras de manutenção.
Antes isso que alguém a querer tingir-me de preto, pela calada.
Foto de livreto do MOP (trabalhada a carvão) - já aqui publicada em Restos de colecção (22)
06/09/2007
Dissecação
Quando chegar ao fim – e se chegar a um desfecho que seja aceitável, plausível – este caso da menina desaparecida no Algarve deixará, pelo menos, uma coisa para entretenga dos que se interessam pela manipulação da opinião pública: tentar descobrir a origem, a intenção ou ausência dela dos milhentos boatos e notícias trânsfugas, a partir desse conhecimento presumivelmente cabal.
É uma entretenga essa dissecação. Jamais poderia ser qualquer coisa de mais sério.
Quando chegar ao fim – e se chegar a um desfecho que seja aceitável, plausível – este caso da menina desaparecida no Algarve deixará, pelo menos, uma coisa para entretenga dos que se interessam pela manipulação da opinião pública: tentar descobrir a origem, a intenção ou ausência dela dos milhentos boatos e notícias trânsfugas, a partir desse conhecimento presumivelmente cabal.
É uma entretenga essa dissecação. Jamais poderia ser qualquer coisa de mais sério.
05/09/2007
04/09/2007
O que é que esta gente tem na cabeça?
Um tipo qualquer da governança a falar de um serviço via net destinado a regularizar automóveis, creio, diz que este mesmo serviço só está disponível para quem tenha cartão de cidadão.
Até aqui, nada de mais. É o costume e aceita-se, se o cartão de cidadão estiver a ponto de se consagrar, vulgarizando-se.
A burrice aparece logo a seguir. Quando ele diz que é para ter a certeza de quem está do outro lado.
Não terá assessores este? Ou serão todos do gabarito do do outro, do blogue tipo almanaque?
É esta gente, com esta inteligência, que nos governa!
Um tipo qualquer da governança a falar de um serviço via net destinado a regularizar automóveis, creio, diz que este mesmo serviço só está disponível para quem tenha cartão de cidadão.
Até aqui, nada de mais. É o costume e aceita-se, se o cartão de cidadão estiver a ponto de se consagrar, vulgarizando-se.
A burrice aparece logo a seguir. Quando ele diz que é para ter a certeza de quem está do outro lado.
Não terá assessores este? Ou serão todos do gabarito do do outro, do blogue tipo almanaque?
É esta gente, com esta inteligência, que nos governa!
Os circunscritos
Eu não acredito que haja um só dos caçados dentro do cerco policial.
A ser verdade que o perímetro se alargou, não sou só eu quem não acredita.
Pode ser que me engane.
Pode muito bem ser que me tenham enganado. Que não exista cerco algum, o que é de resto o mais provável, mas apenas homens espalhados pelo campo.
Eu não acredito que haja um só dos caçados dentro do cerco policial.
A ser verdade que o perímetro se alargou, não sou só eu quem não acredita.
Pode ser que me engane.
Pode muito bem ser que me tenham enganado. Que não exista cerco algum, o que é de resto o mais provável, mas apenas homens espalhados pelo campo.
Do Cabo Espichel ao Cabo Raso

A embocadura do nosso rio.
A Roca mais além.
E no entre mentes, um cabo onírico – o Cabo Verdeão.
Tive hoje a certeza de que ele existia.
Um cabo fluvial, algures a jusante do Ginjal, do Olho de Boi, da Arialva.

Embora os cabos que contam, nas minhas conhecenças, sejam a Roca e o Espichel.
Este é o entre tanto.
Sei lá eu como esta certeza se colou às paredes da mente.
Adaptações da Carta costeira de Jacob Robyn (do cabo Finisterra ao cabo de São Vicente) e da Carta Militar de Portugal do IGEOE.

A embocadura do nosso rio.
A Roca mais além.
E no entre mentes, um cabo onírico – o Cabo Verdeão.
Tive hoje a certeza de que ele existia.
Um cabo fluvial, algures a jusante do Ginjal, do Olho de Boi, da Arialva.

Embora os cabos que contam, nas minhas conhecenças, sejam a Roca e o Espichel.
Este é o entre tanto.
Sei lá eu como esta certeza se colou às paredes da mente.
Adaptações da Carta costeira de Jacob Robyn (do cabo Finisterra ao cabo de São Vicente) e da Carta Militar de Portugal do IGEOE.
03/09/2007
02/09/2007
O Verão ainda não acabou
É certo que ainda faltam três semanas.
Mas ver cair as previsões catastróficas todas de forma ruidosa - ruidosa do barulho que eles e os papagaios que arregimentam jamais ouvirão – elas que estavam prenhes de vagas de calor e dias de brasa como nunca igual acontecera, é obra.
E certo é também que essa tropa não aprende sequer com os próprios erros.
Que isso de aprender com eles é coisa própria de outros animais irracionais.
É certo que ainda faltam três semanas.
Mas ver cair as previsões catastróficas todas de forma ruidosa - ruidosa do barulho que eles e os papagaios que arregimentam jamais ouvirão – elas que estavam prenhes de vagas de calor e dias de brasa como nunca igual acontecera, é obra.
E certo é também que essa tropa não aprende sequer com os próprios erros.
Que isso de aprender com eles é coisa própria de outros animais irracionais.
Miss Teen
Diz que a rapariga é Miss Teen da Carolina do Sul em 2007.
Não sei se é se não é. Se é caricatura ou realidade.
O que sei é que não vejo diferença entre ela e grande parte dos jornalistas.
Os mesmos que a glosam.
Afinal que culpa têm todos eles de ser assim?
Diz que a rapariga é Miss Teen da Carolina do Sul em 2007.
Não sei se é se não é. Se é caricatura ou realidade.
O que sei é que não vejo diferença entre ela e grande parte dos jornalistas.
Os mesmos que a glosam.
Afinal que culpa têm todos eles de ser assim?
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