Escapou-lhe
Está um tipo na televisão (TVI 24) que acaba de dizer que só falta ver o Benfica a jogar de azul e o Porto a jogar de vermelho.
Escapou-lhe qualquer coisa.
19/08/2012
A imbecilidade ignorante (episódio Θ+6)
O imbecil que está a dar lições enquanto comenta a Volta a Portugal na RTP acabou de debitar uma pérola de estupidez de alto quilate.
Pretendeu explicar uma coisa que ele próprio não entende. A qual é a má formulação de um algoritmo que calcula atrasos de corredores face a outros.
Que como qualquer criança percebe independe de uns estarem a descer, outros a subir.
Mas para ele depende. Ainda não chegou ao QI da tal criança.
E explicou! Para aqueles que não entendem.
Extraordinário que isto seja pago com o dinheiro dos contribuintes.
O imbecil que está a dar lições enquanto comenta a Volta a Portugal na RTP acabou de debitar uma pérola de estupidez de alto quilate.
Pretendeu explicar uma coisa que ele próprio não entende. A qual é a má formulação de um algoritmo que calcula atrasos de corredores face a outros.
Que como qualquer criança percebe independe de uns estarem a descer, outros a subir.
Mas para ele depende. Ainda não chegou ao QI da tal criança.
E explicou! Para aqueles que não entendem.
Extraordinário que isto seja pago com o dinheiro dos contribuintes.
18/08/2012
Passatempo
Agora que a bola voltou, seria caso para lançar aqui um passatempo se houvesse grande afluência a estas bandas. Com chorudos prémios para um daqueles que, ligando o número de ouro, dessem a resposta correcta.
Como não há nem se pretende que haja, fica ainda assim o desafio para alguém que o aceite, dessa acarinhada minoria que são os meus leitores.
O qual é: fazer corresponder a cada um dos clubes mencionados o número adjacente aos jogadores assinalados.

imagens da RTP, da SIC e da Sport Tv (clicar para pouco ampliar)
Agora que a bola voltou, seria caso para lançar aqui um passatempo se houvesse grande afluência a estas bandas. Com chorudos prémios para um daqueles que, ligando o número de ouro, dessem a resposta correcta.
Como não há nem se pretende que haja, fica ainda assim o desafio para alguém que o aceite, dessa acarinhada minoria que são os meus leitores.
O qual é: fazer corresponder a cada um dos clubes mencionados o número adjacente aos jogadores assinalados.
imagens da RTP, da SIC e da Sport Tv (clicar para pouco ampliar)
Pena
Não vejo justificação para condenar quem não previu o desmoronamento na praia Maria Luísa nem para condenar quem não assinala os perigos visíveis.
Creio que a loucura securitária tem limites.
Quem se acolhe debaixo de uma arriba sabe que corre um risco. Mínimo. Muitíssimas vezes menor do que circular em qualquer estrada do país.
Mas corre esse risco. Há algumas mais ameaçadoras do que outras que espantam naturalmente os humanos e há outras mais acolhedoras que às vezes desabam. Nada de novo debaixo do sol.
O que se viu depois do trágico acidente naquela praia foi ridículo, como são todos os actos apressados de colocar trancas à porta depois do roubo.
Não temos por cá uma cultura de prever, na medida do possível, o que vem a seguir. Antes andamos sempre a correr atrás do prejuízo e a cometer erros grosseiros como o de ter duas pontes uma ao lado da outra em Entre-os-Rios depois de termos deixado ruir uma outra levando para o fundo do rio tanta gente.
É o disparate institucionalizado que lá tendo duas pontes, tem também as arribas cheias de sinais de proibição.
É certo que uma parte deles já lá estava. Estava um no preciso local onde se deu a tragédia. O que dificultará obviamente a condenação por imprevidência.
Mas nada me espantará.

imagem da SIC
Não vejo justificação para condenar quem não previu o desmoronamento na praia Maria Luísa nem para condenar quem não assinala os perigos visíveis.
Creio que a loucura securitária tem limites.
Quem se acolhe debaixo de uma arriba sabe que corre um risco. Mínimo. Muitíssimas vezes menor do que circular em qualquer estrada do país.
Mas corre esse risco. Há algumas mais ameaçadoras do que outras que espantam naturalmente os humanos e há outras mais acolhedoras que às vezes desabam. Nada de novo debaixo do sol.
O que se viu depois do trágico acidente naquela praia foi ridículo, como são todos os actos apressados de colocar trancas à porta depois do roubo.
Não temos por cá uma cultura de prever, na medida do possível, o que vem a seguir. Antes andamos sempre a correr atrás do prejuízo e a cometer erros grosseiros como o de ter duas pontes uma ao lado da outra em Entre-os-Rios depois de termos deixado ruir uma outra levando para o fundo do rio tanta gente.
É o disparate institucionalizado que lá tendo duas pontes, tem também as arribas cheias de sinais de proibição.
É certo que uma parte deles já lá estava. Estava um no preciso local onde se deu a tragédia. O que dificultará obviamente a condenação por imprevidência.
Mas nada me espantará.

