12/09/2015
11/09/2015
10/09/2015
Trump
Donald Trump enquanto político é fruto da gestação da comunicação de massas fecundada pelo politicamente correcto.
Ou como a vara presa e torta para um lado quando se solta, pende para o lado oposto.
Está lá, na campanha dele, toda a caricatura do politicamente correcto lançado às massas, virada do avesso.
Donald Trump enquanto político é fruto da gestação da comunicação de massas fecundada pelo politicamente correcto.
Ou como a vara presa e torta para um lado quando se solta, pende para o lado oposto.
Está lá, na campanha dele, toda a caricatura do politicamente correcto lançado às massas, virada do avesso.
09/09/2015
07/09/2015
06/09/2015
05/09/2015
03/09/2015
02/09/2015
01/09/2015
Ninguém
Este ninguém refere-se a atrasado, a coisa que desde há uns anos.
Mas a pergunta foi feita recentemente, no jantar anual.
Quem é que ainda mora lá em cima? Lá em cima crescemos todos (ou quase todos), lá em cima forjámos a nossa união à pedrada, aos cobóis, à bola, fazendo fogueiras pelos santos, jogando às cartas nos muretes ou entre quatro paredes, comendo caranguejos no carvoeiro, bebendo cervejas, vendo cair o regime (discutindo como todos os outros, para que lado cairia), fazendo excursões todos os sábados a um templo de Baco, não faltando a uma festa universitária de Carnaval ou de fim de ano lectivo, até que no início da década de oitenta foi um após outro saindo de cena e criando família. Outra família.
Ninguém!
Ninguém mora lá em cima. Lá em cima não existe já. Aquilo é outra terra. A maioria são caras desconhecidas, a maioria tem costumes ignotos, a maioria não sabe nada sobre o que era lá em cima.
É assim que a cobra deixa a pele.
Este ninguém refere-se a atrasado, a coisa que desde há uns anos.
Mas a pergunta foi feita recentemente, no jantar anual.
Quem é que ainda mora lá em cima? Lá em cima crescemos todos (ou quase todos), lá em cima forjámos a nossa união à pedrada, aos cobóis, à bola, fazendo fogueiras pelos santos, jogando às cartas nos muretes ou entre quatro paredes, comendo caranguejos no carvoeiro, bebendo cervejas, vendo cair o regime (discutindo como todos os outros, para que lado cairia), fazendo excursões todos os sábados a um templo de Baco, não faltando a uma festa universitária de Carnaval ou de fim de ano lectivo, até que no início da década de oitenta foi um após outro saindo de cena e criando família. Outra família.
Ninguém!
Ninguém mora lá em cima. Lá em cima não existe já. Aquilo é outra terra. A maioria são caras desconhecidas, a maioria tem costumes ignotos, a maioria não sabe nada sobre o que era lá em cima.
É assim que a cobra deixa a pele.
30/08/2015
29/08/2015
No meu opinião
No meu opinião, vistas as coisas pelas universidades de Verão partidárias, haveriam de lá ser comunicadores jogadores e treinadores de futebol.
Na certa, aproveitar-se-ia mais a lição de narrar o já conhecido de todos e o credo nas melhorias do que estoutra de políticos com imitações baratas do estilo e da retórica por aqueles praticados.
No meu opinião, vistas as coisas pelas universidades de Verão partidárias, haveriam de lá ser comunicadores jogadores e treinadores de futebol.
Na certa, aproveitar-se-ia mais a lição de narrar o já conhecido de todos e o credo nas melhorias do que estoutra de políticos com imitações baratas do estilo e da retórica por aqueles praticados.
28/08/2015
27/08/2015
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