14/11/2024
13/11/2024
COP 29
Desta feita assumiram que a questão é mesmo dinheiro.
Vamos ver se há uma linha que seja sobre sobrepopulação.
Desta feita assumiram que a questão é mesmo dinheiro.
Vamos ver se há uma linha que seja sobre sobrepopulação.
12/11/2024
Regionalização
Os adeptos da regionalização bem podem extrair boas lições do que se passou na Comunidade Valenciana.
Os adeptos da regionalização bem podem extrair boas lições do que se passou na Comunidade Valenciana.
11/11/2024
10/11/2024
09/11/2024
Absolutamente
Há coisas que são absolutamente inaceitáveis.
Este caso dos CODU é uma delas. Não se podem deixar morrer pessoas por motivos burocráticos. Só um país preso por arames, como é o nosso caso, e feito para ser fofinho é que justifica tais (in)sucessos.
Já me aconteceu, décadas atrás, ter uma chamada inatendida pelo então 115. Ao fim de pouco tempo, pedi o número dos bombeiros locais, tão locais que estavam a escassos dois minutos do acidente / crime e que compareceram ainda eu estava junto do telefone de onde efectuara a chamada.
Há coisas que são absolutamente inaceitáveis.
Este caso dos CODU é uma delas. Não se podem deixar morrer pessoas por motivos burocráticos. Só um país preso por arames, como é o nosso caso, e feito para ser fofinho é que justifica tais (in)sucessos.
Já me aconteceu, décadas atrás, ter uma chamada inatendida pelo então 115. Ao fim de pouco tempo, pedi o número dos bombeiros locais, tão locais que estavam a escassos dois minutos do acidente / crime e que compareceram ainda eu estava junto do telefone de onde efectuara a chamada.
08/11/2024
Óculos de Penafiel
A rapaziada que usa tais óculos dá espectáculos intelectualmente miseráveis.
Ver os súbditos de PS e PSD atacarem-se pelos erros, os mesmíssimos erros, que ambos cometem é coisa delirante.
Todavia, nisso persistem.
A rapaziada que usa tais óculos dá espectáculos intelectualmente miseráveis.
Ver os súbditos de PS e PSD atacarem-se pelos erros, os mesmíssimos erros, que ambos cometem é coisa delirante.
Todavia, nisso persistem.
06/11/2024
04/11/2024
DANA
A tragédia em Espanha terá* atingido mais graves proporções pelo facto da intensíssima precipitação ter ocorrido em zonas a montante das mais afectadas e ter gerado enxurradas que apanharam desprevenidas populações em locais onde a precipitação não teria sido intensa ao ponto de afastar as pessoas dos caminhos da água.
É a noção com que se fica, depois de vistas as imagens, ouvidos os testemunhos e observado o mapa confrontadamente com os dados da AEMET.
*Efabulação efectuada confortavelmente instalado à secretária, sem outros meios do que as páginas da AEMET e do Iberpix, páginas de jornais e alguns canais de televisão.
A tragédia em Espanha terá* atingido mais graves proporções pelo facto da intensíssima precipitação ter ocorrido em zonas a montante das mais afectadas e ter gerado enxurradas que apanharam desprevenidas populações em locais onde a precipitação não teria sido intensa ao ponto de afastar as pessoas dos caminhos da água.
É a noção com que se fica, depois de vistas as imagens, ouvidos os testemunhos e observado o mapa confrontadamente com os dados da AEMET.
*Efabulação efectuada confortavelmente instalado à secretária, sem outros meios do que as páginas da AEMET e do Iberpix, páginas de jornais e alguns canais de televisão.
03/11/2024
01/11/2024
31/10/2024
Eufemismos
“Zonas urbanas sensíveis” foi o eufemismo arranjado para designar os locais onde a probabilidade de se desrespeitarem a lei e a ordem é maior.
Já li algures que essa designação já não é utilizada, embora figure na lei. Não sei se assim é, mas tanto faz.
O que alguns reivindicam é que não haja distinção no que toca ao policiamento entre essas zonas e os locais onde, pelo contrário, a baderna é desprezável.
