30/04/2011

Oui, on sait qu'il est vrai

On sait qu'il est vrai.
Que algumas almoçaristas nos comeram com os olhos.
Modéstia à parte, e sendo realistas, on sait qu'il est vrai!

28/04/2011

Os espanhóis o quê?

Verifica-se assim a solidez da aposta. Ou seja, está ganha.
Aposta esta que, a tivesse eu proposto antes do calendário da liga Europa estar definido, cobriria todos os clubes em liça.
Na altura em que a escrevi, eram favas contáveis.
Nunca percebi esta fustigação sobre os interesses da UEFA não serem de opinião a uma final entre clubes portugueses.
Qual a razão para tanto alarido?
Ideias parvas

Ir a Dublin ver o Benfica – Porto, com um cachecol do Sporting. Coisa que nunca na vida usei.
Se fôr Braga – Porto, julgo que um cachecol da Académica seria mais apropriado.
Os espanhóis o quê?

25/04/2011

O casamento

Não há ninguém vivo que se lembre das duas festas ocorrerem no mesmo dia. Há 152 anos foi a última vez.
O São Marcos em Gáfete e a Senhora da Redonda em Alpalhão.
Ouvi várias vezes pela tradição que se casavam as festas em tal ocasião.
Não se me dava de ir a pé de um a outro pela fresca. Se conseguisse passar a ribeira. Parando em todos os apeadeiros do percurso.


da carta militar série M888 do IGEOE

24/04/2011

Germânia

Mário Soares foi excepcionalmente duro para com os alemães ao relembrar-lhes a pesada herança que nos legaram na primeira metade do século XX.
Foi duro e foi certeiro, quanto a mim. Não creio é que tais afirmações produzam efeito algum.
Recordou-me Franco Nogueira quando há talvez uns trinta anos avisava que quando (nem punha a coisa no condicional e estávamos então longe do descalabro soviético de 1989 e seguintes) a Alemanha voltasse a ser una não estaríamos livres da sua ambição de poder mais uma vez.
A coisa nem demorou assim tanto a chegar.


plano de Speer para Berlim (maqueta daqui)

23/04/2011

Risco

Uma coisa que eu gostava de conhecer era a lista dos casos mortais do aluvião na Madeira sobre os quais pendesse a suspeita de que haveria responsabilidade e culpa humanas a montante. E em que medida estava essa suspeita estribada.
Uma outra coisa que eu ainda verei, assim o espero, é a sanha crescente a apossar-se dos adversários da energia nuclear. Que, por ora, ainda vai no adro.
Também gostava de ver, ponto a ponto, as suas razões. Tais como as do que os que a defendem.
Seja aqui seja onde fôr.

19/04/2011

Eu, o mouro, e o ataque de Asma

O presidente da Síria era minha companhia frequente no tempo em que eu era presença assídua no Campo Pequeno e em outras arenas do país.
Todos nós no sul temos um amigo mais velho que poderia ser um dos tais imaginários sósias de Saddam Hussein.
Tal como o já aqui referido primeiro-ministro da Palestina (da parte da faixa de Gaza) nos surge na cara de uns quantos companheiros de petisco.
Todos eles confirmam a nossa proximidade genética com os povos do Mediterrâneo e do Médio Oriente.
Isso e muito mais faz-me suspirar por (de?) Asma, pelo seu destino. Nestes tempos conturbados dentro e fora das portas de Damasco. À revelia do tal companheiro de tauromaquias. Ou, a bem dizer, do seu sósia damasceno.
Pontaria

Arnesto Volante, o homem que "faz pontaria às lições dos adágios populares numa barraca de feira. Na secreta esperança de se emborrachar com eduardino."

18/04/2011

Tempo brusco

Não sei exactamente a que se refere o Borda d'Água quando anuncia tempo brusco.
Para mim, é a designação adequada a um dia como o de hoje, aqui na zona.
Em que se passou do céu pouco nublado, à neblina, ao céu encoberto, à trovoada e aos aguaceiros fortes.
A noção de que este ano hídrico tem sido especialmente pródigo em dias que tais é naturalmente subjectiva, tão sujeita a erro como pouco apurável.
Mas é a noção que tenho.

17/04/2011

2011

É claro que não há grande razão para associar tiros nos pés à figura do Urtigão.
Ainda assim aqui fica o ano português de 2011, em versão revista e enquadrada.


© Walt Disney Productions, obtida aqui (e adaptada às circunstâncias).

15/04/2011

Dom José Policarpo

Avisadas as palavras que ouço neste momento da sua boca.

14/04/2011

É desta*



E eu aqui a sofrer por lampiões e bracarenses. Pelo Porto nem foi preciso.

* respondendo a mim próprio