09/03/2018

Coberto vegetal

Depois de se ter instituído a loucura colectiva direccionada para o corte de todo o mato, percebe-se agora uma sanha contra as árvores em geral. Que elas podem cair com o vento ou com a liquefacção do solo que as suporta.
Entretanto, a Natureza mostra o que representa a falta do coberto vegetal onde ele deveria existir.

13/02/2018

22/01/2018

Motivos para deserdar alguém (mais um da série de)

Ouvi-lo intercalar um sonoro "e bem" num qualquer arrazoado.

15/01/2018

Nunca ouvi o camião

O meu sismómetro não acusou coisa alguma esta manhã, ao contrário do que é comum.
De facto, já são inúmeras as experiências de eventos sísmicos pelas quais passei.
Tantas que lhe perdi a conta.
O que nunca ouvi foi o camião cuja passagem ou embate tanta gente assinala nestas alturas.

10/11/2017

Um caso clássico

Alguém perdeu (deixou cair na rua) uma carta fechada, devidamente endereçada e com remetente identificado, e ainda por selar.
Este é o caso clássico que se deparará, ou não, a quem a encontrar.
O facto de o destinatário ser um hospital poderá ter influência na decisão do achante.
Baleal, 2017

08/11/2017

Memorandum

A quantidade de gente muito estúpida que o aparelho de Estado alberga em funções de responsabilidade é assustadora.

16/10/2017

Restos de colecção (82)



Pela feira de Castro. Diz que faz 40 anos.

13/10/2017

Fátima e o resto

Hoje decerto repliquei o meu lado materno ao prestar atenção às comemorações de Fátima. Afinal eram cem anos após a dança do sol.
Estranhei apenas, na minha imensa ignorância teológica, que o Bispo de Leiria-Fátima haja sancionado a resignação como uma não virtude cristã.



No caso do relatório sobre os incêndios de Pedrógão Grande e Góis, registei bem a passagem da página 7 que se aplica a um sem-número de incompetências que o nosso país se obstina em promover: “Pode até evocar-se, no caso português, o desprezo que se tem atribuído, com frequência, ao conhecimento acumulado, muitas vezes com o pretexto de adoção de novidades aparentemente ofuscantes, mas que escondem equívocos e desajustes pessoais.”.

Na mouche.



Estou, parece, a sair de um nojo de palavras.
Portugal, 2009



Barreiras.