É assim o politicamente correcto. Depois dos eufemismos, a licenciosidade. Para sermos “todes enguais”.
Sugiro que se acabe também com os conceitos de crime e de criminoso. Antecipando assim o dia em que a teoria de tudo aplicada ao comportamento humano elimine a noção de livre arbítrio.
“Zonas urbanas sensíveis” foi o eufemismo arranjado para designar os locais onde a probabilidade de se desrespeitarem a lei e a ordem é maior.
Já li algures que essa designação já não é utilizada, embora figure na lei. Não sei se assim é, mas tanto faz.
O que alguns reivindicam é que não haja distinção no que toca ao policiamento entre essas zonas e os locais onde, pelo contrário, a baderna é desprezável.
É assim o politicamente correcto. Depois dos eufemismos, a licenciosidade. Para sermos “todes enguais”.
Sugiro que se acabe também com os conceitos de crime e de criminoso. Antecipando assim o dia em que a teoria de tudo aplicada ao comportamento humano elimine a noção de livre arbítrio.
30/10/2024
28/10/2024
Hill Street
Há mais de cinquenta anos que não me demorava por longo tempo numa esquadra de polícia.
Ontem, em razão de um forte inconveniente sofrido por próximo, estive sentado por bem mais de uma hora numa das mais movimentadas esquadras da cidade.
Nessa delonga tive a oportunidade única de assistir em exclusivo a um briefing de início de turno.
Só me vinham à memória os célebres briefings de Hill Street.
"Hey, let's be careful out there."
Há mais de cinquenta anos que não me demorava por longo tempo numa esquadra de polícia.
Ontem, em razão de um forte inconveniente sofrido por próximo, estive sentado por bem mais de uma hora numa das mais movimentadas esquadras da cidade.
Nessa delonga tive a oportunidade única de assistir em exclusivo a um briefing de início de turno.
Só me vinham à memória os célebres briefings de Hill Street.
"Hey, let's be careful out there."
27/10/2024
Ironia
Só por ironia e por chamada de atenção se pode recorrer a uma prevista proibição de uso de isqueiro.
A mesma ironia que determina que alguém fique proibido de contactar outrem quando o contacto é do interesse de ambos.
É dar uso a disposições legais que se referem ao tempo em que as galinhas tinham dentes.
São mais notícias do manicómio.
Só por ironia e por chamada de atenção se pode recorrer a uma prevista proibição de uso de isqueiro.
A mesma ironia que determina que alguém fique proibido de contactar outrem quando o contacto é do interesse de ambos.
É dar uso a disposições legais que se referem ao tempo em que as galinhas tinham dentes.
São mais notícias do manicómio.
25/10/2024
Uma ténue linha
O que é lamentável neste pequeno rectângulo à beira-mar é que a contradição do politicamente correcto esteja a cargo de um punhado de grunhos, por demissão dos capazes instalados que dele divergem.
Como tal, a contradição disparatada o que faz é dar mais trunfos aos negacionistas da realidade, uma vez que o politicamente correcto se baseia num mundo inexistente, numa utopia de caminhos sem pedras, atapetados de rosas ou de cravos vermelhos.
Viveremos assim na ténue linha que separa a razão do manicómio. Até que...
O que é lamentável neste pequeno rectângulo à beira-mar é que a contradição do politicamente correcto esteja a cargo de um punhado de grunhos, por demissão dos capazes instalados que dele divergem.
Como tal, a contradição disparatada o que faz é dar mais trunfos aos negacionistas da realidade, uma vez que o politicamente correcto se baseia num mundo inexistente, numa utopia de caminhos sem pedras, atapetados de rosas ou de cravos vermelhos.
Viveremos assim na ténue linha que separa a razão do manicómio. Até que...
24/10/2024
O sete e o setenta
Andando anos a fio a sete, há a tendência para se passar ao setenta assim do nada.
A falta de autoridade do Estado, revelada em inúmeros aspectos, dá inevitavelmente lugar ao seu abuso em casos pontuais.
É a chamada ira dos mansos.