imagem da SIC
17/08/2012
Bichos
Se a RTP não estivesse entregue aos bichos, provável seria que se interessasse por quem vê o ciclismo mais pelas paisagens do que pelo comércio da coisa. Sendo que as paisagens também se vendem, como sabemos todos.
Nada.
Desde a época em que o Inha passou a Douro, não há melhoras. Não sabem o que captam nas objectivas. Pelo menos deixaram de colocar as legendas, o que evita o erro.
Impossível seria que estes o soubessem. Teriam que ser outros.
Se a RTP não estivesse entregue aos bichos, provável seria que se interessasse por quem vê o ciclismo mais pelas paisagens do que pelo comércio da coisa. Sendo que as paisagens também se vendem, como sabemos todos.
Nada.
Desde a época em que o Inha passou a Douro, não há melhoras. Não sabem o que captam nas objectivas. Pelo menos deixaram de colocar as legendas, o que evita o erro.
Impossível seria que estes o soubessem. Teriam que ser outros.
Fraco sinal
O Primeiro-Ministro, de quem se esperaria mais do que do seu antecessor, dá provas de incapacidade política a todos os níveis.
Não percebeu que há palavras proibidas em política: justiça – a política é a arte de manter os precários equilíbrios das injustiças; verdade – a política é a arte de gerir as omissões e de exercer o magistério com mentiras.
Não perceber o bê-á-bá da coisa ou fingir que não percebe é muito fraco sinal.
Vamos para baixo sem ninguém no comando, como o navio de luxo que soçobrou no Tirreno.
O Primeiro-Ministro, de quem se esperaria mais do que do seu antecessor, dá provas de incapacidade política a todos os níveis.
Não percebeu que há palavras proibidas em política: justiça – a política é a arte de manter os precários equilíbrios das injustiças; verdade – a política é a arte de gerir as omissões e de exercer o magistério com mentiras.
Não perceber o bê-á-bá da coisa ou fingir que não percebe é muito fraco sinal.
Vamos para baixo sem ninguém no comando, como o navio de luxo que soçobrou no Tirreno.
16/08/2012
Noves fora, nada
Há exactos nove anos, quando me abalancei a escrever aqui, não tinha nem ideia nem esboço do que o tempo faria à escrita que aqui iria deixar. E pouco mais tarde, às imagens.
Talvez um dia se possam reconstituir as ideias passadas. Apanhar alguém numa espécie futura de Google Street View e escancarar-lhe o pensamento que portava num certo dia, numa certa hora.
Será assim acessível o que me passava pela cabeça há exactos nove anos. Arrisco que, talvez não me tendo sequer ocorrido pensar num prazo, este prazo de nove anos me soasse improvável. Quer pela coisa em si quer pelo autor, a quem talvez parecesse que esta longevidade estaria para além do esperável.
Uma das coisas certas, embora inútil – as coisas certas têm uma certa tendência para a inutilidade fora das convenções – que se pode dizer quando se chega a tantos anos, é que está respondida a pergunta que se tivesse remotamente feito se se aqui chegava.
Noves fora, nada.
Há exactos nove anos, quando me abalancei a escrever aqui, não tinha nem ideia nem esboço do que o tempo faria à escrita que aqui iria deixar. E pouco mais tarde, às imagens.
Talvez um dia se possam reconstituir as ideias passadas. Apanhar alguém numa espécie futura de Google Street View e escancarar-lhe o pensamento que portava num certo dia, numa certa hora.
Será assim acessível o que me passava pela cabeça há exactos nove anos. Arrisco que, talvez não me tendo sequer ocorrido pensar num prazo, este prazo de nove anos me soasse improvável. Quer pela coisa em si quer pelo autor, a quem talvez parecesse que esta longevidade estaria para além do esperável.
Uma das coisas certas, embora inútil – as coisas certas têm uma certa tendência para a inutilidade fora das convenções – que se pode dizer quando se chega a tantos anos, é que está respondida a pergunta que se tivesse remotamente feito se se aqui chegava.
Noves fora, nada.
15/08/2012
12/08/2012
Bichos

