Faz hoje vinte anos que bati o meu recorde daqui (da foz do Tejo) até Tavira.
Mais de oito horas. Por um caminho que, mais troço menos troço, foi mais tarde designado por “rota amarela”, o que muito me desagradou, já que era aconselhado como alternativa ao congestionamento.
De Palmela para lá, sempre fora das canadas da transumância, como era meu hábito nesse tempo em que coincidia nas calendas com os grandes rebanhos.
Acho que só fui apanhado uma vez numa fila de trânsito daquelas a sério, desde a época em que as estradas começaram a ficar sazonalmente saturadas.
Já não me recordo qual foi o erro de cálculo que cometi então.
trecho do mapa do ACP - 89ª edição