Não há Estado que prevaleça sem se fazer respeitar, sem evitar ser posto em causa a cada passo por tibieza.
Andando anos a fio a sete, há a tendência para se passar ao setenta assim do nada.
A falta de autoridade do Estado, revelada em inúmeros aspectos, dá inevitavelmente lugar ao seu abuso em casos pontuais.
É a chamada ira dos mansos.
Não há Estado que prevaleça sem se fazer respeitar, sem evitar ser posto em causa a cada passo por tibieza.
22/10/2024
21/10/2024
Marqueteiros
É difícil encontrar programas de televisão mais ordinários do que os que tratam de marketing.
São sempre uma boa base para se avaliar a qualidade intelectual do dito público alvo.
É difícil encontrar programas de televisão mais ordinários do que os que tratam de marketing.
São sempre uma boa base para se avaliar a qualidade intelectual do dito público alvo.
19/10/2024
A todos e a todas
Sapateiros e sapateiras
Cavalos e cavalas
Postos e postas
Linhos e linhas
Lagartos e lagartas
Copos e copas
Ventos e ventas
Tralhos e tralhas
Festos e festas
Colos e colas
Vinhos e vinhas
Bolos e bolas
Rolos e rolas
Cigarros e cigarras
Canos e canas
Campos e campas
Solos e solas
Limos e limas
Calos e calas
Solos e solas
Bicos e bicas
Putos e putas
Bom dia!
SG, inéditos, 2024
Sapateiros e sapateiras
Cavalos e cavalas
Postos e postas
Linhos e linhas
Lagartos e lagartas
Copos e copas
Ventos e ventas
Tralhos e tralhas
Festos e festas
Colos e colas
Vinhos e vinhas
Bolos e bolas
Rolos e rolas
Cigarros e cigarras
Canos e canas
Campos e campas
Solos e solas
Limos e limas
Calos e calas
Solos e solas
Bicos e bicas
Putos e putas
Bom dia!
SG, inéditos, 2024
18/10/2024
17/10/2024
16/10/2024
Ai que susto!
Vivemos num tempo de susto. De alertas laranjas e amarelos.
De gente sem fibra que com tudo se assusta.
De gente para a qual tudo é motivo de alarme e de temor.
De gente a quem afinal não se explicou que não há nada de novo debaixo do sol e assim com tudo se surpreende e tudo teme. Coisa sempre explorada, creio que com proveito, pela imprensa sensacionalista.
Ouvi, num canal de televisão por estes dias, que algures houve gente que não dormiu com medo de uma trovoada!
Vivemos num tempo de susto. De alertas laranjas e amarelos.
De gente sem fibra que com tudo se assusta.
De gente para a qual tudo é motivo de alarme e de temor.
De gente a quem afinal não se explicou que não há nada de novo debaixo do sol e assim com tudo se surpreende e tudo teme. Coisa sempre explorada, creio que com proveito, pela imprensa sensacionalista.
Ouvi, num canal de televisão por estes dias, que algures houve gente que não dormiu com medo de uma trovoada!
13/10/2024
12/10/2024
Memória
Escrevi aqui há uns anos que, nos tempos que correm pouca coisa existiria na memória colectiva de um povo.
Aos antigos, ainda ouvíamos falar do ano da neve* (1954) com grande precisão de detalhes. Pouca informação de cada vez possibilitava armazenamento de longos períodos, uma vez que a memória humana não é ilimitada.
Ao consultar o Facebook, esse manancial sociológico dos dias correntes, se percebe que a memória dos povos é curtíssima.
Sendo a memória humana limitada, é provável que o bombardeamento constante de nova informação leve a esvaziar as gavetas mais remotas.
O certo é que se verifica que grande parte das pessoas com idade para terem retido memórias de decénios atrás, estão completamente baralhadas a respeito dessas mesmas memórias ou simplesmente não as têm. E mostram uma ignorância muitas vezes agressiva.
*para os do Sul
Escrevi aqui há uns anos que, nos tempos que correm pouca coisa existiria na memória colectiva de um povo.
