08/04/2018
09/03/2018
Coberto vegetal
Depois de se ter instituído a loucura colectiva direccionada para o corte de todo o mato, percebe-se agora uma sanha contra as árvores em geral. Que elas podem cair com o vento ou com a liquefacção do solo que as suporta.
Entretanto, a Natureza mostra o que representa a falta do coberto vegetal onde ele deveria existir.
Depois de se ter instituído a loucura colectiva direccionada para o corte de todo o mato, percebe-se agora uma sanha contra as árvores em geral. Que elas podem cair com o vento ou com a liquefacção do solo que as suporta.
Entretanto, a Natureza mostra o que representa a falta do coberto vegetal onde ele deveria existir.
04/03/2018
11/02/2018
08/02/2018
02/02/2018
25/01/2018
22/01/2018
15/01/2018
Nunca ouvi o camião
O meu sismómetro não acusou coisa alguma esta manhã, ao contrário do que é comum.
De facto, já são inúmeras as experiências de eventos sísmicos pelas quais passei.
Tantas que lhe perdi a conta.
O que nunca ouvi foi o camião cuja passagem ou embate tanta gente assinala nestas alturas.
O meu sismómetro não acusou coisa alguma esta manhã, ao contrário do que é comum.
De facto, já são inúmeras as experiências de eventos sísmicos pelas quais passei.
Tantas que lhe perdi a conta.
O que nunca ouvi foi o camião cuja passagem ou embate tanta gente assinala nestas alturas.
11/01/2018
09/01/2018
31/12/2017
22/12/2017
13/12/2017
12/12/2017
11/12/2017
23/11/2017
13/11/2017
10/11/2017
08/11/2017
05/11/2017
03/11/2017
27/10/2017
25/10/2017
22/10/2017
19/10/2017
18/10/2017
13/10/2017
Fátima e o resto
Hoje decerto repliquei o meu lado materno ao prestar atenção às comemorações de Fátima. Afinal eram cem anos após a dança do sol.
Estranhei apenas, na minha imensa ignorância teológica, que o Bispo de Leiria-Fátima haja sancionado a resignação como uma não virtude cristã.
No caso do relatório sobre os incêndios de Pedrógão Grande e Góis, registei bem a passagem da página 7 que se aplica a um sem-número de incompetências que o nosso país se obstina em promover: “Pode até evocar-se, no caso português, o desprezo que se tem atribuído, com frequência, ao conhecimento acumulado, muitas vezes com o pretexto de adoção de novidades aparentemente ofuscantes, mas que escondem equívocos e desajustes pessoais.”.
Na mouche.
Estou, parece, a sair de um nojo de palavras.
Hoje decerto repliquei o meu lado materno ao prestar atenção às comemorações de Fátima. Afinal eram cem anos após a dança do sol.
Estranhei apenas, na minha imensa ignorância teológica, que o Bispo de Leiria-Fátima haja sancionado a resignação como uma não virtude cristã.
No caso do relatório sobre os incêndios de Pedrógão Grande e Góis, registei bem a passagem da página 7 que se aplica a um sem-número de incompetências que o nosso país se obstina em promover: “Pode até evocar-se, no caso português, o desprezo que se tem atribuído, com frequência, ao conhecimento acumulado, muitas vezes com o pretexto de adoção de novidades aparentemente ofuscantes, mas que escondem equívocos e desajustes pessoais.”.
Na mouche.
Estou, parece, a sair de um nojo de palavras.
12/10/2017
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