19/05/2007
18/05/2007
17/05/2007
16/05/2007
14/05/2007
13/05/2007
12/05/2007
O rapto de crianças e o ruído de fundo
O que custa, no mundo actual, é extrair do meio do ruído infindável a informação que releva.
E essa é fornecida ou por acaso ou por alguém que não pertence à mediocridade. Sempre foi assim, sempre assim será, romances policiais à parte.
No caso do rapto de uma criança e no caso desta não ser morta após violação, extracção de órgãos ou outra qualquer sevícia, como é que se consegue chegar ao seu paradeiro?
A resposta está prejudicada: não se consegue.
Não se consegue a menos que alguém próximo da pessoa que a retém ou próximo do local onde se encontra, denuncie o caso.
É ou não é isto que a História e o bom senso - seja lá isso o que fôr - nos ensinaram?
O que custa, no mundo actual, é extrair do meio do ruído infindável a informação que releva.
E essa é fornecida ou por acaso ou por alguém que não pertence à mediocridade. Sempre foi assim, sempre assim será, romances policiais à parte.
No caso do rapto de uma criança e no caso desta não ser morta após violação, extracção de órgãos ou outra qualquer sevícia, como é que se consegue chegar ao seu paradeiro?
A resposta está prejudicada: não se consegue.
Não se consegue a menos que alguém próximo da pessoa que a retém ou próximo do local onde se encontra, denuncie o caso.
É ou não é isto que a História e o bom senso - seja lá isso o que fôr - nos ensinaram?
10/05/2007
09/05/2007
08/05/2007
Talvez a noite pudesse
Talvez a noite pudesse
Achatar-me o horizonte.
Talvez a noite pudesse
Vigiar-me
Talvez a noite viesse
Encontrar-me depositado entre cercas de arame
Caveiras desenhadas
E sons de gritos como sinos.
Sons de gritos como campanários atrás de montes.
Talvez a água viesse
Descobrir-se entre as curvas de pedra
Naquelas sim onde erodiu o solo
Deixou viva a pedra
A esquina de pedra
Traço de água
Talvez os sons de automóveis que se afastam por uma estrada.
Numa estrada onde jamais se aproximaram.
Talvez uma entrada numa povoação para aí do século vinte
Onde houvesse os inevitáveis portões na primeira curva.
Um café central ali no largo.
Uma paragem de camionetas
E bilhetes passados à mão
Rasgados de um bloco azul. Ou verde.
Talvez vistas as coisas do ar
Renques de árvores a sombrear as estradas
Sinais convencionais representando templos
Zonas a verde como reservas.
Reservas de ódio, de calor.
Zonas sísmicas assinaladas a grisé.
De regatos, que são traços azuis
De falésias, onde o desenhador se esqueceu de interromper a curva de nível.
Marcá-la a tracejado como os túneis em que afinal vemos a linha sob a terra.
Pouca terra.
Pouca Terra.
Não há comboios que digam pouca terra ou que façam pouca terra.
Mas há comboios que fazem pouco da terra.
Não se detêm.
SG, inéditos, 2007
Talvez a noite pudesse
Achatar-me o horizonte.
Talvez a noite pudesse
Vigiar-me
Talvez a noite viesse
Encontrar-me depositado entre cercas de arame
Caveiras desenhadas
E sons de gritos como sinos.
Sons de gritos como campanários atrás de montes.
Talvez a água viesse
Descobrir-se entre as curvas de pedra
Naquelas sim onde erodiu o solo
Deixou viva a pedra
A esquina de pedra
Traço de água
Talvez os sons de automóveis que se afastam por uma estrada.
Numa estrada onde jamais se aproximaram.
Talvez uma entrada numa povoação para aí do século vinte
Onde houvesse os inevitáveis portões na primeira curva.
Um café central ali no largo.
Uma paragem de camionetas
E bilhetes passados à mão
Rasgados de um bloco azul. Ou verde.
Talvez vistas as coisas do ar
Renques de árvores a sombrear as estradas
Sinais convencionais representando templos
Zonas a verde como reservas.
Reservas de ódio, de calor.
Zonas sísmicas assinaladas a grisé.
De regatos, que são traços azuis
De falésias, onde o desenhador se esqueceu de interromper a curva de nível.
Marcá-la a tracejado como os túneis em que afinal vemos a linha sob a terra.
Pouca terra.
Pouca Terra.
Não há comboios que digam pouca terra ou que façam pouca terra.
Mas há comboios que fazem pouco da terra.
Não se detêm.