Aos antigos, ainda ouvíamos falar do ano da neve* (1954) com grande precisão de detalhes. Pouca informação de cada vez possibilitava armazenamento de longos períodos, uma vez que a memória humana não é ilimitada.
Ao consultar o Facebook, esse manancial sociológico dos dias correntes, se percebe que a memória dos povos é curtíssima.
Sendo a memória humana limitada, é provável que o bombardeamento constante de nova informação leve a esvaziar as gavetas mais remotas.
O certo é que se verifica que grande parte das pessoas com idade para terem retido memórias de decénios atrás, estão completamente baralhadas a respeito dessas mesmas memórias ou simplesmente não as têm. E mostram uma ignorância muitas vezes agressiva.
*para os do Sul
Lumpenificação, xenofobia ou uma solução saturada
Como já escrevi aqui, o problema não é um azul no meio dos verdes, um amarelo no meio dos vermelhos, um preto no meio dos brancos. O problema é uma solução saturada onde já não é possível dissolver seja o que for.
Para quem, como eu, cresceu e viveu num meio de iguais, ditos remediados provenientes das mais diversas partes, onde cada um respeitava as regras subentendidas e, para lá de um ou outro conflito mais exacerbado mas esporádico, tudo decorria num ambiente amigável, ver-se agora rodeado e apertado por gente sem qualquer ligação ao lugar, sem qualquer respeito pelas regras implícitas, muitas vezes sequer sem capacidade de as entender, querendo impor a sua presença torrencial e alienígena sem o mínimo esforço para se integrar, importando pouco ou nada se é azul, preta ou amarela, é um desgaste que bem dispensava.
É certo que esta gente, pelo pouco discernimento que aparenta ter, vem para cumprir tarefas que os indígenas recusam. Tudo isso se sabe. Talvez fosse o caso de se saber escolher gente mais facilmente solúvel, que a há, contraditório que isto possa parecer com a solução saturada.
Os idiotas instalados em redomas à prova de incómodos persistem em ignorar esta realidade. É muito longe dos seus ambientes climatizados.
Como já escrevi aqui, o problema não é um azul no meio dos verdes, um amarelo no meio dos vermelhos, um preto no meio dos brancos. O problema é uma solução saturada onde já não é possível dissolver seja o que for.
Para quem, como eu, cresceu e viveu num meio de iguais, ditos remediados provenientes das mais diversas partes, onde cada um respeitava as regras subentendidas e, para lá de um ou outro conflito mais exacerbado mas esporádico, tudo decorria num ambiente amigável, ver-se agora rodeado e apertado por gente sem qualquer ligação ao lugar, sem qualquer respeito pelas regras implícitas, muitas vezes sequer sem capacidade de as entender, querendo impor a sua presença torrencial e alienígena sem o mínimo esforço para se integrar, importando pouco ou nada se é azul, preta ou amarela, é um desgaste que bem dispensava.
É certo que esta gente, pelo pouco discernimento que aparenta ter, vem para cumprir tarefas que os indígenas recusam. Tudo isso se sabe. Talvez fosse o caso de se saber escolher gente mais facilmente solúvel, que a há, contraditório que isto possa parecer com a solução saturada.
Os idiotas instalados em redomas à prova de incómodos persistem em ignorar esta realidade. É muito longe dos seus ambientes climatizados.
11/10/2024
09/10/2024
07/10/2024
05/10/2024
03/10/2024
IRS jovem
Qual será a percentagem dos que sendo muito qualificados e capazes acabam por emigrar não por razões económicas mas porque não estão para ser governados por idiotas?
Qual será a percentagem dos que sendo muito qualificados e capazes acabam por emigrar não por razões económicas mas porque não estão para ser governados por idiotas?
Jornalismo
É certo que os topónimos com o tempo passam a designar áreas diversas das que designavam inicialmente. Pode ser por decisão política, por prática consuetudinária, etc.
Também certo é que só por profunda ignorância da geografia lisboeta se pode designar um ponto próximo do Alto de São João como sendo a Penha de França ou Santa Apolónia.
