José Mourinho
José Mourinho disse que representava os portugueses que o apoiam.
Faço parte desse grupo mas declino qualquer representação.
Só espero que triunfe. É tudo.
22/05/2010
21/05/2010
A célula com ADN integralmente substituído e que se reproduz
O barulho que se faz hoje nas redacções à volta deste passo é, como sempre, cheio de ruído sem sentido algum.
É um passo interessante que faz parte de uma sequência, de um movimento cuja inércia é de tal forma grande, que inevitavelmente desembocará em novas áreas cuja previsão é mera estultícia.
O dia em que alguém criar vida a partir de matéria não-biológica será, sim, um dia que divide Eras.
Sendo que os rigorosos limites de tais conceitos (vida, matéria biológica) são ainda assim uma ilusão.
O barulho que se faz hoje nas redacções à volta deste passo é, como sempre, cheio de ruído sem sentido algum.
É um passo interessante que faz parte de uma sequência, de um movimento cuja inércia é de tal forma grande, que inevitavelmente desembocará em novas áreas cuja previsão é mera estultícia.
O dia em que alguém criar vida a partir de matéria não-biológica será, sim, um dia que divide Eras.
Sendo que os rigorosos limites de tais conceitos (vida, matéria biológica) são ainda assim uma ilusão.
20/05/2010
18/05/2010
17/05/2010
16/05/2010
As licenças
Mais uma vez, na casa de doidos em que este país se está a converter, a questão pertinente no acidente de Alcácer não é se e onde e por quê embateu o mastro do barco, mas a das licenças de utilização mais a das coisas do costume, a cor da camisa do timoneiro, a quantidade de peixe existente naquela zona e o tráfego rodoviário no IC1.
Supondo eu – e é uma mera suposição – que o mastro bateu na viga da ponte, apenas me interrogo sobre isto nestes termos:
O mastro era para ter vela?
Se não era, se era apenas estranhamente decorativo, por que razão tinha uma dimensão que em determinadas condições de maré e caudal do rio, não lhe permitia passar por debaixo da ponte?
Tendo essa dimensão, por que razão o barco andava nas imediações da ponte?
Depois há as outras, a dos coletes salva-vidas, etc.
Agora a da licença só numa casa de doidos em que se empurram as responsabilidades com a barriga, quando se trata de saber quem vai pagar os danos.
Na casa de doidos em que o país se está a tornar ou já se tornou.
Mais uma vez, na casa de doidos em que este país se está a converter, a questão pertinente no acidente de Alcácer não é se e onde e por quê embateu o mastro do barco, mas a das licenças de utilização mais a das coisas do costume, a cor da camisa do timoneiro, a quantidade de peixe existente naquela zona e o tráfego rodoviário no IC1.
Supondo eu – e é uma mera suposição – que o mastro bateu na viga da ponte, apenas me interrogo sobre isto nestes termos:
O mastro era para ter vela?
Se não era, se era apenas estranhamente decorativo, por que razão tinha uma dimensão que em determinadas condições de maré e caudal do rio, não lhe permitia passar por debaixo da ponte?
Tendo essa dimensão, por que razão o barco andava nas imediações da ponte?
Depois há as outras, a dos coletes salva-vidas, etc.
Agora a da licença só numa casa de doidos em que se empurram as responsabilidades com a barriga, quando se trata de saber quem vai pagar os danos.
Na casa de doidos em que o país se está a tornar ou já se tornou.
Para desmemória futura
Escrevi aqui uma nota sobre a dificuldade que estava a experimentar na criação de um algoritmo facílimo – algo que não me levaria (nem a mim nem a alguém que se interessasse por este tipo de coisas) mais do que cinco minutos aqui há um quarto de século ou mais.
Pois bem, foi um mês de trinta dias bem contados, atentas as datas das notas que tomei.
Naturalmente, que o que estava errado não era o princípio nem a estrutura. Eram umas trocas de factores e de sinais, algumas delas corrigidas e “descorrigidas”(!), aqui e ali.