SG, inéditos, 2007
07/05/2007
Os maus sintomas
Não fiz conta alguma aos casos em que a polícia portuguesa resolveu com sucesso casos de rapto de menores.
Como não a fiz em relação a qualquer outra polícia.
Apenas recordando os últimos de que houve notícia, sabemos todos que o insucesso foi a moda.
Os maus sintomas são, no caso vertente, bem visíveis.
Quem tenha assistido pela televisão à conferência de imprensa desta tarde, identificou-os bem.
Estavam lá todos. Nas entrelinhas.
Não fiz conta alguma aos casos em que a polícia portuguesa resolveu com sucesso casos de rapto de menores.
Como não a fiz em relação a qualquer outra polícia.
Apenas recordando os últimos de que houve notícia, sabemos todos que o insucesso foi a moda.
Os maus sintomas são, no caso vertente, bem visíveis.
Quem tenha assistido pela televisão à conferência de imprensa desta tarde, identificou-os bem.
Estavam lá todos. Nas entrelinhas.
06/05/2007
05/05/2007
O retrato robot
A ser verdade que a PJ revelou que tem um retrato robot da pessoa que raptou a criança inglesa na Praia da Luz e não o tendo difundido, as únicas ideias que ocorrem são que ou é muito vago e para nada serve ou que se trata de bluff.
Num e noutro caso, não vejo a utilidade de tal revelação.
A ser verdade que a PJ revelou que tem um retrato robot da pessoa que raptou a criança inglesa na Praia da Luz e não o tendo difundido, as únicas ideias que ocorrem são que ou é muito vago e para nada serve ou que se trata de bluff.
Num e noutro caso, não vejo a utilidade de tal revelação.
04/05/2007
03/05/2007
02/05/2007
O fumo
Repito-me. Insisto.
Será que morre mais gente por ser fumador passivo do que em acidentes na estrada?
Será que fica mais gente incapacitada por estar sujeita ao fumo dos outros do que à imperícia automobilística dos mesmos?
Se sim, então deixem-se estar.
Se não, não percebo eu como é que se permite que quem é responsável por mortes e incapacidades na estrada continue a conduzir.
E todos sabemos que sim, que se permite.
E eu repito-me: já não fumo há uns anos.
Repito-me. Insisto.
Será que morre mais gente por ser fumador passivo do que em acidentes na estrada?
Será que fica mais gente incapacitada por estar sujeita ao fumo dos outros do que à imperícia automobilística dos mesmos?
Se sim, então deixem-se estar.
Se não, não percebo eu como é que se permite que quem é responsável por mortes e incapacidades na estrada continue a conduzir.
E todos sabemos que sim, que se permite.
E eu repito-me: já não fumo há uns anos.
01/05/2007
Nem mais
Logo no dia em que umas gentis palavras a respeito destas folhas são postas em letra de imprensa, as falhas aqui se evidenciam.
O disparate ainda que condicionado e a falha de memória deixam a nu o que afinal por aqui vai.
Nem mais.
Agradeço a ambos, Dona T. e Sr. Bic Laranja, as palavras. Umas menos merecidas do que outras, é claro.
E já nem digo quais são os blogues que me fazem pensar. Qu' isto de pensar... é como se vê.
Logo no dia em que umas gentis palavras a respeito destas folhas são postas em letra de imprensa, as falhas aqui se evidenciam.
O disparate ainda que condicionado e a falha de memória deixam a nu o que afinal por aqui vai.
Nem mais.
Agradeço a ambos, Dona T. e Sr. Bic Laranja, as palavras. Umas menos merecidas do que outras, é claro.
E já nem digo quais são os blogues que me fazem pensar. Qu' isto de pensar... é como se vê.
30/04/2007
A maravilha da ignorância
A maravilha da ignorância dos locais, da absorção das cores e das formas que fazemos virginalmente é, para mim, das mais fantásticas sensações.
Quando se cruza com o insólito, com o tenebroso, com o luminoso, sempre nos extremos, torna-se fascinante, mágica.
Foi isso que me aconteceu quando atravessei a primeira vez, no Monte dos Bentos, a ribeira de Odeleite.
"A Festa do 1.º de Maio, de grandes tradições no Sul do País, corresponde no Monte de Bentos, junto à ribeira
de Odeleite, a um dos locais mais concorridos do Nordeste Algarvio."
trecho dos "Planos de intervenção das aldeias do Algarve - Cacela Velha, Odeleite, Vaqueiros e Cachopo"; CCDR do Algarve - pdf
A maravilha da ignorância dos locais, da absorção das cores e das formas que fazemos virginalmente é, para mim, das mais fantásticas sensações.