Pois foi isto mesmo que sucedeu ontem e ainda sucede hoje em todos os meios de imprensa que referiram e referem o triplo homicídio ocorrido na zona do Alto de São João. Ainda que ali seja hoje freguesia da Penha de França.
É certo que os topónimos com o tempo passam a designar áreas diversas das que designavam inicialmente. Pode ser por decisão política, por prática consuetudinária, etc.
Também certo é que só por profunda ignorância da geografia lisboeta se pode designar um ponto próximo do Alto de São João como sendo a Penha de França ou Santa Apolónia.
Pois foi isto mesmo que sucedeu ontem e ainda sucede hoje em todos os meios de imprensa que referiram e referem o triplo homicídio ocorrido na zona do Alto de São João. Ainda que ali seja hoje freguesia da Penha de França.
02/10/2024
30/09/2024
Infantis
Aqui a ouvir dois aparentes ingénuos a perorar sobre a coerência das posições de cada estado face a dois conflitos diferentes.
Como se houvesse alguma coerência nos seres, nos estados, para além da própria sobrevivência.
E como se houvesse uma espécie de lógica do bem, que seria “administrada” pelo Direito Internacional dando o mesmo peso a fracos e a fortes estados.
Esta gente nasceu ontem ou quer evangelizar-nos com toda a desfaçatez?
Aqui a ouvir dois aparentes ingénuos a perorar sobre a coerência das posições de cada estado face a dois conflitos diferentes.
Como se houvesse alguma coerência nos seres, nos estados, para além da própria sobrevivência.
E como se houvesse uma espécie de lógica do bem, que seria “administrada” pelo Direito Internacional dando o mesmo peso a fracos e a fortes estados.
Esta gente nasceu ontem ou quer evangelizar-nos com toda a desfaçatez?
29/09/2024
28/09/2024
Derrames
Não temos nesta altura outra solução para os problemas que não seja derramar dinheiro sobre eles.
Derramar inteligência e idoneidade que seguramente seria um remédio mais eficaz, torna-se impossível pelo simples facto de os capazes fugirem do lodo que é a administração pública como o diabo foge da cruz.
Espiral descendente.
Não temos nesta altura outra solução para os problemas que não seja derramar dinheiro sobre eles.
Derramar inteligência e idoneidade que seguramente seria um remédio mais eficaz, torna-se impossível pelo simples facto de os capazes fugirem do lodo que é a administração pública como o diabo foge da cruz.
Espiral descendente.
26/09/2024
25/09/2024
24/09/2024
Multicare
Já aqui tinha mencionado a péssima página que a Multicare tem para os subscritores. Na sua versão para Windows, tem listas sem possibilidade óbvia de as percorrer, impossibilidade de recuar passos sem voltar ao início, etc.
O tempo passa e a má qualidade mantém-se. Que tipo de gente programa estas coisas?
Já aqui tinha mencionado a péssima página que a Multicare tem para os subscritores. Na sua versão para Windows, tem listas sem possibilidade óbvia de as percorrer, impossibilidade de recuar passos sem voltar ao início, etc.
O tempo passa e a má qualidade mantém-se. Que tipo de gente programa estas coisas?
23/09/2024
20/09/2024
Medinho
O medinho que esta tropa fandanga que nos governa e nos informa tem das realidades...
Mal ou bem, com maior ou menor competência, com maior ou menor percentagem de casos averiguados, as investigações feitas pelas autoridades concluem que o incendiarismo é o maior responsável (em subdivisão de factores, tal como na tabela a que se acede clicando na imagem) pelos fogos, chegando a 28% dos casos.
No entanto, o discurso oficial é de continuada negação de tais resultados.
O medinho que esta tropa fandanga que nos governa e nos informa tem das realidades...
Mal ou bem, com maior ou menor competência, com maior ou menor percentagem de casos averiguados, as investigações feitas pelas autoridades concluem que o incendiarismo é o maior responsável (em subdivisão de factores, tal como na tabela a que se acede clicando na imagem) pelos fogos, chegando a 28% dos casos.
No entanto, o discurso oficial é de continuada negação de tais resultados.
