14/06/2011
13/06/2011
11/06/2011
10/06/2011
Opiniões
O Presidente da República tem as suas opiniões.
Ultimamente têm sido bastante discordantes das minhas.
Não consigo ver de que doença padeçam os portugueses que careçam dela ser curados.
A não ser a que aqui apontei há tempo. Se é que se pode chamar a isso doença.
E se é a ela que se refere o Presidente...
O Presidente da República tem as suas opiniões.
Ultimamente têm sido bastante discordantes das minhas.
Não consigo ver de que doença padeçam os portugueses que careçam dela ser curados.
A não ser a que aqui apontei há tempo. Se é que se pode chamar a isso doença.
E se é a ela que se refere o Presidente...
09/06/2011
08/06/2011
Cabeça
O Presidente da República, pegando nas palavras de um homenageado, afirmou que Portugal precisa de trabalho, trabalho, muito trabalho.
Discordo em absoluto.
O que Portugal precisa é de cabeça, cabeça, muita cabeça.
A frase não está no discurso escrito por ser uma citação oportuna. Mas ouve-se no fim.
O Presidente da República, pegando nas palavras de um homenageado, afirmou que Portugal precisa de trabalho, trabalho, muito trabalho.
Discordo em absoluto.
O que Portugal precisa é de cabeça, cabeça, muita cabeça.
A frase não está no discurso escrito por ser uma citação oportuna. Mas ouve-se no fim.
07/06/2011
Por Humphrey!
Esta coisa de abrir e de fechar ministérios, de convidar gente para a reforma - passam a ser pagos e nada produzem - e de esbanjar dinheiro no acessório há muito que deveria ter sido estancada.
Não se vislumbra o fim do sansonete.
Esta coisa de abrir e de fechar ministérios, de convidar gente para a reforma - passam a ser pagos e nada produzem - e de esbanjar dinheiro no acessório há muito que deveria ter sido estancada.
Não se vislumbra o fim do sansonete.
Jornalistas
Dizia há pouco a voz off feminina no Telejornal da RTP que (citando de memória) “[...] beneficiários falecidos continuaram a receber [...]”
A tal questão da paragem do autocarro.
Dizia há pouco a voz off feminina no Telejornal da RTP que (citando de memória) “[...] beneficiários falecidos continuaram a receber [...]”
A tal questão da paragem do autocarro.
06/06/2011
Eu tive um amigo
Eu tive um amigo que era adversário de José Sócrates.
Eu tive um amigo que era subordinante de António José Seguro.
Eu tive um amigo que esperava mais de António Guterres.
Eu tive um amigo que era um homem inteligente, capaz.
Já não tenho o amigo. Morreu na estrada há muito.
Lembro-me dele como amigo, como homem capaz.
Muito mais capaz do que esta tropa toda.
Faz falta ao Partido Socialista.
Muita falta.
O que se afigura daqui para a frente por lá é mais mediocridade.
Para mal do Partido Socialista e de Portugal.
Eu tive um amigo que era adversário de José Sócrates.
Eu tive um amigo que era subordinante de António José Seguro.
Eu tive um amigo que esperava mais de António Guterres.
Eu tive um amigo que era um homem inteligente, capaz.
Já não tenho o amigo. Morreu na estrada há muito.
Lembro-me dele como amigo, como homem capaz.
Muito mais capaz do que esta tropa toda.
Faz falta ao Partido Socialista.
Muita falta.
O que se afigura daqui para a frente por lá é mais mediocridade.
Para mal do Partido Socialista e de Portugal.
Melhor

Foi possível fazer melhor.
O boletim da esquerda acusa neste momento um total de 54, igual ao recorde de há seis anos.
Mas será reduzido com os eventuais acertos nos mandatos atribuídos pela emigração.
Este método – que é o “então vamos lá ver quantos votos é que estes tipos vão ter desta vez?” em cada círculo eleitoral, aplicando depois o método de Hondt – parece não ser muito menos eficaz que muitos dos métodos escolásticos que por aí se viram.
Mas isto sou eu a escrever.
Foi possível fazer melhor.
O boletim da esquerda acusa neste momento um total de 54, igual ao recorde de há seis anos.
Mas será reduzido com os eventuais acertos nos mandatos atribuídos pela emigração.
Este método – que é o “então vamos lá ver quantos votos é que estes tipos vão ter desta vez?” em cada círculo eleitoral, aplicando depois o método de Hondt – parece não ser muito menos eficaz que muitos dos métodos escolásticos que por aí se viram.
Mas isto sou eu a escrever.
05/06/2011
Ambiente
Na fúria evangelizadora dos Dias Mundiais, 5 de Junho é o Dia Mundial do Ambiente.
Há muitos anos, noutra encarnação, era salvo o erro ditame do programa lectivo da disciplina que então ministrava, a feitura de um cartaz alusivo.
De todos os que os alunos produziram, houve um que ainda hoje me vem à memória e que serviu de modelo à ilustração aposta.
Recordo-me que combinava traço preciso e boa combinação de cores.
E que, acima de tudo, com os círculos verdes copa d’árvore materializava a ideia entranhada nas massas que a cor do ambiente é o verde.
