13/11/2005
12/11/2005
10/11/2005
08/11/2005
07/11/2005
04/11/2005
03/11/2005
02/11/2005
01/11/2005
1755 e a falha da Glória
A piada fácil, o trocadilho, era dizer que a falha da Glória foi ter falhado em 25 de Novembro de 1941.
Melhor dizendo, que a libertação de energia que ali ocorreu não houvesse ocorrido mais cerca do rectângulo. Sempre foram 8,4 na escala de Richter, dizem.
Ora um arraso desses tanto poderia ter provocado uma reconstrução e um renascimento quase pós-guerra, como aquela sequência de eventos nefastos que sucederam no final de setecentos, inícios de oitocentos. Fruto da desmoralização ou da disposição de forças na Europa e no Mundo.
Nunca se sabe a que se deve a História, embora haja muita gente convencida de que a consegue explicar.
Em 1941, a coisa passou ao lado. Mas um dia destes acerta, para mal ou para bem, vá-se lá saber.
A piada fácil, o trocadilho, era dizer que a falha da Glória foi ter falhado em 25 de Novembro de 1941.
Melhor dizendo, que a libertação de energia que ali ocorreu não houvesse ocorrido mais cerca do rectângulo. Sempre foram 8,4 na escala de Richter, dizem.
Ora um arraso desses tanto poderia ter provocado uma reconstrução e um renascimento quase pós-guerra, como aquela sequência de eventos nefastos que sucederam no final de setecentos, inícios de oitocentos. Fruto da desmoralização ou da disposição de forças na Europa e no Mundo.
Nunca se sabe a que se deve a História, embora haja muita gente convencida de que a consegue explicar.
Em 1941, a coisa passou ao lado. Mas um dia destes acerta, para mal ou para bem, vá-se lá saber.
31/10/2005
30/10/2005
29/10/2005
28/10/2005
Fuga
A notícia que desde ontem anda por aí, a propósito da fuga de competências, mesmo que se trate da habitual leitura apressada de tabelas, é ainda assim conforme com as suspeitas.
Uma das vezes que falei nela foi a propósito de mudanças de governo. A outra, a propósito de mediania. Quase mediocridade.
Podia falar-se a respeito das grandes opções do país, quando os governos alternam sem que se vislumbrem mudanças políticas mas em que por outro lado se mudam as opções só porque mudam as pessoas. E há dois clubes com a mesma política, esse é o drama.
Não gostam uns dos outros por causa da escolha das gravatas, é o que parece. Mas nada de essencial os separa.
Entretanto, os bons não se podem queixar.
A notícia que desde ontem anda por aí, a propósito da fuga de competências, mesmo que se trate da habitual leitura apressada de tabelas, é ainda assim conforme com as suspeitas.
Uma das vezes que falei nela foi a propósito de mudanças de governo. A outra, a propósito de mediania. Quase mediocridade.
Podia falar-se a respeito das grandes opções do país, quando os governos alternam sem que se vislumbrem mudanças políticas mas em que por outro lado se mudam as opções só porque mudam as pessoas. E há dois clubes com a mesma política, esse é o drama.
Não gostam uns dos outros por causa da escolha das gravatas, é o que parece. Mas nada de essencial os separa.
Entretanto, os bons não se podem queixar.
26/10/2005
Os hectares de Duarte Pacheco
O nariz-de-cera começa no título. E não é para disfarçar o facto de só agora vir com a conversa da bola.
O Sporting lá ganhou.
Vi o Porto a jogar na televisão, mas o relator insistia em chamar-lhe Benfica. Devem ser os azuis da Luz.
E ouvi, há uns dias, o treinador do Nacional a dar conta das dimensões do campo de futebol do Dragão.
O diabo é que o homem atirou por terra, assim sem ninguém lhe ter pedido, a medida padrão.
Aquilo que fazia parte das tabelas de todas as redacções, que anos de tarimba já tinham sedimentado, a sempre lembrada equivalência hectare-campo de futebol afinal é um disparate bem medível.
Ou como diria Duarte Pacheco, quando não se consegue explicar uma coisa a um jornalista, é porque está mal explicado.
O nariz-de-cera começa no título. E não é para disfarçar o facto de só agora vir com a conversa da bola.
O Sporting lá ganhou.
Vi o Porto a jogar na televisão, mas o relator insistia em chamar-lhe Benfica. Devem ser os azuis da Luz.
E ouvi, há uns dias, o treinador do Nacional a dar conta das dimensões do campo de futebol do Dragão.
O diabo é que o homem atirou por terra, assim sem ninguém lhe ter pedido, a medida padrão.
Aquilo que fazia parte das tabelas de todas as redacções, que anos de tarimba já tinham sedimentado, a sempre lembrada equivalência hectare-campo de futebol afinal é um disparate bem medível.
Ou como diria Duarte Pacheco, quando não se consegue explicar uma coisa a um jornalista, é porque está mal explicado.
25/10/2005
24/10/2005
A questão das palavras
Ainda não percebi por que é que as palavras fugiram daqui.
Às vezes acho que algumas não se compaginam com o estatuto de quase anonimato que preside a este sítio.
Mas essas, as que parecem ser suscitadas por um ou outro disparate lido ou ouvido, cada dia que passa mais me convenço que me desinteressam, como me desinteressa o deserto que contemplo. Não será pois por serem elas as que fogem, as que não são para aqui chamadas.
Não será também por me ter convencido de que imagens bastam.
Ou por ter chegado ao fim da minha argumentação. Ainda que haja quem mo tenha dito.
Ou sequer por me ter desinteressado do blogue. Não me desinteressei. Ainda acho que me diverte.
É pois de um mistério que se trata.
Convenço-me de que elas escorrem algures para um ralo não invisível mas imaginário.
Como há coisas imaginárias que bem visíveis são.
É para lá que correm, por barrancos.
Pensei comprar um daqueles gravadores minúsculos, na esperança de as caçar presas de alguma esteva.
É isto.
Ainda não percebi por que é que as palavras fugiram daqui.
Às vezes acho que algumas não se compaginam com o estatuto de quase anonimato que preside a este sítio.
Mas essas, as que parecem ser suscitadas por um ou outro disparate lido ou ouvido, cada dia que passa mais me convenço que me desinteressam, como me desinteressa o deserto que contemplo. Não será pois por serem elas as que fogem, as que não são para aqui chamadas.
Não será também por me ter convencido de que imagens bastam.
Ou por ter chegado ao fim da minha argumentação. Ainda que haja quem mo tenha dito.
Ou sequer por me ter desinteressado do blogue. Não me desinteressei. Ainda acho que me diverte.
É pois de um mistério que se trata.
Convenço-me de que elas escorrem algures para um ralo não invisível mas imaginário.
Como há coisas imaginárias que bem visíveis são.
É para lá que correm, por barrancos.
Pensei comprar um daqueles gravadores minúsculos, na esperança de as caçar presas de alguma esteva.
É isto.
23/10/2005
22/10/2005
19/10/2005
18/10/2005
Da gripe ou seja lá o que fôr
Há-de haver alguém, algures, que discorre sobre epidemias, pandemias, sem disparatar.
Há-de haver.
Fora isso, duas coisas:
Uma pandemia de um vírus letal será, inevitavelmente, letal. Já La Palisse o sabia.
E é duvidoso, muito duvidoso, que venha com aviso prévio.
Há-de haver alguém, algures, que discorre sobre epidemias, pandemias, sem disparatar.
Há-de haver.
Fora isso, duas coisas:
Uma pandemia de um vírus letal será, inevitavelmente, letal. Já La Palisse o sabia.
E é duvidoso, muito duvidoso, que venha com aviso prévio.
15/10/2005
14/10/2005
13/10/2005
10/10/2005
Furaquinho
Pois, a temperatura das águas, a frente fria.
Até os furacões passam a tempestades e acabam em mera depressão.