Viés
A quantidade de opiniões ditas especializadas que saem enviesadas por razões ideológicas ou limitadas por estreiteza de visão, mesmo no caso dos incêndios rurais é elucidativa da fraca qualidade dos ditos especialistas.
Largam amiúde no meio das opiniões rotundos disparates que só a ausência de raciocínio justifica.
A quantidade de opiniões ditas especializadas que saem enviesadas por razões ideológicas ou limitadas por estreiteza de visão, mesmo no caso dos incêndios rurais é elucidativa da fraca qualidade dos ditos especialistas.
Largam amiúde no meio das opiniões rotundos disparates que só a ausência de raciocínio justifica.
19/09/2024
18/09/2024
17/09/2024
16/09/2024
Torniquetes
Quando se cortam vias de comunicação é preciso medir bem as consequências desses cortes.
Não se podem cortar a torto e a direito sob pena de deixar sem escapatória quem necessita de abandonar algum local.
Dito isto, o que transparece é uma total incapacidade de observar e gerir as condições de tráfego em vias de grande circulação quando surgem factores catastróficos.
Há uma outra coisa que me preocupa há muito – as ratoeiras em que se constituem as auto-estradas quando por longos quilómetros não há forma de transpor o separador central e empreender uma fuga em sentido contrário sempre que um fogo interrompe a circulação.
Quando se cortam vias de comunicação é preciso medir bem as consequências desses cortes.
Não se podem cortar a torto e a direito sob pena de deixar sem escapatória quem necessita de abandonar algum local.
Dito isto, o que transparece é uma total incapacidade de observar e gerir as condições de tráfego em vias de grande circulação quando surgem factores catastróficos.
Há uma outra coisa que me preocupa há muito – as ratoeiras em que se constituem as auto-estradas quando por longos quilómetros não há forma de transpor o separador central e empreender uma fuga em sentido contrário sempre que um fogo interrompe a circulação.
14/09/2024
Reportar
Reportar em directo concisa e explicitamente não será decerto muito fácil.
Há, todavia, quem o faça muito bem e de forma graciosa.
Comparar qualquer dos directos de Catarina Duarte Fonseca (sim, já a referi aqui mais de uma vez) com a miséria que se vê amiúde em outros canais, onde gente sem os mínimos olímpicos é mandada para o campo com a missão de parecer um disco riscado, repetindo e repetindo o que já foi dito, para encher chouriços, é comparar o... com a Feira de Castro.
Reportar em directo concisa e explicitamente não será decerto muito fácil.
Há, todavia, quem o faça muito bem e de forma graciosa.
Comparar qualquer dos directos de Catarina Duarte Fonseca (sim, já a referi aqui mais de uma vez) com a miséria que se vê amiúde em outros canais, onde gente sem os mínimos olímpicos é mandada para o campo com a missão de parecer um disco riscado, repetindo e repetindo o que já foi dito, para encher chouriços, é comparar o... com a Feira de Castro.
13/09/2024
Palavras
Disse o ministro da Defesa que Olivença é portuguesa. Fez bem.
Já ouvi uns quantos a verberar tal afirmação. Sem argumentos a não ser umas asneiras. Algumas delas monumentais, tais como a questão da ocupação da vila remontar ao século XIII.
Mas são só palavras. Actos, nem vê-los.
Disse o ministro da Defesa que Olivença é portuguesa. Fez bem.
Já ouvi uns quantos a verberar tal afirmação. Sem argumentos a não ser umas asneiras. Algumas delas monumentais, tais como a questão da ocupação da vila remontar ao século XIII.
Mas são só palavras. Actos, nem vê-los.
12/09/2024
11/09/2024
10/09/2024
08/09/2024
06/09/2024
01/09/2024
30/08/2024
James (um post facebuquiano)
Nos últimos anos do século XX, ainda tinha poiso certo no Alentejo, um jovem deu-me a conhecer os James por via de um prato de plástico que, ufano, trouxe para casa autografado pelos membros do grupo.
