23/02/2015

Lá como cá ou pior ainda

Registou-se hoje um sismo de magnitude considerável a suleste na Península Ibérica.
A página do IPMA menciona-o há horas.
A página do IGN de Espanha, moita. Completamente bloqueada. Vale a pena relembrar esta nota e dizer que, ou corrigir – em Espanha as coisas costumam funcionar mais mal do que cá.


gráfico com base nos dados do IPMA
BES

Mas aquela gente que tanto grita, esbraceja e clama pelo dinheiro, foi toda enganada?

20/02/2015

Sinais

Isto das cataratas do Niagara terem congelado também em 2015 deve ser coisa do aquecimento global.
Há-de vir quem tal defenda.

18/02/2015

Pelo erro se faz a língua

Um destes dias comprei um livro de cujo autor tinha uma péssima ideia.
Comprei-o com o bichinho da curiosidade.
O livro acaba por não ser tão mau como eu o supunha mas contém inúmeros disparates, decorrentes da má revisão (diz que foi revisto) onde se percebe uma inadequada preparação na utilização de um processador de texto e onde aparece, quentinha, a palavra sofagem, aqui e ali grafada solfagem.
Percebi depois de a ter lido que é um erro frequente nos fóruns ligados a automóveis, cujo contéudo se assemelha em qualidade literária a qualquer caixa de comentários.
Se é pelo erro que se faz a língua e que se faz a escrita, coisa que para mim é pacífica, quando é que esta palavra entrará no léxico?
É que nem sequer soa como corruptela do que é.

12/02/2015

01/02/2015

Matrículas K

Respondendo à pergunta que eu próprio fiz aqui, dez meses atrás, verifica-se que os tais portugueses que se diz andarem de mão dada com a Alcaida seriam sim portugueses de um Portugal que existia até 1974. Mas esse Portugal, como sabemos, acabou.
Por isso...

31/01/2015

Mem Martins, 2008

Geomancia de um fascínio

Hão-de se procurar as marcas do vértice, feitas na fornalha, algures um quilómetro a norte de Campo Maior.
Esta é uma indefinição. A norte de que ponto de Campo Maior?

25/01/2015

Jornalismo

O jornalismo português embebeda-se hoje com Siriza.

24/01/2015

Oportunidade

Estava eu a cogitar lançar um repto de pegar ou largar de consequências universais, quando me deu para atender aquele número que me fuçava a vida há dias.
Era o inevitável vendedor, é claro.
Quis convencer-me, como consta do ponto geral dos vendedores de call center, de que estava ali para me oferecer dinheiro e facilidades.
Disse-lhe que não tomava decisões assim ao telefone com um estranho e ele ofendeu-se. Foi mal educado como não consta do tal ponto.
Acho que o repto dentro de parêntesis que o outro repto suportou me clarificou as ideias. Mesmo que eu não seja um estranho, há oportunidades que, por terem consequências universais (por exemplo, a de trazer a montanha a Maomé), não se tratam ao telefone.

12/01/2015

Alberto João

Há, nas muitas páginas aqui escritas, loas a, e tiros em Alberto João.
A personagem que hoje se demitiu é o corpo de um amálgama que causou estas e aquelas sensações a quem o observou.


fotografia adaptada a partir de uma já não constante da rede

10/01/2015

Solução fácil

A única questão que tem algum interesse a propósito da ocorrência de atentados terroristas com origem no islamismo radical em territórios ocidentais ou de matriz ocidental é saber se se deve ou não dar destaque a tais actos ou ignorá-los como se ignora o picar de uma mosca.
Tem solução fácil esta questão dual: se existe liberdade de imprensa no mundo ocidental, não há forma de se calarem as notícias de tais actos.
Todas as outras discussões são tão inúteis como esta.

07/01/2015

Atraso

Um atraso é qualquer coisa que se mede em unidades de tempo.
Uma civilização atrasada é a que faz o que as outras fizeram esse atraso depois.

02/01/2015

Desfotografar-me

Vai levar algum tempo até que me desfotografe aqui.

30/12/2014

Pôr do sol (prestes) no Alentejo do dia 30 de Dezembro de 2014


foto de ANC

25/12/2014

Cinco anos mais

Afinal, o destino conferiu-lhe exactos cinco anos mais após o voo TG 923.
Em que alguma esperança pairou sobre o seu semblante.

23/12/2014

Infopenia

Aconteceu, está a acontecer este ano uma coisa curiosa e inédita na minha caixa de correio electrónico. Estou a ser bombardeado com votos de Boas Festas por parte de pessoas que não conheço.
E a razão é simples. Apesar de ligar pouco a tais votos, tanto que praticamente não os recebo também, e mais ainda, apesar até de pouco usar o correio electrónico, algumas pessoas têm o meu endereço. Poucas. Ora alguém que eu conheço enviou um mail circular de Boas Festas a um conjunto de pessoas. A parte bizarra é que eu estranhamente não recebi o mail, só as reacções, e isto porque o meu endereço figura na lista dos circulados. Algumas das pessoas resolveram usar a opção “reply to all” e assim fiquei até a saber dos votos particulares de X para o Y.
Talvez que isto seja vulgar, dada a infantilidade intelectual que a net pôs a nu. Eu é que ainda não tinha dado por mais esta. Até este ano.

17/12/2014

Interrupção

A ocorrer, nos próximos tempos, uma interrupção nas entradas neste blogue, esta dever-se-á não a férias de Natal, não a compromissos absorventes, mas a falhas no equipamento que se vão fazendo anunciar.
A aflição das pressas

Estou convencido de que, mais uma vez, a aflição das pressas de fazer o balanço do ano antes de próprio ter terminado, de publicarem os jornais e as revistas os acontecimentos marcantes do ano, foi furada pela realidade – o ano só acaba às 24:00 de 31 de Dezembro, hora local, diria o preciosista.
O que foi hoje anunciado sobre as futuras relações E.U.A. - Cuba figuraria decerto em algumas dessas listas.

14/12/2014

Coisas que os antigos diziam de outra maneira - sentença décima sexta

Não se consegue ser verdadeiramente infame sem se ter tentado a poesia. Nas palavras ou nos actos.