Eu não sei se o ambiente tem cor mas tenho a certeza de que a cor natural ecuménica é o azul.
Em todos os céus aparece. Em todos ou quase todos os lagos se vê reflectido. Em muitos dos rios se vislumbra. Em toda a praia se divisa.
Já o verde que pode cansar na selva não se entrevê no deserto. É ralo na savana e inexistente nos pólos.
Eu não sei se o ambiente tem cor. Se não será transparente o ambiente que envolve os humanos e toda a fauna e flora terrestres e aéreas.
Pode até ser amarelo como o olho de Ra que paira sobre todos.
Não sei se tem. Não sei.
Na fúria evangelizadora dos Dias Mundiais, 5 de Junho é o Dia Mundial do Ambiente.
Há muitos anos, noutra encarnação, era salvo o erro ditame do programa lectivo da disciplina que então ministrava, a feitura de um cartaz alusivo.
De todos os que os alunos produziram, houve um que ainda hoje me vem à memória e que serviu de modelo à ilustração aposta.
Recordo-me que combinava traço preciso e boa combinação de cores.
E que, acima de tudo, com os círculos verdes copa d’árvore materializava a ideia entranhada nas massas que a cor do ambiente é o verde.
Eu não sei se o ambiente tem cor mas tenho a certeza de que a cor natural ecuménica é o azul.
Em todos os céus aparece. Em todos ou quase todos os lagos se vê reflectido. Em muitos dos rios se vislumbra. Em toda a praia se divisa.
Já o verde que pode cansar na selva não se entrevê no deserto. É ralo na savana e inexistente nos pólos.
Eu não sei se o ambiente tem cor. Se não será transparente o ambiente que envolve os humanos e toda a fauna e flora terrestres e aéreas.
Pode até ser amarelo como o olho de Ra que paira sobre todos.
Não sei se tem. Não sei.
04/06/2011
03/06/2011
A escola de Chicago
A jornalista da RTP que cobria a atribuição do Pritzker a Souto Moura afirmou que Barack Obama nasceu em Chicago.
Se Donald Trump a ouvir e a perceber...
A jornalista da RTP que cobria a atribuição do Pritzker a Souto Moura afirmou que Barack Obama nasceu em Chicago.
Se Donald Trump a ouvir e a perceber...
02/06/2011
Talvez me engane
Ia jurar que às 2:00 TMG (3:00 de Lisboa) houve algures um sismo significativo.
actualização às 3:00 TMG (4:00 de Lisboa): Não creio que se tratasse deste sismo. Dado o erro na hora e a magnitude assinalada.
actualização às 20:00 TMG (21:00 de Lisboa): O site do IM assinala às 2:57 TMG um sismo de magnitude 1,4 no Banco Gorringe. A haver um lapso na hora, os três minutos são perfeitamente aceitáveis para a propagação. Notei que o tremor foi excepcionalmente prolongado, comparando com os últimos sismos sentidos.
actualização às 21:00 TMG (22:00 de Lisboa)): Deixando de tresler as horas, parece-me ter sido este evento.
Ia jurar que às 2:00 TMG (3:00 de Lisboa) houve algures um sismo significativo.
actualização às 3:00 TMG (4:00 de Lisboa): Não creio que se tratasse deste sismo. Dado o erro na hora e a magnitude assinalada.
actualização às 20:00 TMG (21:00 de Lisboa): O site do IM assinala às 2:57 TMG um sismo de magnitude 1,4 no Banco Gorringe. A haver um lapso na hora, os três minutos são perfeitamente aceitáveis para a propagação. Notei que o tremor foi excepcionalmente prolongado, comparando com os últimos sismos sentidos.
actualização às 21:00 TMG (22:00 de Lisboa)): Deixando de tresler as horas, parece-me ter sido este evento.
01/06/2011
30/05/2011
Num mundo de doidos
Os jormalistas aferem e tergiversam sobre os diferentes instantes em que as personagens pedem a maioria absoluta.
E assim as instam, com a sua lengalenga, a fazê-lo.
É esta uma exemplar ilustração da doidice que caracteriza a sociedade actual, que leva já uns bons anos de uso:
Quem pede uma maioria absoluta, quase sempre o faz tendo em vista uma certa marca de vodka e copo cheio, é bom de ver. É um pedido interessante, tão interessante que todas as campanhas eleitorais são marcadas pela sua ocorrência. Há o antes e o depois do pedido de maioria absoluta. Já pediu a maioria absoluta? Desde que pediu a maioria absoluta...

com a devida vénia à marca registada
Os jormalistas aferem e tergiversam sobre os diferentes instantes em que as personagens pedem a maioria absoluta.
E assim as instam, com a sua lengalenga, a fazê-lo.
É esta uma exemplar ilustração da doidice que caracteriza a sociedade actual, que leva já uns bons anos de uso:
Quem pede uma maioria absoluta, quase sempre o faz tendo em vista uma certa marca de vodka e copo cheio, é bom de ver. É um pedido interessante, tão interessante que todas as campanhas eleitorais são marcadas pela sua ocorrência. Há o antes e o depois do pedido de maioria absoluta. Já pediu a maioria absoluta? Desde que pediu a maioria absoluta...
com a devida vénia à marca registada
29/05/2011
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