10/05/2013
09/05/2013
Adenda a um adágio muito em voga
Já não é só a repetição constante, usando outras palavras, do mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente.
É o número trucidante de gente que considera que existe uma espécie de direito divino de se ser rico e saudável. Logo nunca pobre nem doente.
Aos costumes dizem não saber.
Já não é só a repetição constante, usando outras palavras, do mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente.
É o número trucidante de gente que considera que existe uma espécie de direito divino de se ser rico e saudável. Logo nunca pobre nem doente.
Aos costumes dizem não saber.
08/05/2013
07/05/2013
Homem que é Homem
Uma das críticas frequentes (e pertinentes) sobre a instrução do povo que Medina Carreira faz nos seus programas de televisão é a da menina do supermercado que não sabe fazer contas.
Confesso que é daquelas coisas que me haviam passado ao lado, suspeitando eu que as máquinas haviam substituído qualquer tipo de cálculo mental*.
Pois bem, homem que é Homem acaba por comprar certo dia uma grade de cervejas para levar para casa. Foi esta tarde. Até hoje só tinha comprado grades de cerveja para levar para o monte e claro que não foi cá em supermercados.
Ao apresentar a grade na caixa, perguntei se era preciso tirá-la do carrinho. A resposta foi que não. Mas tive que a levantar a um ponto em que o rapazinho pudesse contar uma, duas, três... vinte e quatro.
Depois tirou uma da grade e pip.

*Sou o feliz detentor de uma espécie de diário de viagem em que a minha companheira de então apontou um alusivo diálogo com uma mocinha na praça da Manta Rota.
Uma das críticas frequentes (e pertinentes) sobre a instrução do povo que Medina Carreira faz nos seus programas de televisão é a da menina do supermercado que não sabe fazer contas.
Confesso que é daquelas coisas que me haviam passado ao lado, suspeitando eu que as máquinas haviam substituído qualquer tipo de cálculo mental*.
Pois bem, homem que é Homem acaba por comprar certo dia uma grade de cervejas para levar para casa. Foi esta tarde. Até hoje só tinha comprado grades de cerveja para levar para o monte e claro que não foi cá em supermercados.
Ao apresentar a grade na caixa, perguntei se era preciso tirá-la do carrinho. A resposta foi que não. Mas tive que a levantar a um ponto em que o rapazinho pudesse contar uma, duas, três... vinte e quatro.
Depois tirou uma da grade e pip.
*Sou o feliz detentor de uma espécie de diário de viagem em que a minha companheira de então apontou um alusivo diálogo com uma mocinha na praça da Manta Rota.
06/05/2013
05/05/2013
04/05/2013
Estradas imagináveis (do plano de 45) - vol. 18

Nota: a toponímia das estradas imagináveis é porém real, apesar do erro detectado no destino.
Nota: a toponímia das estradas imagináveis é porém real, apesar do erro detectado no destino.
02/05/2013
Tramontana
Para repetir e enfatizar o que aqui disse há tempos – um aparelho de GPS, esteja ele ou não com o tino no Passo de Drake, é um instrumento de desinteligência. Entre mim e eu próprio.
Desinstala-me a orientação do cérebro.
Para repetir e enfatizar o que aqui disse há tempos – um aparelho de GPS, esteja ele ou não com o tino no Passo de Drake, é um instrumento de desinteligência. Entre mim e eu próprio.
Desinstala-me a orientação do cérebro.
01/05/2013
30/04/2013
Palpites
Hei-de me dar ao trabalho de enumerar os palpites que aqui fiz, os acertos e as falhas.
Enquanto não, ponho à venda a aposta de 13/8 que não fiz, no Benfica à 10ª jornada, numa altura em que se encontrava a par do Porto.
Se ela rende 13/8 (65%) e agora o mais que se consegue segundo o Oddschecker é 1/4 (25%), sou tipo para aceitar já os 25% e deixar a outro a oportunidade de ganhar 30% em poucos dias.
O facto de não ter feito a aposta enquanto a coloco à venda é despiciendo na actual conjuntura, como calculam.
Não dou como quitada a aposta que aqui fiz, dias depois dessa, sobre um violento abanão apesar do que está a suceder ao largo de São Miguel.
O que noto é que das duas vezes – e foram só duas – em que aqui predisse um abanão ele aconteceu. Em 2007 sentiu-se no continente um sismo de grau 5,8, grau esse que não era atingido desde 1997 de acordo com os dados do então Instituto de Meteorologia (e Geofísica?). E desde essa altura não houve um outro dessa magnitude.
Nos Açores, segundo a mesma base de dados, desde 1999 que se não verificava um sismo de magnitude igual ou superior a 5,9.
Começo a assustar-me com esta pontaria.

