03/08/2016
02/08/2016
31/07/2016
30/07/2016
Para melhor
Para melhor a narração da Volta a Portugal em bicicleta.
Bastou trocar o eloquente João Pedro Mendonça pelo frugal Pedro Martins.
Também este falha mas não persiste no erro e não despende opiniões vãs e despropositadas.
Um exemplo que, mantendo-se, o que é duvidoso, deveria ser seguido nas televisões em geral.
Para melhor a narração da Volta a Portugal em bicicleta.
Bastou trocar o eloquente João Pedro Mendonça pelo frugal Pedro Martins.
Também este falha mas não persiste no erro e não despende opiniões vãs e despropositadas.
Um exemplo que, mantendo-se, o que é duvidoso, deveria ser seguido nas televisões em geral.
28/07/2016
26/07/2016
22/07/2016
19/07/2016
18/07/2016
Cera
Gastar cera com tão ruins defuntos...
Era o que eu não deveria fazer e abster-me de comentar o desempenho dos comentadores de ciclismo da RTP. Coisa que já fiz aqui e provavelmente voltarei a fazer.
É que são tão maus.
E são maus precisamente quando se põem a querer ensinar seja o que fôr. E são muito maus quando se propõem raciocinar seja em que linha fôr.
Remetessem-se eles a palrar sobre a etapa, sobre os ciclistas, talvez a coisa fosse suportável.
De cada vez que exorbitam são uma lástima.
E chegam ao desplante de criticar a vox populi. Eles é que sabem. O povo deveria estar calado.
São pagos pelo erário público.
A RTP não arranja melhor ou não tem lá quem veja que aqueles senhores são péssimos?
Gastar cera com tão ruins defuntos...
Era o que eu não deveria fazer e abster-me de comentar o desempenho dos comentadores de ciclismo da RTP. Coisa que já fiz aqui e provavelmente voltarei a fazer.
É que são tão maus.
E são maus precisamente quando se põem a querer ensinar seja o que fôr. E são muito maus quando se propõem raciocinar seja em que linha fôr.
Remetessem-se eles a palrar sobre a etapa, sobre os ciclistas, talvez a coisa fosse suportável.
De cada vez que exorbitam são uma lástima.
E chegam ao desplante de criticar a vox populi. Eles é que sabem. O povo deveria estar calado.
São pagos pelo erário público.
A RTP não arranja melhor ou não tem lá quem veja que aqueles senhores são péssimos?
14/07/2016
Sociedade
Se é legítima a discussão sobre se as famílias de crianças mentalmente deficientes, com um grau de incapacidade que as torna improdutivas, devem ou não ter apoios do Estado, já é completamente destituída de sentido a discussão sobre se essas mesmas crianças devem ou não ser instruídas com recurso aos meios do Estado.
Se é legítima a discussão sobre se as famílias de crianças mentalmente deficientes, com um grau de incapacidade que as torna improdutivas, devem ou não ter apoios do Estado, já é completamente destituída de sentido a discussão sobre se essas mesmas crianças devem ou não ser instruídas com recurso aos meios do Estado.
11/07/2016
Viagens pelas entranhas do son(h)o

imagem em http://www.buildingservicesblog.com/multi-rope-free-elevator-first-model/

imagem em http://www.buildingservicesblog.com/multi-rope-free-elevator-first-model/
10/07/2016
08/07/2016
07/07/2016
06/07/2016
05/07/2016
04/07/2016
02/07/2016
Europa
Há uma franja significativa de agentes políticos que mudou o discurso em relação à União Europeia. Onde antes se colocavam num pedestal as instituições da UE e se acatavam mui respeitosamente os ditames daquelas, aparece agora um pendor de desconfiança, que já atribui à má gestão dos assuntos europeus o surgimento de ferozes frentes anti-união.
A ideia que dá é que nunca perceberam bem em que águas navegavam.
Não o perceberam no passado, é pouco provável que o percebam no futuro.
Há uma franja significativa de agentes políticos que mudou o discurso em relação à União Europeia. Onde antes se colocavam num pedestal as instituições da UE e se acatavam mui respeitosamente os ditames daquelas, aparece agora um pendor de desconfiança, que já atribui à má gestão dos assuntos europeus o surgimento de ferozes frentes anti-união.
A ideia que dá é que nunca perceberam bem em que águas navegavam.
Não o perceberam no passado, é pouco provável que o percebam no futuro.