Quando se cruza com o insólito, com o tenebroso, com o luminoso, sempre nos extremos, torna-se fascinante, mágica.
Foi isso que me aconteceu quando atravessei a primeira vez, no Monte dos Bentos, a ribeira de Odeleite.
"A Festa do 1.º de Maio, de grandes tradições no Sul do País, corresponde no Monte de Bentos, junto à ribeira
de Odeleite, a um dos locais mais concorridos do Nordeste Algarvio."
trecho dos "Planos de intervenção das aldeias do Algarve - Cacela Velha, Odeleite, Vaqueiros e Cachopo"; CCDR do Algarve - pdf
28/04/2007
27/04/2007
Gliese 581 c e a infinita estupidez dos comuns
Hoje em dia só existe o que é amplamente divulgado. E existe apenas durante um curto intervalo de tempo.
O planeta terrestre Gliese 581 c existiu durante uns dias.
E ao ter existido, suscitou a habitual avalancha de disparates, de asneiras, de inúmeros sintomas da infinita estupidez.
Que esta estupidez seja a comum não admira.
O que perturba um pouco é assistir a manifestações dessa estupidez entre aqueles que, por lidarem com este tipo de coisas, deveriam pairar um pouco acima do vulgo.
Perturba que se repitam os habituais lugares comuns sobre a existência de vida extraterrestre, como se fosse obrigatório que ela exista nos mesmos moldes atómicos, moleculares, celulares da nossa. Não é antropocentrismo. É estupidez pura e dura.
Outra coisa é a visão antropocêntrica da coisa. Biocêntrica, diga-se. Esta saga não tem nada a ver com vida extraterrestre. Tem a ver com a nossa. Tem a ver com a nossa necessidade de passar à frente, de ocupar novos territórios, de forma a garantir a continuidade. A nossa e a de outras espécies. As que pudermos levar na Arca. Sabe-se lá por que instinto, nosso, da própria vida em sentido lato, o fazemos.
Talvez que ao encontrarmos outras formas, capazes de interagir com a nossa - que há a hipótese de não haver interacção possível ou registável - isso nos seja fatal. A nós e às espécies com as quais partilhamos este mundo.
A chave seria saber qual das duas, se duas forem, tem o destino mais longínquo.
Se este raciocínio fizer algum sentido em circunstâncias tais.
De qualquer modo, e descontadas todas as enormíssimas margens de erro, este planeta pode muito rudimentarmente dizer-se terrestre. Que é uma designação em que se encaixam os que caem dentro de um determinado intervalo paramétrico.
Suponhamos que é mesmo a tal super-Terra, uma das. Um planeta com uma superfície mais do dobro da da Terra e que tem as condições suficientes para ser habitado.
Quando - olhando o tempo tal como o conhecemos hoje - poderemos lá chegar?
Até esse dia quantos mais e com melhores condições não se deixarão conhecer?
Duvido que esta seja uma data a assinalar. É apenas um - mais um - dos detectados. E nunca saberemos se estou certo ou não. Disso estou quase certo.
Hoje em dia só existe o que é amplamente divulgado. E existe apenas durante um curto intervalo de tempo.
O planeta terrestre Gliese 581 c existiu durante uns dias.
E ao ter existido, suscitou a habitual avalancha de disparates, de asneiras, de inúmeros sintomas da infinita estupidez.
Que esta estupidez seja a comum não admira.
O que perturba um pouco é assistir a manifestações dessa estupidez entre aqueles que, por lidarem com este tipo de coisas, deveriam pairar um pouco acima do vulgo.
Perturba que se repitam os habituais lugares comuns sobre a existência de vida extraterrestre, como se fosse obrigatório que ela exista nos mesmos moldes atómicos, moleculares, celulares da nossa. Não é antropocentrismo. É estupidez pura e dura.
Outra coisa é a visão antropocêntrica da coisa. Biocêntrica, diga-se. Esta saga não tem nada a ver com vida extraterrestre. Tem a ver com a nossa. Tem a ver com a nossa necessidade de passar à frente, de ocupar novos territórios, de forma a garantir a continuidade. A nossa e a de outras espécies. As que pudermos levar na Arca. Sabe-se lá por que instinto, nosso, da própria vida em sentido lato, o fazemos.
Talvez que ao encontrarmos outras formas, capazes de interagir com a nossa - que há a hipótese de não haver interacção possível ou registável - isso nos seja fatal. A nós e às espécies com as quais partilhamos este mundo.