Ditaria o bom senso que fosse testando as partes separadamente, verificando se em certo passo se verificaria um valor absurdo.
Por qualquer obscura razão, de cada vez que a isso me lançava, vinha-me à cabeça uma diversão qualquer e enveredava pela vereda inútil e desnecessária, despropositada.
Quando me dei finalmente ao trabalho de traçar a correspondente gráfica dos resultados, passo a passo, verifiquei com espanto que reflectia o esperado – estava correcta.
É claro que, mais uma vez, não a tinha elaborado a partir do original mas de uma cópia ad hoc.
Mesmo depois disso, não foi imediata a descoberta do gato.
Pelo meio, sucedeu ainda aquela troca de factores (2 por 3) num troço da análise do comportamento da equipa de futebol do Sporting ao longo das épocas.
Fica para desmemória futura.
Temo, se em algum desse futuro tempo vier a reler isto, não ter a mínima ideia do que é que trata.
Escrevi aqui uma nota sobre a dificuldade que estava a experimentar na criação de um algoritmo facílimo – algo que não me levaria (nem a mim nem a alguém que se interessasse por este tipo de coisas) mais do que cinco minutos aqui há um quarto de século ou mais.
Pois bem, foi um mês de trinta dias bem contados, atentas as datas das notas que tomei.
Naturalmente, que o que estava errado não era o princípio nem a estrutura. Eram umas trocas de factores e de sinais, algumas delas corrigidas e “descorrigidas”(!), aqui e ali.
Ditaria o bom senso que fosse testando as partes separadamente, verificando se em certo passo se verificaria um valor absurdo.
Por qualquer obscura razão, de cada vez que a isso me lançava, vinha-me à cabeça uma diversão qualquer e enveredava pela vereda inútil e desnecessária, despropositada.
Quando me dei finalmente ao trabalho de traçar a correspondente gráfica dos resultados, passo a passo, verifiquei com espanto que reflectia o esperado – estava correcta.
É claro que, mais uma vez, não a tinha elaborado a partir do original mas de uma cópia ad hoc.
Mesmo depois disso, não foi imediata a descoberta do gato.
Pelo meio, sucedeu ainda aquela troca de factores (2 por 3) num troço da análise do comportamento da equipa de futebol do Sporting ao longo das épocas.
Fica para desmemória futura.
Temo, se em algum desse futuro tempo vier a reler isto, não ter a mínima ideia do que é que trata.
15/05/2010
Chelsea
Aqui a ver numa tal de IraqGoals.TV o final da taça de Inglaterra entre o Chelsea e o... Leeds.
Só me vem a memória esse jogo de 2-2 do qual ontem revi uns quantos lances num canal qualquer. Já lá vão 40 anos.
Aqui a ver numa tal de IraqGoals.TV o final da taça de Inglaterra entre o Chelsea e o... Leeds.
Só me vem a memória esse jogo de 2-2 do qual ontem revi uns quantos lances num canal qualquer. Já lá vão 40 anos.
Raiz de dois e a cosmogonia de um amor
Em tempos muito remotos, o destino presenteou-me com uma visão do paraíso em forma de ninfa.
Numa daquelas circunstâncias a que aqui aludi a propósito do banco Gorringe. Do meu banco Gorringe.
Um encantamento estival que perdurou, apesar dos quilómetros que nos separavam, para além da areia e do calor diurno e também das noites frias e húmidas de Sines em Setembro.
Talvez ajudado pela curiosa circunstância de termos descoberto que essa distância se reduzia a escassas duas centenas de metros em tempo de férias escolares, o que faria, nunca o saberei, com que o dono de certo lugar de frutas e legumes eventualmente julgasse que o puto que parava do outro lado da rua ali estava com o olho nas maçãs.
