Em termos formais (parte II)*
Em termos formais, o partido ou coligação que obteve maior número de mandatos foi o PS.
A AD (PSD+CDS+PPM) obteve um a menos, embora tivesse tido maior número de votos.
Só contando com os mandatos obtidos na Madeira por outra coligação diferente (PSD+CDS) que não se designava AD é que se somam mais mandatos a estes partidos do que ao PS.
Partido a partido, PS e PSD surgem empatados em mandatos, uma vez que se atribuem dois mandatos ao CDS.
Não ouço nem vejo isto ser referido na imprensa, talvez porque o PS teve pressa em declarar-se derrotado e não convinha levantar ondas na praia de Belém, onde se considera que a AD teve mais mandatos do que o PS.
* Em tempos, uma figura socialista da política portuguesa, confrontada em tribunal por determinadas acusações, iniciava toda a sua argumentação pela expressão “em termos formais...”.
22/03/2024
21/03/2024
Contagem
A acreditar no que disseram os repórteres no local, ninguém sabia a que horas acabaria a contagem dos votos chegados pelo correio.
Uma vez que não havia votos a entrar depois de certa hora, não haveria assim ninguém capaz de fazer uma estimativa do tempo necessário para a contagem dos votos restantes, a partir do tempo já gasto nas contagens anteriores.
Seria disto que se trataria a acreditar no que foi dito.
Nada de surpreendente na organização à portuguesa.
A acreditar no que disseram os repórteres no local, ninguém sabia a que horas acabaria a contagem dos votos chegados pelo correio.
Uma vez que não havia votos a entrar depois de certa hora, não haveria assim ninguém capaz de fazer uma estimativa do tempo necessário para a contagem dos votos restantes, a partir do tempo já gasto nas contagens anteriores.
Seria disto que se trataria a acreditar no que foi dito.
Nada de surpreendente na organização à portuguesa.
19/03/2024
16/03/2024
16 de Março
Quem cá estava há exactos cinquenta anos não se espantou com a movimentação das tropas das Caldas. Esperava-se qualquer coisa a qualquer momento.
Era ideia generalizada que o regime estava em estertor e que qualquer abanão um pouco maior o faria cair.
Só restava a dúvida de que lado viria o abanão: se do lado esquerdo, se do lado direito.
Um mês e tal depois se obteria a resposta.
do arquivo online do Diário de Lisboa do acervo da Fundação Mário Soares
Quem cá estava há exactos cinquenta anos não se espantou com a movimentação das tropas das Caldas. Esperava-se qualquer coisa a qualquer momento.
Era ideia generalizada que o regime estava em estertor e que qualquer abanão um pouco maior o faria cair.
Só restava a dúvida de que lado viria o abanão: se do lado esquerdo, se do lado direito.
Um mês e tal depois se obteria a resposta.
do arquivo online do Diário de Lisboa do acervo da Fundação Mário Soares
15/03/2024
Macron
Achar que um político deve ser coerente para além da efémera memória dos povos é ingenuidade gritante.
Ainda assim o Sr. Macron merece uma referência por duas declarações que sem dificuldade se vêem antagónicas. É certo que passaram 7 anos entre uma e outra. Talvez esses 7 anos sejam o suficiente para apagar da memória o que já foi dito. E assim se valide o ziguezague.
Achar que um político deve ser coerente para além da efémera memória dos povos é ingenuidade gritante.
Ainda assim o Sr. Macron merece uma referência por duas declarações que sem dificuldade se vêem antagónicas. É certo que passaram 7 anos entre uma e outra. Talvez esses 7 anos sejam o suficiente para apagar da memória o que já foi dito. E assim se valide o ziguezague.
11/03/2024
Em termos formais*
Em termos formais, e para já, com os resultados conhecidos, quem ganhou a eleição foi o PS.
A AD (PSD+CDS+PPM) não supera o PS. Nem em votos nem em mandatos.
Só contando com os votos obtidos na Madeira por outra coligação diferente (PSD+CDS) é que é ultrapassado o resultado do PS.
Daqui se infere que a coligação ou partido mais votado é o PS. Ainda que o PSD somado com o CDS tenha mais votos e mais mandatos. Informalmente.
Não ouço nem vejo isto ser referido na imprensa.
* Em tempos, uma figura socialista da política portuguesa, confrontada em tribunal por determinadas acusações, iniciava toda a sua argumentação pela expressão “em termos formais...”.
Em termos formais, e para já, com os resultados conhecidos, quem ganhou a eleição foi o PS.
A AD (PSD+CDS+PPM) não supera o PS. Nem em votos nem em mandatos.
Só contando com os votos obtidos na Madeira por outra coligação diferente (PSD+CDS) é que é ultrapassado o resultado do PS.
Daqui se infere que a coligação ou partido mais votado é o PS. Ainda que o PSD somado com o CDS tenha mais votos e mais mandatos. Informalmente.
Não ouço nem vejo isto ser referido na imprensa.