Corrigenda: Em 2009, a 17 de Dezembro, registou-se um sismo de grau 6,0 Richter a sudoeste do Cabo de São Vicente, sentido com intensidade V no barlavento algarvio, tal como o referido sismo de 2007, de 12 de Fevereiro. É portanto errado dizer que depois de 2007 não houve sismos com magnitude superior a 5,8 sentidos no continente.
Hei-de me dar ao trabalho de enumerar os palpites que aqui fiz, os acertos e as falhas.
Enquanto não, ponho à venda a aposta de 13/8 que não fiz, no Benfica à 10ª jornada, numa altura em que se encontrava a par do Porto.
Se ela rende 13/8 (65%) e agora o mais que se consegue segundo o Oddschecker é 1/4 (25%), sou tipo para aceitar já os 25% e deixar a outro a oportunidade de ganhar 30% em poucos dias.
O facto de não ter feito a aposta enquanto a coloco à venda é despiciendo na actual conjuntura, como calculam.
Não dou como quitada a aposta que aqui fiz, dias depois dessa, sobre um violento abanão apesar do que está a suceder ao largo de São Miguel.
O que noto é que das duas vezes – e foram só duas – em que aqui predisse um abanão ele aconteceu. Em 2007 sentiu-se no continente um sismo de grau 5,8, grau esse que não era atingido desde 1997 de acordo com os dados do então Instituto de Meteorologia (e Geofísica?). E desde essa altura não houve um outro dessa magnitude.
Nos Açores, segundo a mesma base de dados, desde 1999 que se não verificava um sismo de magnitude igual ou superior a 5,9.
Começo a assustar-me com esta pontaria.
Corrigenda: Em 2009, a 17 de Dezembro, registou-se um sismo de grau 6,0 Richter a sudoeste do Cabo de São Vicente, sentido com intensidade V no barlavento algarvio, tal como o referido sismo de 2007, de 12 de Fevereiro. É portanto errado dizer que depois de 2007 não houve sismos com magnitude superior a 5,8 sentidos no continente.
29/04/2013
28/04/2013
27/04/2013
26/04/2013
Incompreensão
Há uma imagem razoavelmente composta na rede de um grupo pseudo-intelectual que tinta de estúpidos não os que são incapazes de compreender aquilo que é compreensível (a complexidade nas convenções teóricas coerentes) mas os que não interpretam lá da maneira que eles o fazem os sinais do que é incompreensível, incluindo nisto algumas convenções incoerentes. É a incoerência de que sofrem que as torna incompreensíveis, sujeitas a romantismos, quixotismos e absurdas tomadas de posição.
Quixotismos de penaltis de taberna mais os seus competentes e inconsequentes insultos.
Grupo que, sem se misturar com as massas, exerce o proselitismo do like.
Há uma imagem razoavelmente composta na rede de um grupo pseudo-intelectual que tinta de estúpidos não os que são incapazes de compreender aquilo que é compreensível (a complexidade nas convenções teóricas coerentes) mas os que não interpretam lá da maneira que eles o fazem os sinais do que é incompreensível, incluindo nisto algumas convenções incoerentes. É a incoerência de que sofrem que as torna incompreensíveis, sujeitas a romantismos, quixotismos e absurdas tomadas de posição.
Quixotismos de penaltis de taberna mais os seus competentes e inconsequentes insultos.
Grupo que, sem se misturar com as massas, exerce o proselitismo do like.
23/04/2013
Dia de São Jorge

Lucas van Leyden; "São Jorge libertando a princesa de Trebizonda"; colecção Rosenwald na National Gallery of Art de Washington
Lucas van Leyden; "São Jorge libertando a princesa de Trebizonda"; colecção Rosenwald na National Gallery of Art de Washington
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