Pois bem, uma vida passada, o rasto perdido a tal senhora que da última vez que a avistei mantinha a esplendorosa, apesar de mui discreta, beleza da ninfeta, perco tempo a fazer uma triangulação geodésica.
Dois dos vértices, as casas onde vivi todo o século XX. Onde seria o terceiro, medido em arcos de círculo máximo, já que o quarto cairia inevitavelmente no mar?
Não cai precisamente na casa onde ela habitava nesse tempo.
Cai a escassas centenas de metros, considerando que se trata de distâncias que se medem em mais de uma centena de quilómetros.
Com um erro mínimo, a raiz de dois vezes cem.
A raiz de dois. Vezes cem.
Em tempos muito remotos, o destino presenteou-me com uma visão do paraíso em forma de ninfa.
Numa daquelas circunstâncias a que aqui aludi a propósito do banco Gorringe. Do meu banco Gorringe.
Um encantamento estival que perdurou, apesar dos quilómetros que nos separavam, para além da areia e do calor diurno e também das noites frias e húmidas de Sines em Setembro.
Talvez ajudado pela curiosa circunstância de termos descoberto que essa distância se reduzia a escassas duas centenas de metros em tempo de férias escolares, o que faria, nunca o saberei, com que o dono de certo lugar de frutas e legumes eventualmente julgasse que o puto que parava do outro lado da rua ali estava com o olho nas maçãs.
Pois bem, uma vida passada, o rasto perdido a tal senhora que da última vez que a avistei mantinha a esplendorosa, apesar de mui discreta, beleza da ninfeta, perco tempo a fazer uma triangulação geodésica.
Dois dos vértices, as casas onde vivi todo o século XX. Onde seria o terceiro, medido em arcos de círculo máximo, já que o quarto cairia inevitavelmente no mar?
Não cai precisamente na casa onde ela habitava nesse tempo.
Cai a escassas centenas de metros, considerando que se trata de distâncias que se medem em mais de uma centena de quilómetros.
Com um erro mínimo, a raiz de dois vezes cem.
A raiz de dois. Vezes cem.
14/05/2010
Falha grave ou não
Ou se tratou de alguma cabecinha fraca no concerto da vigilância ou se tratou de um veículo com plena justificação para ali circular.
O facto é que, a páginas tantas, se viu um camião de grandes dimensões circular em sentido oposto à comitiva papal numa das vias rápidas do Porto.
Nem sequer foi só esse. Passou ainda um outro, mais pequeno, e um automóvel, pelo menos.
Ou se tratou de alguma cabecinha fraca no concerto da vigilância ou se tratou de um veículo com plena justificação para ali circular.
O facto é que, a páginas tantas, se viu um camião de grandes dimensões circular em sentido oposto à comitiva papal numa das vias rápidas do Porto.
Nem sequer foi só esse. Passou ainda um outro, mais pequeno, e um automóvel, pelo menos.
13/05/2010
Muita asneira
O Sr. Primeiro-Ministro diz muita asneirola. Ele lá não terá culpa disso.
O problema é de quem o escolheu para lá estar.
Depois de ter dado nota que não tem a menor ideia de onde sai o dinheiro do erário público, mostrou agora que não tem a menor ideia da situação em que o país se encontra, bem como das medidas que se viu instado a tomar.
E é esta a batuta do futuro próximo.
O Sr. Primeiro-Ministro diz muita asneirola. Ele lá não terá culpa disso.
O problema é de quem o escolheu para lá estar.
Depois de ter dado nota que não tem a menor ideia de onde sai o dinheiro do erário público, mostrou agora que não tem a menor ideia da situação em que o país se encontra, bem como das medidas que se viu instado a tomar.
E é esta a batuta do futuro próximo.
12/05/2010
Passarinhos!
Estava eu a tentar encontrar o rasto a uma encomenda nos correios quando me aparece uma página daquelas do costume – cheia de “animação”, chilrear de passarinhos e zero de conteúdo a anunciar qualquer coisa “verde”.
