Conteúdo
Algumas considerações sobre os temas da actualidade:
A haver um canal de televisão que justificasse censura, seria decerto a ARtv.
O país ficaria impedido de aferir a qualidade modal dos seus representantes no Parlamento.
A notícia da provável criação de uma comissão de inquérito à forma como decorreu o processo de intenção de compra da TVI pela PT ou lá o que é que ela irá inquirir é uma acha mais para a fogueira da justificação da dita censura.
Digo isto porque tenho sido cliente do som de tal canal de tv. E o que ouço substancia a péssima ideia que tenho da qualidade intelectual dos sentantes do hemiciclo. Com raras e muito honrosas excepções, naturalmente.
Noto que, recentemente, nas audições da Comissão de Ética, se refere amiúde a necessidade de (ob)ter conteúdos.
De facto, a necessidade de ter conteúdos, conteúdo – basta-me o singular – deveria ser universal e óbvia. Pelos vistos, não o é.
Almejarei talvez estupidamente o melhor dos mundos. Julgo apenas que almejo um mundo político com menor número de incapazes. Só isso.
A sanha da oposição em atacar Sócrates com assuntos menores e sem ponta por onde se lhe pegue é o espelho da sua capacidade.
E a amostra da alternativa existente.
Pobre país, como dizia Pacheco Pereira.
02/03/2010
28/02/2010
Impacto ambiental
Houvesse no tempo de Dom João V estas duas noções: a que se ganhou no reinado do seu filho sobre os terramotos e sua génese terrena e a que se adquiriu posteriormente de que a costa ocidental da América do Sul é muito propensa a tais fenómenos na sua extrema manifestação e teria Dom Luís da Cunha ousado congeminar a troca do Algarve pelo Chile?
Houvesse no tempo de Dom João V estas duas noções: a que se ganhou no reinado do seu filho sobre os terramotos e sua génese terrena e a que se adquiriu posteriormente de que a costa ocidental da América do Sul é muito propensa a tais fenómenos na sua extrema manifestação e teria Dom Luís da Cunha ousado congeminar a troca do Algarve pelo Chile?
Xynthia

carta de previsão do ECMWF via site do IM
As previsões que o ECMWF fez anteontem davam a entender que a depressão seria muito cavada ao atingir a França.
Daí, o meu comentário.
Ao que dizem as notícias, mortífera se tornou.
carta de previsão do ECMWF via site do IM
As previsões que o ECMWF fez anteontem davam a entender que a depressão seria muito cavada ao atingir a França.
Daí, o meu comentário.
Ao que dizem as notícias, mortífera se tornou.
25/02/2010
24/02/2010
23/02/2010
22/02/2010
21/02/2010
19/02/2010
ETA

A ser verdade o que se contou na imprensa e que foi:
O condutor de um veículo, no qual seguiam duas pessoas, desobedeceu a uma ordem de paragem por parte da GNR no caminho municipal nº 1408 de Óbidos, na noite de 1 de Fevereiro, segunda-feira.
O veículo foi mais tarde encontrado abandonado.
Na noite de quinta-feira, 4 de Fevereiro, as autoridades foram avisadas por um vizinho de que uma casa sita no Casal da Avarela se encontrava de portas e janelas abertas e luzes acesas há alguns dias.
Na sexta-feira, 5 de Fevereiro, forças policiais invadiram esta casa tendo encontrado material utilizável na fabricação de explosivos, bem como explosivos prontos a usar.
O veículo abandonado foi identificado como sendo o utilizado pelos ocupantes da casa.
A ser isto tudo verdadeiro, presume-se que os ocupantes da viatura e inquilinos da casa, certos de estarem a praticar actos ilícitos, abandonaram carro e casa, temendo primeiro uma nova intercepção na estrada e depois um assalto das autoridades à residência e sequente captura, depois de estas relacionarem o veículo com a morada.
Incorreram num erro de estimativa e num erro de análise. O de estimativa foi de três dias e tal. O de análise foi julgarem que o carro conduziria a polícia à casa. A barreira a que escaparam encontrava-se, segundo as notícias, no caminho que serve a moradia.
O facto de não terem nem fechado a porta nem apagado a luz aponta para uma pressa desmedida e pouco consentânea com o sangue frio que se costuma atribuir a operacionais da ETA.
A não se tratar de uma reacção tal, então observa-se que tudo fizeram para chamar a atenção para a casa.
Mais, só colocando letreiros e sinais sonoros.
É uma história bizarra e parece que, mais uma vez, muito mal contada.
A ser verdade o que se contou na imprensa e que foi:
O condutor de um veículo, no qual seguiam duas pessoas, desobedeceu a uma ordem de paragem por parte da GNR no caminho municipal nº 1408 de Óbidos, na noite de 1 de Fevereiro, segunda-feira.
O veículo foi mais tarde encontrado abandonado.
Na noite de quinta-feira, 4 de Fevereiro, as autoridades foram avisadas por um vizinho de que uma casa sita no Casal da Avarela se encontrava de portas e janelas abertas e luzes acesas há alguns dias.
Na sexta-feira, 5 de Fevereiro, forças policiais invadiram esta casa tendo encontrado material utilizável na fabricação de explosivos, bem como explosivos prontos a usar.
O veículo abandonado foi identificado como sendo o utilizado pelos ocupantes da casa.
A ser isto tudo verdadeiro, presume-se que os ocupantes da viatura e inquilinos da casa, certos de estarem a praticar actos ilícitos, abandonaram carro e casa, temendo primeiro uma nova intercepção na estrada e depois um assalto das autoridades à residência e sequente captura, depois de estas relacionarem o veículo com a morada.
Incorreram num erro de estimativa e num erro de análise. O de estimativa foi de três dias e tal. O de análise foi julgarem que o carro conduziria a polícia à casa. A barreira a que escaparam encontrava-se, segundo as notícias, no caminho que serve a moradia.
O facto de não terem nem fechado a porta nem apagado a luz aponta para uma pressa desmedida e pouco consentânea com o sangue frio que se costuma atribuir a operacionais da ETA.
A não se tratar de uma reacção tal, então observa-se que tudo fizeram para chamar a atenção para a casa.
Mais, só colocando letreiros e sinais sonoros.
É uma história bizarra e parece que, mais uma vez, muito mal contada.
Subscrever:
Mensagens (Atom)