A chave seria saber qual das duas, se duas forem, tem o destino mais longínquo.
Se este raciocínio fizer algum sentido em circunstâncias tais.
De qualquer modo, e descontadas todas as enormíssimas margens de erro, este planeta pode muito rudimentarmente dizer-se terrestre. Que é uma designação em que se encaixam os que caem dentro de um determinado intervalo paramétrico.
Suponhamos que é mesmo a tal super-Terra, uma das. Um planeta com uma superfície mais do dobro da da Terra e que tem as condições suficientes para ser habitado.
Quando - olhando o tempo tal como o conhecemos hoje - poderemos lá chegar?
Até esse dia quantos mais e com melhores condições não se deixarão conhecer?
Duvido que esta seja uma data a assinalar. É apenas um - mais um - dos detectados. E nunca saberemos se estou certo ou não. Disso estou quase certo.
26/04/2007
23/04/2007
Restos de colecção (58)
Aproveitando a linha do comboio, aqui vai uma para juntar a esta colecção desencantada pelo amigo Bic Laranja.

foto de publicação da Empresa de Sondagens e Fundações Teixeira Duarte, Lda. [ca. 1978]
Adenda: creio que será esta aqui no trecho da carta de Lisboa (Lisboa Interactiva - CML) - e afinal, tal como disse Bic Laranja, não é.
Aproveitando a linha do comboio, aqui vai uma para juntar a esta colecção desencantada pelo amigo Bic Laranja.
foto de publicação da Empresa de Sondagens e Fundações Teixeira Duarte, Lda. [ca. 1978]
Adenda: creio que será esta aqui no trecho da carta de Lisboa (Lisboa Interactiva - CML) - e afinal, tal como disse Bic Laranja, não é.
22/04/2007
20/04/2007
19/04/2007
17/04/2007
16/04/2007
15/04/2007
As certidões negativas da Cova da Moura
Ando há dias a pensar quantas e quais pediria eu lá, se ainda as passassem.
Obrigado, Arnesto.
Ando há dias a pensar quantas e quais pediria eu lá, se ainda as passassem.
Obrigado, Arnesto.
13/04/2007
12/04/2007
11/04/2007
10/04/2007
09/04/2007
08/04/2007
06/04/2007
O GPS a bordo

Pela minha experiência de consulta de mapas electrónicos, sempre achei que os acessórios cartográficos dos aparelhos de GPS deveriam ser de qualidade medíocre. Incompletos, errados, desactualizadíssimos.
Mudei hoje de opinião em relação a um desses acessórios. Ainda que me tenham confirmado que a qualidade da maioria dessas coisas é, de facto, medíocre.
Claro que o GPS, a localização por coordenadas esféricas, é da maior utilidade. Mas só, sem mapas electrónicos.
Preferível lá meter uma carta militar da série M888.
Pela minha experiência de consulta de mapas electrónicos, sempre achei que os acessórios cartográficos dos aparelhos de GPS deveriam ser de qualidade medíocre. Incompletos, errados, desactualizadíssimos.
Mudei hoje de opinião em relação a um desses acessórios. Ainda que me tenham confirmado que a qualidade da maioria dessas coisas é, de facto, medíocre.
Claro que o GPS, a localização por coordenadas esféricas, é da maior utilidade. Mas só, sem mapas electrónicos.
Preferível lá meter uma carta militar da série M888.
04/04/2007
03/04/2007
02/04/2007
Uma guerra fora d'época

imagem do site da BBC
Quando, há exactamente 25 anos atrás, se percebeu que havia uma guerra que escapava à lógica do tempo, que envolvia duas nações do dito ocidente, houve uma certa estranheza ao verificarmos que, entre indivíduos que tinham aproximadas ideias do mundo e da política, havia adeptos das duas facções.
Isso levou a que houvesse animada disputa, animados comentários, animadas apostas sobre o desfecho.
A placidez de quem ouve e lê afinal a guerra no sofá e a discute na escola. Ainda havia poucas imagens nessa época.
Essa guerra das Malvinas foi a primeira, creio não me enganar, a ser imortalizada em jogos de computador em cima do acontecimento.
Mas foi uma guerra. Fora de época.
imagem do site da BBC
Quando, há exactamente 25 anos atrás, se percebeu que havia uma guerra que escapava à lógica do tempo, que envolvia duas nações do dito ocidente, houve uma certa estranheza ao verificarmos que, entre indivíduos que tinham aproximadas ideias do mundo e da política, havia adeptos das duas facções.