Praticamente bloqueia o computador a quem, como eu, ainda vive na idade da Pedra cibernética. Mas isso seria de somenos, porque o caso aí é problema meu.
O que não se percebe é a página não se perceber, não ser minimamente legível e ser cheia de sinais apenas de uma coisa – quem fez aquilo sabe criar animações. É a versão páginas na rede dos letreiros das bifanas em letra rampante ou aberta em leque e cada uma sua côr, dos primórdios da informatização das tascas.
Passarinhos! E eu o que queria ver era o rasto de uma encomenda!!!
Qual será o desperdício de energia que tal passarinhada causa?
Quem quiser saber, é ir por aqui.
Estava eu a tentar encontrar o rasto a uma encomenda nos correios quando me aparece uma página daquelas do costume – cheia de “animação”, chilrear de passarinhos e zero de conteúdo a anunciar qualquer coisa “verde”.
Praticamente bloqueia o computador a quem, como eu, ainda vive na idade da Pedra cibernética. Mas isso seria de somenos, porque o caso aí é problema meu.
O que não se percebe é a página não se perceber, não ser minimamente legível e ser cheia de sinais apenas de uma coisa – quem fez aquilo sabe criar animações. É a versão páginas na rede dos letreiros das bifanas em letra rampante ou aberta em leque e cada uma sua côr, dos primórdios da informatização das tascas.
Passarinhos! E eu o que queria ver era o rasto de uma encomenda!!!
Qual será o desperdício de energia que tal passarinhada causa?
Quem quiser saber, é ir por aqui.
11/05/2010
O forinófis e outras histórias
De David Cameron, apenas tenho a impressão de que foi uma escolha de um modelo anti-Blair (anti em sentido de espelho) mal sucedida. Nada me garante que acerte ou falhe nisso, até porque se trata de uma valorização subjectiva, onde há pouco ou nenhum lugar para se falar em erro, a não ser que o próprio (eu) reconheça que se enganou. É daquelas coisas que ocorrem e se dizem sem grande fundamento.
William Hague vai finalmente fazer troar o seu timbre e entoação no Foreign Office. Um pouco longe das suas expectativas, me parece.
Se como disse aqui há anos, um dos MontyPython abandona agora a cena política (e era, mais uma vez subjectivamente, do melhorzinho que havia), chega-se à frente uma espécie de Rafa Benitez um pouco mais novo.
We’ll see.
De David Cameron, apenas tenho a impressão de que foi uma escolha de um modelo anti-Blair (anti em sentido de espelho) mal sucedida. Nada me garante que acerte ou falhe nisso, até porque se trata de uma valorização subjectiva, onde há pouco ou nenhum lugar para se falar em erro, a não ser que o próprio (eu) reconheça que se enganou. É daquelas coisas que ocorrem e se dizem sem grande fundamento.
William Hague vai finalmente fazer troar o seu timbre e entoação no Foreign Office. Um pouco longe das suas expectativas, me parece.
Se como disse aqui há anos, um dos MontyPython abandona agora a cena política (e era, mais uma vez subjectivamente, do melhorzinho que havia), chega-se à frente uma espécie de Rafa Benitez um pouco mais novo.
We’ll see.
10/05/2010
A reforma eleitoral que os liberais democratas pedem
Das ironias do destino, uma é um sistema eleitoral do Reino Unido estar em causa não por ser o que é, mas por não ter sido o que costuma ser – capaz de assegurar uma maioria parlamentar. Abriu a brecha.
E sendo incapaz, por uma vez, de gerar tal maioria fica em risco de o ser por muitas mais vezes, se modificado fôr para mais proporcional. A brecha alargada.
O Reino Unido tem um sistema eleitoral e uma configuração partidária que, conjugados, propiciam maiorias absolutas.
Maiorias absolutas que, aparentemente, são a contento dos que votam nos dois maiores partidos e consequentemente, da maioria dos eleitores.