Um quarto de século depois, disponho-me a recordar as canções dos James no palco do Crato, sítio onde já revi com gosto e boa companhia, sons da minha juventude e da minha madureza.
Cartaz e bilhete roubados aqui e ali
Nos últimos anos do século XX, ainda tinha poiso certo no Alentejo, um jovem deu-me a conhecer os James por via de um prato de plástico que, ufano, trouxe para casa autografado pelos membros do grupo.
Um quarto de século depois, disponho-me a recordar as canções dos James no palco do Crato, sítio onde já revi com gosto e boa companhia, sons da minha juventude e da minha madureza.
Cartaz e bilhete roubados aqui e ali
29/08/2024
A troika
Os figurões e as figurinhas do PS que apareceram a associar Maria Luís Albuquerque à troika ou não têm nada na cabeça, não se lembrando já que foi o próprio PS quem se lançou nos braços da dita ou são intelectualmente desonestos.
Sim, a austeridade, as restrições. É que quando não há dinheiro não há palhaços.
Os figurões e as figurinhas do PS que apareceram a associar Maria Luís Albuquerque à troika ou não têm nada na cabeça, não se lembrando já que foi o próprio PS quem se lançou nos braços da dita ou são intelectualmente desonestos.
Sim, a austeridade, as restrições. É que quando não há dinheiro não há palhaços.
28/08/2024
As burrices do costume
“Em termos de magnitude, e considerando uma área com um raio de 100 km em torno do epicentro, trata-se do 10º maior sismo ocorrido desde o séc. XVI” – escreve o IPMA num comunicado.
Ora os burros do costume subsomem logo para a totalidade do território e adjacências. Não se dão sequer ao trabalho de ler o corpo da notícia para compor o título.
“Em termos de magnitude, e considerando uma área com um raio de 100 km em torno do epicentro, trata-se do 10º maior sismo ocorrido desde o séc. XVI” – escreve o IPMA num comunicado.
Ora os burros do costume subsomem logo para a totalidade do território e adjacências. Não se dão sequer ao trabalho de ler o corpo da notícia para compor o título.
26/08/2024
O som do camião
Eu que reclamei aqui em tempos que nunca tinha ouvido nenhum som estranho aquando de um sismo e já senti uma boa remessa deles, devo dizer que hoje ouvi um som estranho*, certamente uma combinação de frequências as mais diversas, desde o edifício ao mobiliário e a tudo o mais. O que parecia, sim, era tratar-se de um efeito especial de algum filme de suspense. Foi o que me ocorreu. Tinha algo de melodia.
Mas não era o camião de que tanta gente fala.
*som que mais alguém ouviu, tendo passado num excerto de filme nos camais de televisão, onde o obtive.
Eu que reclamei aqui em tempos que nunca tinha ouvido nenhum som estranho aquando de um sismo e já senti uma boa remessa deles, devo dizer que hoje ouvi um som estranho*, certamente uma combinação de frequências as mais diversas, desde o edifício ao mobiliário e a tudo o mais. O que parecia, sim, era tratar-se de um efeito especial de algum filme de suspense. Foi o que me ocorreu. Tinha algo de melodia.
Mas não era o camião de que tanta gente fala.
*som que mais alguém ouviu, tendo passado num excerto de filme nos camais de televisão, onde o obtive.
Emergência
Então, segundo o responsável máximo da ANEPC, o critério para a activação do mecanismo de emergência é a magnitude de um sismo. Será a partir de 6,1.
Mas um sismo de magnitude inferior a 6,1 pode ter uma intensidade destruidora na zona pericentral.
Falta precisar qualquer coisa nesta declaração.
Então, segundo o responsável máximo da ANEPC, o critério para a activação do mecanismo de emergência é a magnitude de um sismo. Será a partir de 6,1.
Mas um sismo de magnitude inferior a 6,1 pode ter uma intensidade destruidora na zona pericentral.
Falta precisar qualquer coisa nesta declaração.
Sismos sentidos
Sismos sentidos no Continente com magnitude superior ao de hoje desde 1997 segundo o IPMA.
Tabela aqui.