Isso levou a que houvesse animada disputa, animados comentários, animadas apostas sobre o desfecho.
A placidez de quem ouve e lê afinal a guerra no sofá e a discute na escola. Ainda havia poucas imagens nessa época.
Essa guerra das Malvinas foi a primeira, creio não me enganar, a ser imortalizada em jogos de computador em cima do acontecimento.
Mas foi uma guerra. Fora de época.
01/04/2007
Restos de colecção (57)

foto do Magazine da Morrison-Knudsen Company, Inc., Novembro de 1964
É claro que isto é uma reacção ao post da Dona T. Ou como quem diz, olhamos de alto para a coisa.
(em clicando, verão ampliado)
foto do Magazine da Morrison-Knudsen Company, Inc., Novembro de 1964
É claro que isto é uma reacção ao post da Dona T. Ou como quem diz, olhamos de alto para a coisa.
(em clicando, verão ampliado)
30/03/2007
Testes
Sempre me fascinaram os testes deste tipo.
Dos que conheci, um dos meus preferidos é este.
De uma simplicidade tal, que consegue separar as águas.
Basta um baralho de cartas e o conhecimento mínimo sobre o dito.

O objectivo é organizar as cartas no baralho de tal forma que:
movendo a carta de cima do baralho para baixo do mesmo;
e colocando a carta seguinte, sempre de cima, em cima do tabuleiro;
e movendo a que se segue de novo para baixo do baralho, tal como a primeira;
e continuando com a seguinte para cima do tabuleiro;
e assim sucessivamente até esgotar as cartas do baralho,
as cartas colocadas no tabuleiro o sejam por uma ordem pré-estabelecida, por exemplo por naipe e por ordem crescente.
Claro que é para acertar à primeira.
Sempre me fascinaram os testes deste tipo.
Dos que conheci, um dos meus preferidos é este.
De uma simplicidade tal, que consegue separar as águas.
Basta um baralho de cartas e o conhecimento mínimo sobre o dito.
O objectivo é organizar as cartas no baralho de tal forma que:
movendo a carta de cima do baralho para baixo do mesmo;
e colocando a carta seguinte, sempre de cima, em cima do tabuleiro;
e movendo a que se segue de novo para baixo do baralho, tal como a primeira;
e continuando com a seguinte para cima do tabuleiro;
e assim sucessivamente até esgotar as cartas do baralho,
as cartas colocadas no tabuleiro o sejam por uma ordem pré-estabelecida, por exemplo por naipe e por ordem crescente.
Claro que é para acertar à primeira.
29/03/2007
28/03/2007
27/03/2007
Provas
Dizem as cadeias de televisão que o governo do Reino Unido fez um ultimato ao Irão mais ou menos nestes termos:
Ou entregam os militares aprisionados ou apresentaremos provas irrefutáveis de que eles foram feitos prisioneiros quando se encontravam em águas iraquianas.
Interrogo-me eu: mas que raio de provas serão essas?
Por que é que me vem à cabeça o triste espectáculo que Colin Powell deu na ONU há mais de quatro anos?
Dizem as cadeias de televisão que o governo do Reino Unido fez um ultimato ao Irão mais ou menos nestes termos:
Ou entregam os militares aprisionados ou apresentaremos provas irrefutáveis de que eles foram feitos prisioneiros quando se encontravam em águas iraquianas.
Interrogo-me eu: mas que raio de provas serão essas?
Por que é que me vem à cabeça o triste espectáculo que Colin Powell deu na ONU há mais de quatro anos?
Perguntas que não podem fazer-se (n+1)

imagem da SIC Notícias em 16 Fev. 2007
A ser verdade o que se lê hoje nos jornais e se ouviu na televisão, ocorre perguntar:
Que estudo em concreto demorou mês e meio para apurar que se deveu a um desmoronamento o acidente da Linha do Tua, em 12 de Fevereiro passado?
Parece-me ser este tipo de coisa uma daquelas que parecerá ridícula aos vindouros. Por ora parece que ainda não é.
imagem da SIC Notícias em 16 Fev. 2007
A ser verdade o que se lê hoje nos jornais e se ouviu na televisão, ocorre perguntar:
Que estudo em concreto demorou mês e meio para apurar que se deveu a um desmoronamento o acidente da Linha do Tua, em 12 de Fevereiro passado?
Parece-me ser este tipo de coisa uma daquelas que parecerá ridícula aos vindouros. Por ora parece que ainda não é.
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