22/08/2017
17/08/2017
13/08/2017
08/08/2017
03/08/2017
Homicídio
Pelo que se conhece, parece difícil a sustentação de homicídio por negligência no caso do Cessna na Caparica.
A crer no que se ouviu, houve uma decisão de aterrar na praia.
Decisão essa que quase inapelavelmente iria causar vítimas.
Ao contrário do que sucederia se se tivesse afastado o avião para o mar.
Pelo que se conhece, parece difícil a sustentação de homicídio por negligência no caso do Cessna na Caparica.
A crer no que se ouviu, houve uma decisão de aterrar na praia.
Decisão essa que quase inapelavelmente iria causar vítimas.
Ao contrário do que sucederia se se tivesse afastado o avião para o mar.
31/07/2017
26/07/2017
22/07/2017
19/07/2017
11/07/2017
06/07/2017
04/07/2017
03/07/2017
02/07/2017
27/06/2017
22/06/2017
19/06/2017
Picos de irracionalidade (II)
Há os que querem ladrilhar a floresta.
Há os que bradam porque não se consegue prever tudo e agir em conformidade.
Há os que simplesmente querem expulsar o fogo dos cinco elementos.
Há os que acham que nunca houve nada assim.
Há os que se trocam todos, sendo impossível interpretar o que dizem.
Isto não entre a populaça mas entre os que detêm algum tipo de responsabilidades.
Há os que querem ladrilhar a floresta.
Há os que bradam porque não se consegue prever tudo e agir em conformidade.
Há os que simplesmente querem expulsar o fogo dos cinco elementos.
Há os que acham que nunca houve nada assim.
Há os que se trocam todos, sendo impossível interpretar o que dizem.
Isto não entre a populaça mas entre os que detêm algum tipo de responsabilidades.
18/06/2017
E.N. 236-1

A maioria das estações de televisão dá conta dos acontecimentos na E.N. 236-1, como tendo ocorrido na E.N. 236.
Se de facto foi mesmo entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra que o fogo queimou tantos carros, tanta gente.

A maioria das estações de televisão dá conta dos acontecimentos na E.N. 236-1, como tendo ocorrido na E.N. 236.
Se de facto foi mesmo entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra que o fogo queimou tantos carros, tanta gente.
16/06/2017
13/06/2017
12/06/2017
San Tantónio
Por certo não falhava um. Naqueles anos.
Nos anos em que se apanhava o primeiro comboio para casa.
Nos anos em que se escolhia o percurso em função dos travões do faruque.
Nos anos em que se era protagonista.
Nos anos em que se trocavam mulheres por cigarros.
Nos anos em que até se comiam sardinhas.
Que grande distância já vai.
Mesmo dos Tantónios fora d’época.
Por certo não falhava um. Naqueles anos.
Nos anos em que se apanhava o primeiro comboio para casa.
Nos anos em que se escolhia o percurso em função dos travões do faruque.
Nos anos em que se era protagonista.
Nos anos em que se trocavam mulheres por cigarros.
Nos anos em que até se comiam sardinhas.
Que grande distância já vai.
Mesmo dos Tantónios fora d’época.
Qualquer coisa correu bem
Qualquer coisa ou melhor qualquer conjunto de coisas correu bem para que do incêndio de um autocarro dentro do túnel do Marão onde seguiam cerca de vinte pessoas, não tenham resultado baixas ao hospital.
Também neste caso, por ter corrido bem, conviria saber que conjunto de coisas foi esse.
Qualquer coisa ou melhor qualquer conjunto de coisas correu bem para que do incêndio de um autocarro dentro do túnel do Marão onde seguiam cerca de vinte pessoas, não tenham resultado baixas ao hospital.
Também neste caso, por ter corrido bem, conviria saber que conjunto de coisas foi esse.
09/06/2017
08/06/2017
01/06/2017
27/05/2017
26/05/2017
25/05/2017
24/05/2017
Politicamente correcto
Politicamente correcto é, mais uma vez, dizer que o indivíduo que perpetrou o ataque em Manchester é um cidadão britânico. Como se fosse um Smith qualquer.
Ainda que se trate de um cidadão com passaporte britânico, nascido por aquelas terras, o que o diferencia e o conduziu a fazer o que fez não foi com certeza a cidadania britânica, contra a qual se revelou em último grau.
Politicamente correcto é, mais uma vez, dizer que o indivíduo que perpetrou o ataque em Manchester é um cidadão britânico. Como se fosse um Smith qualquer.
Ainda que se trate de um cidadão com passaporte britânico, nascido por aquelas terras, o que o diferencia e o conduziu a fazer o que fez não foi com certeza a cidadania britânica, contra a qual se revelou em último grau.
23/05/2017
20/05/2017
18/05/2017
16/05/2017
Para depois
Em tempos guardava papéis como prova de vida. Para depois me lembrar do que fizera e sentira.
Esse depois era a muitos anos, a décadas de vista.
Pois bem, esses muitos anos passaram, essas décadas esgotaram-se e os papéis servem de quando em vez o tal propósito de me lembrarem outros tempos.
Os papéis que agora arrecado já não podem alvejar futuro distante. Meia-dúzia de anos, se tanto.
Ainda assim, vou guardando alguns que me lembram estranhos feitos. Como este, de ter ido ver um Arouca-Tondela a contar para a I Liga de futebol, na convicção de que tais encontros não se repetirão num futuro, esse sim, mais ou menos longínquo.
Em tempos guardava papéis como prova de vida. Para depois me lembrar do que fizera e sentira.
Esse depois era a muitos anos, a décadas de vista.
Pois bem, esses muitos anos passaram, essas décadas esgotaram-se e os papéis servem de quando em vez o tal propósito de me lembrarem outros tempos.
Os papéis que agora arrecado já não podem alvejar futuro distante. Meia-dúzia de anos, se tanto.
Ainda assim, vou guardando alguns que me lembram estranhos feitos. Como este, de ter ido ver um Arouca-Tondela a contar para a I Liga de futebol, na convicção de que tais encontros não se repetirão num futuro, esse sim, mais ou menos longínquo.
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