01/07/2016
30/06/2016
Bolas
No linguajar dos comentadores futeboleiros, a bola desmaterializou-se, deixou de ser coisa concreta e definida – a bola – para passar a ser apenas uma espécie de conceito abstracto – bola.
Uma equipa já não tem a bola. Uma equipa agora tem bola.
Forçando a deixa, acho que a nossa equipa de futebol devia ter bolas. Jogar com bolas.
No linguajar dos comentadores futeboleiros, a bola desmaterializou-se, deixou de ser coisa concreta e definida – a bola – para passar a ser apenas uma espécie de conceito abstracto – bola.
Uma equipa já não tem a bola. Uma equipa agora tem bola.
Forçando a deixa, acho que a nossa equipa de futebol devia ter bolas. Jogar com bolas.
27/06/2016
26/06/2016
23/06/2016
22/06/2016
20/06/2016
19/06/2016
15/06/2016
Geografia de jornalista
O navio [de onde foi retirado pela FAP um tripulante doente] navegava no rio Tejo, 160 km a oeste do Montijo.
(na SIC N, há pouco - imprecisamente citada. A notícia aqui com noroeste em vez de oeste)
Não prestei atenção ao meio empregado no resgate – se um habitual ilcóptero se um helicóptero.
O navio [de onde foi retirado pela FAP um tripulante doente] navegava no rio Tejo, 160 km a oeste do Montijo.
(na SIC N, há pouco - imprecisamente citada. A notícia aqui com noroeste em vez de oeste)
Não prestei atenção ao meio empregado no resgate – se um habitual ilcóptero se um helicóptero.
13/06/2016
12/06/2016
08/06/2016
05/06/2016
03/06/2016
Voz
Uma das coisas que faz um homem é ser, pelo menos uma vez, francamente aplaudido ao cantar.
Isto a propósito de uma Peugeot 504 que ainda aqui voltará.

imagem em http://autocognito.com/2012/1968-peugeot-504-estate/
Uma das coisas que faz um homem é ser, pelo menos uma vez, francamente aplaudido ao cantar.
Isto a propósito de uma Peugeot 504 que ainda aqui voltará.

imagem em http://autocognito.com/2012/1968-peugeot-504-estate/
31/05/2016
29/05/2016
A Gorda de Baltimore
O facto de A Gorda de Baltimore não ser referida na net (até hoje) enquanto tal, mas apenas na adjectivação de uma tia e de uma adolescente, mostra que não existiu qualidade literária entre os utilizadores daquela expressão e que ela, só por si, não se equilibrou nas canetas da memória.
Honra ainda assim à saudosa Gorda de Baltimore!
O facto de A Gorda de Baltimore não ser referida na net (até hoje) enquanto tal, mas apenas na adjectivação de uma tia e de uma adolescente, mostra que não existiu qualidade literária entre os utilizadores daquela expressão e que ela, só por si, não se equilibrou nas canetas da memória.
Honra ainda assim à saudosa Gorda de Baltimore!
28/05/2016
27/05/2016
26/05/2016
Repentes
Num repente, o cheiro da Esplanada de Sines.
Ele mesmo, inconfundível.
E aqui ao longe, no tempo.
Num repente, o cheiro da Esplanada de Sines.
Ele mesmo, inconfundível.
E aqui ao longe, no tempo.
24/05/2016
23/05/2016
21/05/2016
20/05/2016
Inseguro era o Estádio Nacional
Um simples, ao que parece encartado e carimbado, clama na televisão que o Estádio Nacional está agora muito mais seguro.
Que raio de milagre aconteceu desde que o mesmo simples clamava o contrário?
Um simples, ao que parece encartado e carimbado, clama na televisão que o Estádio Nacional está agora muito mais seguro.
Que raio de milagre aconteceu desde que o mesmo simples clamava o contrário?
19/05/2016
Mistérios com máquinas
Há coisas que só se explicam pela alteração de certos mecanismos cerebrais dos quais ainda estamos longe de ter um satisfatório conhecimento.
No domínio das máquinas, milhentas vezes procedamos de uma determinada forma e um dia, lá acontece, borramos a opa.
Em se tratando de máquinas fotográficas, tenho dois, apenas dois, episódios de filme mal colocado sem que de tal me tenha apercebido.
Tirei as fotos, fiz andar o carreto e nunca me dei conta da falta de resistência da alavanca.
Das duas vezes que tal sucedeu, desperdicei oportunidades únicas.
Uma, de registar os estragos de um fenómeno meteorológico raríssimo lá para as minhas bandas.
