Rui Tavares
Rui Tavares, um indivíduo que goza de um estatuto na imprensa que o sobrevaloriza valentemente, veio dizer que o método de Hondt, entre outros factores, impediu a eleição de um deputado do Livre.
Afirmações deste jaez não lhe são incomuns, porém continua a ser dado como uma eminência.
O Livre teve 3,76% dos votos, faltando apurar 5 consulados. Teria direito, numa proporção directa, a 0,0376 x 21 = 0,7896 deputados.
12/06/2024
10/06/2024
De cebolada
A primeira nota é para mim próprio: sou obrigado a comer o meu chapéu depois do que aqui escrevi.
Atentas as condicionantes, o sistema de voto em qualquer assembleia funcionou.
A segunda nota é para a triste e inculta expressão “voto em mobilidade” como se os eleitores caminhassem placidamente no jardim e alguém lhes aparecesse com uma espécie de carrinho de chá a fim de recolher o seu voto.
A terceira nota é para o considerável esvaziamento do balão “Chega” aqui previsto a seu tempo.
A quarta nota é para o crescimento da Iniciativa Liberal, embalada na certa pela boa escolha do candidato principal.
A quinta nota é de novo para mim próprio que não ganhei um chavo com o Toto PE.
A sexta e última é para a eventual utilização futura deste sistema de voto em qualquer assembleia que funcionaria obviamente para o voto electrónico e, sem grandes ajustes, para eleitores do mesmo círculo, seja ele distrital, concelhio ou por freguesia.
Com exigências de papel impresso no momento e de maior empenho e demora na escolha (separação) e na contagem, um sistema baseado na informação contida no cartão de cidadão pode funcionar em qualquer lado. Pode ser que não valha a pena atentas as vantagens e as desvantagens.
Chapéu, faca e garfo vieram daqui e dacolá.
A primeira nota é para mim próprio: sou obrigado a comer o meu chapéu depois do que aqui escrevi.
Atentas as condicionantes, o sistema de voto em qualquer assembleia funcionou.
A segunda nota é para a triste e inculta expressão “voto em mobilidade” como se os eleitores caminhassem placidamente no jardim e alguém lhes aparecesse com uma espécie de carrinho de chá a fim de recolher o seu voto.
A terceira nota é para o considerável esvaziamento do balão “Chega” aqui previsto a seu tempo.
A quarta nota é para o crescimento da Iniciativa Liberal, embalada na certa pela boa escolha do candidato principal.
A quinta nota é de novo para mim próprio que não ganhei um chavo com o Toto PE.
A sexta e última é para a eventual utilização futura deste sistema de voto em qualquer assembleia que funcionaria obviamente para o voto electrónico e, sem grandes ajustes, para eleitores do mesmo círculo, seja ele distrital, concelhio ou por freguesia.
Com exigências de papel impresso no momento e de maior empenho e demora na escolha (separação) e na contagem, um sistema baseado na informação contida no cartão de cidadão pode funcionar em qualquer lado. Pode ser que não valha a pena atentas as vantagens e as desvantagens.
Chapéu, faca e garfo vieram daqui e dacolá.
09/06/2024
A quantas andam...
Diz a imprensa que o acidente em que a ministra da Saúde esteve envolvida foi participado como tendo ocorrido na A8 quando na realidade ocorrrera na A10.
Esta malta que circula à volta dos governantes não sabe a quantas anda. Nada de surpreendente.
Diz a imprensa que o acidente em que a ministra da Saúde esteve envolvida foi participado como tendo ocorrido na A8 quando na realidade ocorrrera na A10.
Esta malta que circula à volta dos governantes não sabe a quantas anda. Nada de surpreendente.
07/06/2024
04/06/2024
03/06/2024
02/06/2024
01/06/2024
31/05/2024
30/05/2024
27/05/2024
23/05/2024
19/05/2024
Trabalho de polícia
Um trabalho de polícia é o que se passa com a recolha e tratamento dos testemunhos da passagem de um bólide esta noite pelos céus de Portugal a fim de estabelecer uma trajectória, se não existirem dados instrumentais relevantes.
A cópia de asneiras na avaliação dos testemunhos dos populares pelos comentadores de serviço é tão impressionante como as imagens recolhidas.
Um trabalho de polícia é o que se passa com a recolha e tratamento dos testemunhos da passagem de um bólide esta noite pelos céus de Portugal a fim de estabelecer uma trajectória, se não existirem dados instrumentais relevantes.
A cópia de asneiras na avaliação dos testemunhos dos populares pelos comentadores de serviço é tão impressionante como as imagens recolhidas.
18/05/2024
Sporting
Foi um bom campeonato sem dúvida.
Atentando à percentagem de pontos obtidos numa base de 2 por vitória e 1 por empate, verifica-se que em 1946/47 o Sporting fez melhor, superou os 90%, coisa que não fez agora por muito pouco. Se bem que nessa época só haja disputado 26 jogos contra os 34 desta época, o que levaria a uma correcção.
Foi um bom campeonato sem dúvida.
Atentando à percentagem de pontos obtidos numa base de 2 por vitória e 1 por empate, verifica-se que em 1946/47 o Sporting fez melhor, superou os 90%, coisa que não fez agora por muito pouco. Se bem que nessa época só haja disputado 26 jogos contra os 34 desta época, o que levaria a uma correcção.
16/05/2024
Racismo
Uma das falhas óbvias dos ólogos politicamente correctos é não terem a noção do que é uma solução saturada.
Não a têm como não têm grande noção da realidade que deles se esconde atrás dos véus que gostam de ostentar à frente dos olhos banhados em ideais idílicos de paz e amor.
Não é um azul no meio dos verdes que causa incómodo e muda o comprimento de onda da luz. É uma chusma de azuis que o faz quando suplanta o número de verdes.
E o que não falta são lugares onde tal acontece e causa grande perturbação.
Os ólogos politicamente correctos não vêem ou não querem ver tal coisa. Até negam a existência de diferença nos comprimentos de onda da luz visível. Assim se surpreendem quando a realidade lhes contraria as previsões, os interesses e os preconceitos.
Gritam depois contra os seus próprios fantasmas cujas designações esdrúxulas resultam da sua também própria ignorância.
imagem de https://www.thoughtco.com/the-visible-light-spectrum-2699036
Uma das falhas óbvias dos ólogos politicamente correctos é não terem a noção do que é uma solução saturada.
Não a têm como não têm grande noção da realidade que deles se esconde atrás dos véus que gostam de ostentar à frente dos olhos banhados em ideais idílicos de paz e amor.
Não é um azul no meio dos verdes que causa incómodo e muda o comprimento de onda da luz. É uma chusma de azuis que o faz quando suplanta o número de verdes.
E o que não falta são lugares onde tal acontece e causa grande perturbação.
Os ólogos politicamente correctos não vêem ou não querem ver tal coisa. Até negam a existência de diferença nos comprimentos de onda da luz visível. Assim se surpreendem quando a realidade lhes contraria as previsões, os interesses e os preconceitos.
Gritam depois contra os seus próprios fantasmas cujas designações esdrúxulas resultam da sua também própria ignorância.
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