Assim sendo, o sistema teria tudo para ser estável.
Num caso em que a maioria absoluta não aconteceu, diz-se que uma das exigências dos Liberais Democratas para apoiar um governo seria a mudança do dito sistema (ou um referendo para saber se o povo aceita), de forma a torná-lo mais proporcional, no interesse do partido que vê a sua representação nos Comuns muito longe da proporção que lhe caberia pela expressão eleitoral universal que tem. É facto que como terceira força, herdeiro de liberais e de cisões trabalhistas, tem vindo a ocupar algum terreno desde os anos 70 (ver gráfico na wikimedia).
A cederem em tal, Conservadores ou Trabalhistas, abdicariam da supremacia que têm partilhado e de um sistema estável, que favorece governos com apoio maioritário no parlamento.
Se a coisa chegar a referendo, ver-se-á se o povo que vota maioritariamente nos dois tradicionais partidos, votará contra si próprio.
Das ironias do destino, uma é um sistema eleitoral do Reino Unido estar em causa não por ser o que é, mas por não ter sido o que costuma ser – capaz de assegurar uma maioria parlamentar. Abriu a brecha.
E sendo incapaz, por uma vez, de gerar tal maioria fica em risco de o ser por muitas mais vezes, se modificado fôr para mais proporcional. A brecha alargada.
O Reino Unido tem um sistema eleitoral e uma configuração partidária que, conjugados, propiciam maiorias absolutas.
Maiorias absolutas que, aparentemente, são a contento dos que votam nos dois maiores partidos e consequentemente, da maioria dos eleitores.
Assim sendo, o sistema teria tudo para ser estável.
Num caso em que a maioria absoluta não aconteceu, diz-se que uma das exigências dos Liberais Democratas para apoiar um governo seria a mudança do dito sistema (ou um referendo para saber se o povo aceita), de forma a torná-lo mais proporcional, no interesse do partido que vê a sua representação nos Comuns muito longe da proporção que lhe caberia pela expressão eleitoral universal que tem. É facto que como terceira força, herdeiro de liberais e de cisões trabalhistas, tem vindo a ocupar algum terreno desde os anos 70 (ver gráfico na wikimedia).
A cederem em tal, Conservadores ou Trabalhistas, abdicariam da supremacia que têm partilhado e de um sistema estável, que favorece governos com apoio maioritário no parlamento.
Se a coisa chegar a referendo, ver-se-á se o povo que vota maioritariamente nos dois tradicionais partidos, votará contra si próprio.
09/05/2010
A pior época de sempre
O Sporting conclui hoje a suapior época de sempre, em vista do campeonato nacional.
Considerei a percentagem de aproveitamento com 0% para a derrota, 50% para o empate e 100% para a vitória (o antigo 0-1-2 em pontos).




média a cheio, mínimo e máximo anteriores a tracejado.
webliografia: http://desportoluso.no.sapo.pt/(Jorge Miguel Teixeira)
Correcção: O teor deste post está errado. O Sporting apresenta percentagens menores nas épocas de 1966/67 e 1968/69 (57,69%). O erro deveu-se a não ter corrigido a percentagem deste ano para os 2 pontos em vez dos 3 por vitória. É portanto a sua terceira pior época.
O Sporting conclui hoje a sua
Considerei a percentagem de aproveitamento com 0% para a derrota, 50% para o empate e 100% para a vitória (o antigo 0-1-2 em pontos).
média a cheio, mínimo e máximo anteriores a tracejado.
webliografia: http://desportoluso.no.sapo.pt/(Jorge Miguel Teixeira)
Correcção: O teor deste post está errado. O Sporting apresenta percentagens menores nas épocas de 1966/67 e 1968/69 (57,69%). O erro deveu-se a não ter corrigido a percentagem deste ano para os 2 pontos em vez dos 3 por vitória. É portanto a sua terceira pior época.
08/05/2010
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