Outra, depois de ter andado a saltar muros lisboetas, de ter conseguido uma panorâmica geral de um terreno onde seria suposto desenvolver um projecto. Coisas de estudante.
Neste último, deparei-me com uma figura singular. Depois de transpôr o muro e de ter registado o maior número de enquadramentos possível, de forma a ter pontos de referência para comparar com o levantamento em planta, avistei o homem.
Estava na outra ponta do terreno, escondido pelo mato, sentado de encontro a uma parede, ao lado do que parecia ser uma abertura de acesso à estrutura em abóbada que transmite à estacaria os esforços das paredes pombalinas – não seria o caso da estacaria neste local, dado o terreno de fundação. Uma espécie de catacumbas, em todo o caso.
Estava em tronco nu e lia um jornal. Estava em casa com toda a certeza. Hesitei. Fotografo o homem ou não? Acabei por fazê-lo. Acho que ele nem se deu conta. Pareceu ignorar-me o tempo todo.
Esse rolo ficou virgem, claro está.
Dois ou três dias depois, voltei ao local. Um polícia de giro que não descolava de uma certa esquina não me permitiu o à-vontade suficiente para trepar o muro. Fiz umas fotos do lado de fora e depois apontei a máquina às cegas por cima do muro, com a devida preocupação de obter os enquadramentos mínimos requeridos.
Quando finalmente peguei nas fotos, devo ter escolhido de imediato as que me interessavam para tirar alinhamentos. As outras foram vistas em diagonal com toda a certeza.
É que agora, na fase em que estou de digitalizar memórias, apareceram-me as benditas fotos. Numa delas, o homem está sentado a ler o jornal. Encostado à parede.
Há coisas que só se explicam pela alteração de certos mecanismos cerebrais dos quais ainda estamos longe de ter um satisfatório conhecimento.
No domínio das máquinas, milhentas vezes procedamos de uma determinada forma e um dia, lá acontece, borramos a opa.
Em se tratando de máquinas fotográficas, tenho dois, apenas dois, episódios de filme mal colocado sem que de tal me tenha apercebido.
Tirei as fotos, fiz andar o carreto e nunca me dei conta da falta de resistência da alavanca.
Das duas vezes que tal sucedeu, desperdicei oportunidades únicas.
Uma, de registar os estragos de um fenómeno meteorológico raríssimo lá para as minhas bandas.
Outra, depois de ter andado a saltar muros lisboetas, de ter conseguido uma panorâmica geral de um terreno onde seria suposto desenvolver um projecto. Coisas de estudante.
Neste último, deparei-me com uma figura singular. Depois de transpôr o muro e de ter registado o maior número de enquadramentos possível, de forma a ter pontos de referência para comparar com o levantamento em planta, avistei o homem.
Estava na outra ponta do terreno, escondido pelo mato, sentado de encontro a uma parede, ao lado do que parecia ser uma abertura de acesso à estrutura em abóbada que transmite à estacaria os esforços das paredes pombalinas – não seria o caso da estacaria neste local, dado o terreno de fundação. Uma espécie de catacumbas, em todo o caso.
Estava em tronco nu e lia um jornal. Estava em casa com toda a certeza. Hesitei. Fotografo o homem ou não? Acabei por fazê-lo. Acho que ele nem se deu conta. Pareceu ignorar-me o tempo todo.
Esse rolo ficou virgem, claro está.
Dois ou três dias depois, voltei ao local. Um polícia de giro que não descolava de uma certa esquina não me permitiu o à-vontade suficiente para trepar o muro. Fiz umas fotos do lado de fora e depois apontei a máquina às cegas por cima do muro, com a devida preocupação de obter os enquadramentos mínimos requeridos.
Quando finalmente peguei nas fotos, devo ter escolhido de imediato as que me interessavam para tirar alinhamentos. As outras foram vistas em diagonal com toda a certeza.
É que agora, na fase em que estou de digitalizar memórias, apareceram-me as benditas fotos. Numa delas, o homem está sentado a ler o jornal. Encostado à parede.
18/05/2016
17/05/2016
16/05/2016
15/05/2016
13/05/2016
11/05/2016
A cervejaria literária (III)
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... uma estrela mochilã...
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... uma estrela mochilã...
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09/05/2016
08/05/2016
06/05/2016
Boaty McBoatface
Ou como um fait-divers mostra à saciedade como, para os democratas, a dita democracia só é boa quando dá resultados dentro dos cânones.
Ou como um fait-divers mostra à saciedade como, para os democratas, a dita democracia só é boa quando dá resultados dentro dos cânones.
05/05/2016
04/05/2016
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