Imagem repescada.
28/01/2022
27/01/2022
26/01/2022
Futurismo
Precisa-se de um Futurismo para o séc. XXI.
Com os olhos no do séc. XX.
Um Futurismo que trucide o politicamente correcto e que eleja de novo o maquinismo, a velocidade, o ímpeto, a vertigem, a descoberta.
Que traga verdadeiros caminhos políticos e não desconchavadas gestões de crise e de bonança. Nem se detenha em palavras vãs.
Uma recidiva de 2011. Estou no tempo delas.
imagem daqui
Precisa-se de um Futurismo para o séc. XXI.
Com os olhos no do séc. XX.
Um Futurismo que trucide o politicamente correcto e que eleja de novo o maquinismo, a velocidade, o ímpeto, a vertigem, a descoberta.
Que traga verdadeiros caminhos políticos e não desconchavadas gestões de crise e de bonança. Nem se detenha em palavras vãs.
Uma recidiva de 2011. Estou no tempo delas.
imagem daqui
25/01/2022
Costa
Sobre as capacidades das actuais personagens, a minha avaliação é alinhada por baixo.
Em particular sobre António Costa, continuo a pensar o que pensava em 2014, ainda ele estava algo longe de ser PM.
Sobre as capacidades das actuais personagens, a minha avaliação é alinhada por baixo.
Em particular sobre António Costa, continuo a pensar o que pensava em 2014, ainda ele estava algo longe de ser PM.
24/01/2022
21/01/2022
O verbo mesclar
É uma das palavras das quais retenho bem o momento em que me foi apresentada: estava numa penosa primeira deslocação a um circo (amor, a quanto obrigas!) quando o ilusionista se dirigiu ao pai da minha eleita e lhe pediu gentilmente que fizesse o favor de mesclar um baralho de cartas.
pela carta se deslinda o nome da Deusa
É uma das palavras das quais retenho bem o momento em que me foi apresentada: estava numa penosa primeira deslocação a um circo (amor, a quanto obrigas!) quando o ilusionista se dirigiu ao pai da minha eleita e lhe pediu gentilmente que fizesse o favor de mesclar um baralho de cartas.
pela carta se deslinda o nome da Deusa
20/01/2022
Restelo
É inegável que me encaminho para o Restelo, como admitia já há cerca de dez anos.
O facto é que, a cada dia que passa, mais me recordam as avisadas palavras de meu Avô materno, homem nascido com o século e cavaleiro andante das primeiras décadas do dito passado.
Foi ele quem cedo me revelou este quadro:
E é dele que me lembro nestes dias desencantados, em que não me consigo rever num só político desses que aparecem por aí.
A política – A grande porca, de Rafael Bordalo Pinheiro, in A Paródia, de 17 JAN. 1900.
É inegável que me encaminho para o Restelo, como admitia já há cerca de dez anos.
O facto é que, a cada dia que passa, mais me recordam as avisadas palavras de meu Avô materno, homem nascido com o século e cavaleiro andante das primeiras décadas do dito passado.
Foi ele quem cedo me revelou este quadro:
E é dele que me lembro nestes dias desencantados, em que não me consigo rever num só político desses que aparecem por aí.
A política – A grande porca, de Rafael Bordalo Pinheiro, in A Paródia, de 17 JAN. 1900.
18/01/2022
17/01/2022
Santa Bárbara
Não é novo que Santa Bárbara só seja invocada quando troveja.
O que é novo é que as trovoadas sejam mostradas com grande alarido e que se invoque não só a dita santa como todos os outros ocupantes dos altares.
E que a gritaria seja tanta que nenhuma voz, por mais bem colocada que seja, se faça ouvir.
Com a massificação, multiplicou-se e amplificou-se o erro. Com ela, o erro ganhou até estatuto de acerto.
Não é preciso correr muito para dar de caras com discussões acesas em que cada parte cultiva e afaga o seu disparate.
Em que nem um só dos argumentos faz sentido.
Em que tudo é assustadoramente primário, ainda que os galões que se dizem puxados denotem patente.
Ficam Santa Bárbara e uma legião de outros santos a pairar sobre o deserto sem perceberem onde e quando são precisos.
Não é novo que Santa Bárbara só seja invocada quando troveja.
O que é novo é que as trovoadas sejam mostradas com grande alarido e que se invoque não só a dita santa como todos os outros ocupantes dos altares.
E que a gritaria seja tanta que nenhuma voz, por mais bem colocada que seja, se faça ouvir.
Com a massificação, multiplicou-se e amplificou-se o erro. Com ela, o erro ganhou até estatuto de acerto.
Não é preciso correr muito para dar de caras com discussões acesas em que cada parte cultiva e afaga o seu disparate.
Em que nem um só dos argumentos faz sentido.
Em que tudo é assustadoramente primário, ainda que os galões que se dizem puxados denotem patente.
Ficam Santa Bárbara e uma legião de outros santos a pairar sobre o deserto sem perceberem onde e quando são precisos.
15/01/2022
14/01/2022
Excel
Das páginas da DGS com informação sobre a Covid-19, aqui já duramente criticadas, transparece o fantasma das folhas de Excel tal como as usava a ASAE há 13 anos atrás.
imagem da SIC, obtida em página já inexistente
Eles por lá usam agora o PowerPoint.
Creio que a aprendizagem informática do funcionário público não anda muito longe desses tempos.
Não se vislumbra ali o mínimo indício de uma sistematização. Tudo parece feito de improviso, em cima do joelho.
Uma folha de Excel, mas minimamente elaborada por alguém com dois dedos de testa, faria bem o serviço.
Das páginas da DGS com informação sobre a Covid-19, aqui já duramente criticadas, transparece o fantasma das folhas de Excel tal como as usava a ASAE há 13 anos atrás.
Eles por lá usam agora o PowerPoint.
Creio que a aprendizagem informática do funcionário público não anda muito longe desses tempos.
Não se vislumbra ali o mínimo indício de uma sistematização. Tudo parece feito de improviso, em cima do joelho.
Uma folha de Excel, mas minimamente elaborada por alguém com dois dedos de testa, faria bem o serviço.
13/01/2022
12/01/2022
Sistematização
É realmente de um nível inenarrável a sistematização da informação sobre a situação da Covid-19 e respectiva vacinação.
Parece até que se trata de uma brincadeira a forma como tudo se mostra desorganizado.
Os endereços onde habitualmente se acedia à informação encontram-se desactivados há cinco dias com um estúpido oops como indicativo principal. Carregando nas letras Covid-19 aparece uma página em manutenção que não prevê acesso aos relatórios diários. Relatórios esses que aparecem, sob diversas formas completamente díspares, numa página de Facebook ou nuns destaques no sítio da DGS.
Que gente é esta, paga por todos nós?
É realmente de um nível inenarrável a sistematização da informação sobre a situação da Covid-19 e respectiva vacinação.
Parece até que se trata de uma brincadeira a forma como tudo se mostra desorganizado.
Os endereços onde habitualmente se acedia à informação encontram-se desactivados há cinco dias com um estúpido oops como indicativo principal. Carregando nas letras Covid-19 aparece uma página em manutenção que não prevê acesso aos relatórios diários. Relatórios esses que aparecem, sob diversas formas completamente díspares, numa página de Facebook ou nuns destaques no sítio da DGS.
Que gente é esta, paga por todos nós?
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