imagem em http://www.nhc.noaa.gov/refresh/graphics_at3+shtml/144247.shtml?5day
Pois, a temperatura das águas, a frente fria.
Até os furacões passam a tempestades e acabam em mera depressão.
imagem em http://www.nhc.noaa.gov/refresh/graphics_at3+shtml/144247.shtml?5day
09/10/2005
Vince
Curioso nome, dadas as circunstâncias

imagem em http://www.nhc.noaa.gov/refresh/graphics_at3+shtml/150452.shtml?5day?large
Curioso nome, dadas as circunstâncias
imagem em http://www.nhc.noaa.gov/refresh/graphics_at3+shtml/150452.shtml?5day?large
08/10/2005
06/10/2005
Campanha

Já aqui dei nota desta campanha.
O facto é que não prestei a atenção devida das últimas vezes, em 1997 e 2001. Mas creio que não exagero se disser que há este ano um surto de estranhas figuras em cartaz.
As tais que foram convencidas por misteriosos chapassetes de que o melhor era dar a cara.
Mesmo em terras pequenas onde toda a gente sabe quem é quem.
Calhou-me encontrar pendurado numa árvore o homem que acabara de me servir uma bifana.
Enfim, uma cara conhecida.
Já aqui dei nota desta campanha.
O facto é que não prestei a atenção devida das últimas vezes, em 1997 e 2001. Mas creio que não exagero se disser que há este ano um surto de estranhas figuras em cartaz.
As tais que foram convencidas por misteriosos chapassetes de que o melhor era dar a cara.
Mesmo em terras pequenas onde toda a gente sabe quem é quem.
Calhou-me encontrar pendurado numa árvore o homem que acabara de me servir uma bifana.
Enfim, uma cara conhecida.
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