* Em tempos, uma figura socialista da política portuguesa, confrontada em tribunal por determinadas acusações, iniciava toda a sua argumentação pela expressão “em termos formais...”.
08/03/2024
C.I.A.O.
Comité Internacional do Ádipe Ofídico
Portanto, trata-se de distribuir a inexistente riqueza de diferentes formas. É só disso que se trata.
Não se ouve um pio sobre política para a criação da dita riqueza, produção industrial, produtividade, etc.
Em suma, vendem-se sonhos em frascos assim:

Imagem surripiada acolá e alterada
Isto para além da negação da realidade que o pensamento politicamente correcto promove para que não se trilhem susceptibilidades mais incendiáveis.
É tudo isto o que está no frasco da banha da cobra, brandido em todos os rossios deste pobre país.
Não se aproveita um!
O dia de reflexão, cuja utilidade é por estes tempos questionada, tem duas virtudes: uma, é a de dar descanso dos feirantes; outra, é a de proporcionar aos candidatos a sua imagem reflectida num espelho côncavo.
Comité Internacional do Ádipe Ofídico
Portanto, trata-se de distribuir a inexistente riqueza de diferentes formas. É só disso que se trata.
Não se ouve um pio sobre política para a criação da dita riqueza, produção industrial, produtividade, etc.
Em suma, vendem-se sonhos em frascos assim:

Imagem surripiada acolá e alterada
Isto para além da negação da realidade que o pensamento politicamente correcto promove para que não se trilhem susceptibilidades mais incendiáveis.
É tudo isto o que está no frasco da banha da cobra, brandido em todos os rossios deste pobre país.
Não se aproveita um!
O dia de reflexão, cuja utilidade é por estes tempos questionada, tem duas virtudes: uma, é a de dar descanso dos feirantes; outra, é a de proporcionar aos candidatos a sua imagem reflectida num espelho côncavo.
05/03/2024
04/03/2024
03/03/2024
01/03/2024
Desde que eles foram à Lua
Quem tenha idade para se lembrar dos anos 70 saberá que os climatologistas eram praticamente unânimes em afirmar que não existiam dados que confirmassem as alterações climáticas que eram amiúde referidas pela vox populi: “Desde que eles foram à Lua, isto nunca mais foi o mesmo.”
Pois bem, passaram 50 anos e a memória do povo continua a traí-lo.
E nesse ínterim os climatologistas agora de serviço desdizem o que os seus antecessores proclamavam.
A boa ciência, que não adere a modas, evolui aprofundando teorias, melhorando métodos, criando maiores aproximações à descrição dos fenómenos. A má ciência, ancorada em papagaios acríticos, torna-se caixa de ressonância de modismos pouco analíticos, sujeitos a desmentido a breve trecho.
O que é relevante neste caso é que aparentemente os dados que não existiam há 50 anos já existem hoje, uma vez que a teoria em voga dita que as alterações climáticas vêm do início da época industrial.
Entretanto a exaustão dos recursos, a superpopulação e a poluição dos habitats são letra morta entre os politicamente correctos. Não angariam votos nem ficam bem na estante das ideias feitas.
Quem tenha idade para se lembrar dos anos 70 saberá que os climatologistas eram praticamente unânimes em afirmar que não existiam dados que confirmassem as alterações climáticas que eram amiúde referidas pela vox populi: “Desde que eles foram à Lua, isto nunca mais foi o mesmo.”
Pois bem, passaram 50 anos e a memória do povo continua a traí-lo.
E nesse ínterim os climatologistas agora de serviço desdizem o que os seus antecessores proclamavam.
A boa ciência, que não adere a modas, evolui aprofundando teorias, melhorando métodos, criando maiores aproximações à descrição dos fenómenos. A má ciência, ancorada em papagaios acríticos, torna-se caixa de ressonância de modismos pouco analíticos, sujeitos a desmentido a breve trecho.
O que é relevante neste caso é que aparentemente os dados que não existiam há 50 anos já existem hoje, uma vez que a teoria em voga dita que as alterações climáticas vêm do início da época industrial.
Entretanto a exaustão dos recursos, a superpopulação e a poluição dos habitats são letra morta entre os politicamente correctos. Não angariam votos nem ficam bem na estante das ideias feitas.
Não fazem um
Do Chega ao Bloco de Esquerda, os cabecilhas que se apresentam a escrutínio todos juntos não fazem um.
E o que não falta é cópia de encómios a todos e a cada um, equiparando-os à papeleira da Ericeira.
Nas fasquias baixas passa qualquer um.
Do Chega ao Bloco de Esquerda, os cabecilhas que se apresentam a escrutínio todos juntos não fazem um.
E o que não falta é cópia de encómios a todos e a cada um, equiparando-os à papeleira da Ericeira.
Nas fasquias baixas passa qualquer um.
27/02/2024
26/02/2024
Campanha
Já está disponível a formulação de 2024.
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Em todas as feiras.
Não se aproveita um.
Já está disponível a formulação de 2024.
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Em todas as feiras.
Não se aproveita um.
25/02/2024
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