Confusões
Confundir inocência com não participação em acto insurrecto público, notório e assumido é mais uma das particularidades de linguagem sem qualquer sentido que se ouvem e lêem amiúde.
17/03/2023
13/03/2023
12/03/2023
Sonhos
Não foi preciso ver todo o filme de animação “Ice merchants” para reconhecer naquelas imagens fragmentos dos meus sonhos. A topografia dos meus sonhos, as cores dos meus sonhos.
Julgo ter ouvido ou lido algures que o autor, João Gonzalez, afirmara que parte da história lhe chegara num lusco-fusco da mente, no prestes do adormecimento.
Coincidências ou talvez não.
imagem em https://lisboasecreta.co/filme-portugues-nomeado-oscares-ice-merchants-cinemas-portugal/
Não foi preciso ver todo o filme de animação “Ice merchants” para reconhecer naquelas imagens fragmentos dos meus sonhos. A topografia dos meus sonhos, as cores dos meus sonhos.
Julgo ter ouvido ou lido algures que o autor, João Gonzalez, afirmara que parte da história lhe chegara num lusco-fusco da mente, no prestes do adormecimento.
Coincidências ou talvez não.
imagem em https://lisboasecreta.co/filme-portugues-nomeado-oscares-ice-merchants-cinemas-portugal/
11/03/2023
Paris

imagem da CNN Portugal
Nunca se viu nada assim.
Os parisienses não são baderneiros, nunca por lá houve barricadas, altercações, motins, quedas da Bastilha.
Por cá, faz hoje anos que se desatou uma outra baderma. Da qual ainda hoje pagamos o preço.
09/03/2023
07/03/2023
"Alô, Alô"
Com o fim da era “Alô, alô” na TAP mais me convenço de que a divulgação das más decisões da administração da empresa teve como fim aplainar na opinião pública o caminho para a privatização.
Com o fim da era “Alô, alô” na TAP mais me convenço de que a divulgação das más decisões da administração da empresa teve como fim aplainar na opinião pública o caminho para a privatização.
04/03/2023
O ser irracional
Um indivíduo que aparentemente esteve a pontos de ser colhido pelo carro que se despistou ontem no rali das Camélias argumentava que estava numa zona segura porque se encontrava atrás das fitas demarcadoras.
Não tem a capacidade de olhar para um traçado e prever quais são os pontos a evitar, particularmente a parte exterior da saída das curvas, como aparentemente também era o caso.
Sendo que em ralis, as partes seguras, se as há, são os pontos elevados onde muito dificilmente um carro despistado alcança.
Não ter a mínima noção do risco e esperar que sejam os outros – as baias – a indicar-lhe o local onde se deve instalar é só um sinal de irracionalidade, particularmente agravado quando assim se argumenta em público.
Um indivíduo que aparentemente esteve a pontos de ser colhido pelo carro que se despistou ontem no rali das Camélias argumentava que estava numa zona segura porque se encontrava atrás das fitas demarcadoras.
Não tem a capacidade de olhar para um traçado e prever quais são os pontos a evitar, particularmente a parte exterior da saída das curvas, como aparentemente também era o caso.
Sendo que em ralis, as partes seguras, se as há, são os pontos elevados onde muito dificilmente um carro despistado alcança.
Não ter a mínima noção do risco e esperar que sejam os outros – as baias – a indicar-lhe o local onde se deve instalar é só um sinal de irracionalidade, particularmente agravado quando assim se argumenta em público.
03/03/2023
26/02/2023
25/02/2023
24/02/2023
Paz
No meu tempo de infância, dois que guerreassem só paravam pela exaustão ou por intervenção de dois ou três que os separassem. Servia de nada que houvesse vozes a clamar : “Parem lá com isso!”
Creio que essa lição perdura. Toda a História o ratiifica.
No meu tempo de infância, dois que guerreassem só paravam pela exaustão ou por intervenção de dois ou três que os separassem. Servia de nada que houvesse vozes a clamar : “Parem lá com isso!”
Creio que essa lição perdura. Toda a História o ratiifica.
20/02/2023
A dor é aqui
Quando alguém numa chamada telefónica e não numa videochamada responde à pergunta "Onde é que lhe dói?" da seguinte forma: "A dor é aqui."
Quando alguém sozinho dentro de um carro gesticula basto a justificar-se ao telemóvel.
Quando alguém se refere pelo nome a outrem que desconhecemos em absoluto, há a tentação de retorquir: “Ah, sim! O primo do Sr. Luís!”
Quando alguém numa chamada telefónica e não numa videochamada responde à pergunta "Onde é que lhe dói?" da seguinte forma: "A dor é aqui."
Quando alguém sozinho dentro de um carro gesticula basto a justificar-se ao telemóvel.
Quando alguém se refere pelo nome a outrem que desconhecemos em absoluto, há a tentação de retorquir: “Ah, sim! O primo do Sr. Luís!”
17/02/2023
Um dos dois é aldrabão
Já não falamos de erros, posto que a matéria está de há muito escrutinada. Um erro nunca seria uma mentira, uma aldrabice. A questão é que ou há outras carreiras congeladas na Administração Pública para além da dos professores ou não há.
Se um diz diz que há, outro que não há, eu que não sei se há ou não, sei que um dos dois é aldrabão. Rimou!
Já não falamos de erros, posto que a matéria está de há muito escrutinada. Um erro nunca seria uma mentira, uma aldrabice. A questão é que ou há outras carreiras congeladas na Administração Pública para além da dos professores ou não há.
Se um diz diz que há, outro que não há, eu que não sei se há ou não, sei que um dos dois é aldrabão. Rimou!
15/02/2023
14/02/2023
Negacionismo
Há um afã das fontes ditas científicas em negar possibilidades pouco prováveis quando nada sabem sobre um dado assunto. Aplica-se isto aos mais diversos campos do conhecimento e também ao quotidiano.
Negar que um OVNI é extraterrestre quando se afirma nada saber sobre o dito objecto é um óbvio sinal de mente limitada ao politicamente correcto.
É um afã quase epidérmico, a medo da inevitável chacota que sempre surge quando se fala de algo improvável. Chacota que de resto se ouviu claramente desta vez.
Há um afã das fontes ditas científicas em negar possibilidades pouco prováveis quando nada sabem sobre um dado assunto. Aplica-se isto aos mais diversos campos do conhecimento e também ao quotidiano.
Negar que um OVNI é extraterrestre quando se afirma nada saber sobre o dito objecto é um óbvio sinal de mente limitada ao politicamente correcto.
É um afã quase epidérmico, a medo da inevitável chacota que sempre surge quando se fala de algo improvável. Chacota que de resto se ouviu claramente desta vez.
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