Sismos sentidos no Continente com magnitude superior ao de hoje desde 1997 segundo o IPMA.
Tabela aqui.
Vizinhança
Diz que há quem ande a estudar a sismogénese da costa ocidental portuguesa e que há muito ainda por esclarecer. O que é facto é que este sismo ocorreu na zona onde se registou uma crise em Janeiro do ano passado.
Aqui uma lista de sismos registados num raio de 20 km do epicentro do sismo de hoje desde 2022 e o respectivo mapa.
Diz que há quem ande a estudar a sismogénese da costa ocidental portuguesa e que há muito ainda por esclarecer. O que é facto é que este sismo ocorreu na zona onde se registou uma crise em Janeiro do ano passado.
Aqui uma lista de sismos registados num raio de 20 km do epicentro do sismo de hoje desde 2022 e o respectivo mapa.
Várias burrices
Uma – a de que o sismo de hoje foi o mais forte sentido por cá e gerado na vizinhança do território desde o de 1969. Errado. O de 12 de Fevereiro de 2007 teve uma magnitude de 5,8. Mas houve outros.
Duas - a de que o ponto do território mais próximo do epicentro é o cabo de Sines. Errado. De acordo com as coordenadas fornecidas pelo IPMA, pelo IGN e pelo USGS é o cabo Espichel.
Uma – a de que o sismo de hoje foi o mais forte sentido por cá e gerado na vizinhança do território desde o de 1969. Errado. O de 12 de Fevereiro de 2007 teve uma magnitude de 5,8. Mas houve outros.
Duas - a de que o ponto do território mais próximo do epicentro é o cabo de Sines. Errado. De acordo com as coordenadas fornecidas pelo IPMA, pelo IGN e pelo USGS é o cabo Espichel.
De nada serve
De nada serve ter o IM (IPMA) uma página sobre sismos se após um sismo não tem capacidade de resposta.
A burrice técnico-portuguesa em bom estilo.
Em 15 anos não conseguiram resolver. O USGS já o regista.
De nada serve ter o IM (IPMA) uma página sobre sismos se após um sismo não tem capacidade de resposta.
A burrice técnico-portuguesa em bom estilo.
Em 15 anos não conseguiram resolver. O USGS já o regista.
25/08/2024
22/08/2024
Ladrilhadores
Lá vêm os ladrilhadores com as suas ganas de ladrilhar os campos. Querem fazê-lo mesmo nos locais inacessíveis.
Ainda assim consegui ouvir alguém dizer na televisão que o coberto arbustivo não é lixo. Esta afirmação escapou decerto à censura.
Lá vêm os ladrilhadores com as suas ganas de ladrilhar os campos. Querem fazê-lo mesmo nos locais inacessíveis.
Ainda assim consegui ouvir alguém dizer na televisão que o coberto arbustivo não é lixo. Esta afirmação escapou decerto à censura.
21/08/2024
Grande Infantário
Sejam convenções supostamente políticas, sejam espectáculos supostamente culturais ou desportivos, as encenações e os discursos no Grande Infantário são exemplares do que é o seu universo intelectual.
Por cá temos uma ministra que acha que a ilha (da Madeira) é lindíssima e que as pessoas (da ilha) são muito boas.
Sejam convenções supostamente políticas, sejam espectáculos supostamente culturais ou desportivos, as encenações e os discursos no Grande Infantário são exemplares do que é o seu universo intelectual.
Por cá temos uma ministra que acha que a ilha (da Madeira) é lindíssima e que as pessoas (da ilha) são muito boas.
19/08/2024
Escalas
Descobriram agora que não há autoridade na organização das escalas médicas.
Sabemos e sabíamos todos que a ideia peregrina de na prática limitar as férias escolares ao mês de Agosto iria causar estes atropelos.
Descobriram agora que não há autoridade na organização das escalas médicas.
Sabemos e sabíamos todos que a ideia peregrina de na prática limitar as férias escolares ao mês de Agosto iria causar estes atropelos.
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Das minhas recordações mais remotas vem a minha ideia de que os adultos por vezes falavam em "tubos de nada".


