08/08/2017

Sim, Senhora Ministra


imagem da SIC N

Acho-a, de facto, uma mulher interessante.
Estas coisas dizem-se? Às ministras?

03/08/2017

Homicídio

Pelo que se conhece, parece difícil a sustentação de homicídio por negligência no caso do Cessna na Caparica.
A crer no que se ouviu, houve uma decisão de aterrar na praia.
Decisão essa que quase inapelavelmente iria causar vítimas.
Ao contrário do que sucederia se se tivesse afastado o avião para o mar.

22/06/2017

Perguntas que não podem fazer-se (n+7)

Quem foi a criatura que, em 2005, percebeu finalmente que um dos critérios de avaliação de desempenho de uma aeronave de combate ao fogo era o caudal horário?
E que o disse em público com satisfação.
Perguntas que não podem fazer-se (n+6)

Outra delas é quem foi a criatura que denominou hoje a E.N. 236-1 de E.N. 236-i.

21/06/2017

19/06/2017

Picos de irracionalidade (II)

Há os que querem ladrilhar a floresta.
Há os que bradam porque não se consegue prever tudo e agir em conformidade.
Há os que simplesmente querem expulsar o fogo dos cinco elementos.
Há os que acham que nunca houve nada assim.
Há os que se trocam todos, sendo impossível interpretar o que dizem.

Isto não entre a populaça mas entre os que detêm algum tipo de responsabilidades.
Picos de irracionalidade

Estes fenómenos emotivos são picos de irracionalidade.
Assim se percebe a dita nuns muitos, para encontrar frieza e discernimento nuns poucos.
Nada de novo.

18/06/2017

E.N. 236-1



A maioria das estações de televisão dá conta dos acontecimentos na E.N. 236-1, como tendo ocorrido na E.N. 236.
Se de facto foi mesmo entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pêra que o fogo queimou tantos carros, tanta gente.

12/06/2017

San Tantónio

Por certo não falhava um. Naqueles anos.
Nos anos em que se apanhava o primeiro comboio para casa.
Nos anos em que se escolhia o percurso em função dos travões do faruque.
Nos anos em que se era protagonista.
Nos anos em que se trocavam mulheres por cigarros.
Nos anos em que até se comiam sardinhas.
Que grande distância já vai.
Mesmo dos Tantónios fora d’época.
Qualquer coisa correu bem

Qualquer coisa ou melhor qualquer conjunto de coisas correu bem para que do incêndio de um autocarro dentro do túnel do Marão onde seguiam cerca de vinte pessoas, não tenham resultado baixas ao hospital.
Também neste caso, por ter corrido bem, conviria saber que conjunto de coisas foi esse.

24/05/2017

Politicamente correcto

Politicamente correcto é, mais uma vez, dizer que o indivíduo que perpetrou o ataque em Manchester é um cidadão britânico. Como se fosse um Smith qualquer.
Ainda que se trate de um cidadão com passaporte britânico, nascido por aquelas terras, o que o diferencia e o conduziu a fazer o que fez não foi com certeza a cidadania britânica, contra a qual se revelou em último grau.

16/05/2017

Para depois

Em tempos guardava papéis como prova de vida. Para depois me lembrar do que fizera e sentira.
Esse depois era a muitos anos, a décadas de vista.
Pois bem, esses muitos anos passaram, essas décadas esgotaram-se e os papéis servem de quando em vez o tal propósito de me lembrarem outros tempos.
Os papéis que agora arrecado já não podem alvejar futuro distante. Meia-dúzia de anos, se tanto.
Ainda assim, vou guardando alguns que me lembram estranhos feitos. Como este, de ter ido ver um Arouca-Tondela a contar para a I Liga de futebol, na convicção de que tais encontros não se repetirão num futuro, esse sim, mais ou menos longínquo.

15/05/2017

Da moda

Sujeitas que andam as massas à ígnara moda, já quase não há quem distinga entre mentira e erro.