imagem da RTP
A RTP parece entregue aos bichos.
A falta de respeito com quem paga a taxa e os impostos é completa.
Há pouco, sem aviso algum, interromperam a transmissão da cerimónia de encerramento dos jogos olímpicos para transmitirem um sorteio.
O expoente máximo dessa falta de respeito ainda são as repetições de programas que passam como se tratasse da primeira vez.
Até parece que há interessados em que o serviço seja péssimo.
imagem da RTP
A RTP parece entregue aos bichos.
A falta de respeito com quem paga a taxa e os impostos é completa.
Há pouco, sem aviso algum, interromperam a transmissão da cerimónia de encerramento dos jogos olímpicos para transmitirem um sorteio.
O expoente máximo dessa falta de respeito ainda são as repetições de programas que passam como se tratasse da primeira vez.
Até parece que há interessados em que o serviço seja péssimo.
11/08/2012
10/08/2012
09/08/2012
Ivone ou a tradução instantânea
A chave é esta: numa excursão de liceu a terras do Norte, havia um colega que começando numa marca de refrigerantes – o dia estava de facto quentíssimo – desconhecida para a maioria dos arrabaldinos da capital, ia descobrindo traduções. Aquela marca, exibia a garrafa e fazia gestos alusivos a traduções que ele engendrava de si para si, como se tais gestos fossem nomináveis, identificáveis, reproduzíveis e ainda narráveis, era a tradução a norte do Sumol. Não havia sobre isso a menor dúvida.
A cifra é esta fotografia, obtida há pouco mais de um ano:

A pista pode ser esta aqui.
Quem morrerá desta vez?
A chave é esta: numa excursão de liceu a terras do Norte, havia um colega que começando numa marca de refrigerantes – o dia estava de facto quentíssimo – desconhecida para a maioria dos arrabaldinos da capital, ia descobrindo traduções. Aquela marca, exibia a garrafa e fazia gestos alusivos a traduções que ele engendrava de si para si, como se tais gestos fossem nomináveis, identificáveis, reproduzíveis e ainda narráveis, era a tradução a norte do Sumol. Não havia sobre isso a menor dúvida.
A cifra é esta fotografia, obtida há pouco mais de um ano:
A pista pode ser esta aqui.
Quem morrerá desta vez?
08/08/2012
O burro sou eu!
Dei aqui uma nota falsa e atribuí culpas a quem não as merece. Peço desculpa a todos os visados.
Referi um anúncio na televisão que passa há anos e que se refere a um incêndio causado por um cigarro em Beja no dia 26 de Julho de 2004.
Disse que era um disparate porque nos arredores de Beja não há combustível que alimente um grande incêndio. E julguei que a referência era a do grande incêndio da serra do Caldeirão que se iniciou nesse dia lá para o sesmo sul do distrito de Beja.
As razões para tal erro, que já detectei quais foram, não são para aqui chamadas.
É um erro e basta. Nada o justifica.
A verdade é que o relatório parcial de ocorrências de 23 de Setembro lhe faz menção, bem como todos os seguintes. O relatório de 6 de Outubro já assegura que o fogo se deveu a um cigarro.
Referência também lhe é feita pelo João Espinho, em cima do acontecimento. Penitencio-me da grossa asneira.
Não há forma de se ser exigente sem começar pelo espelho.
Dei aqui uma nota falsa e atribuí culpas a quem não as merece. Peço desculpa a todos os visados.
Referi um anúncio na televisão que passa há anos e que se refere a um incêndio causado por um cigarro em Beja no dia 26 de Julho de 2004.
Disse que era um disparate porque nos arredores de Beja não há combustível que alimente um grande incêndio. E julguei que a referência era a do grande incêndio da serra do Caldeirão que se iniciou nesse dia lá para o sesmo sul do distrito de Beja.
As razões para tal erro, que já detectei quais foram, não são para aqui chamadas.
É um erro e basta. Nada o justifica.
A verdade é que o relatório parcial de ocorrências de 23 de Setembro lhe faz menção, bem como todos os seguintes. O relatório de 6 de Outubro já assegura que o fogo se deveu a um cigarro.
Referência também lhe é feita pelo João Espinho, em cima do acontecimento. Penitencio-me da grossa asneira.
Não há forma de se ser exigente sem começar pelo espelho.
07/08/2012
Meta
De metas volantes sem grande importância também reza afinal a História.
com a devida vénia ao autor das capas e a quem as publicou em sites de leilões, alfarrabistas, etc.
De metas volantes sem grande importância também reza afinal a História.
com a devida vénia ao autor das capas e a quem as publicou em sites de leilões, alfarrabistas, etc.
06/08/2012
05/08/2012
As grandes questões universais - episódio q+22
O que levará alguém, no pleno uso das suas faculdades mentais, a divulgar aos quatro ventos a descoberta de um paraíso, cujo depende da pouca afluência?
Lembrou-me isto ao ver a campanha caça-moedas das 7 praias usar alguém nessas condições presumidas de plena saúde mental, na promoção de locais magníficos, porque pouco frequentados.
O que levará alguém, no pleno uso das suas faculdades mentais, a divulgar aos quatro ventos a descoberta de um paraíso, cujo depende da pouca afluência?
Lembrou-me isto ao ver a campanha caça-moedas das 7 praias usar alguém nessas condições presumidas de plena saúde mental, na promoção de locais magníficos, porque pouco frequentados.
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