22/02/2006
21/02/2006
20/02/2006
Do avesso
Anda esta imagem a perseguir-me há uns anos.
Saltou-me ao caminho de novo um destes dias.
Passei-a a limpo.


mapa em http://www.lib.utexas.edu/maps/australia/new_zealand_rel81.jpg
Anda esta imagem a perseguir-me há uns anos.
Saltou-me ao caminho de novo um destes dias.
Passei-a a limpo.
mapa em http://www.lib.utexas.edu/maps/australia/new_zealand_rel81.jpg
19/02/2006
18/02/2006
17/02/2006
16/02/2006
15/02/2006
14/02/2006
Iniciação
"E não é por acaso que os degraus são dezassete.
E mais, há um professor do 5º ano que sabe dessas coisas todas. Chega a dar aulas só disso.
Houve até um gajo que se foi abaixo. Meteu-se naquilo a fundo, andava por aí a contar degraus, a medir passos, a verificar alinhamentos. Passou-se.
...
E, sim, o Gentil e El-Rei em cima dele, tombam mesmo no Altar-Mor. Promessa paga.
Para não falar..."

Imagens do Google e palavras de um colega, há muitas luas, no século passado
"E não é por acaso que os degraus são dezassete.
E mais, há um professor do 5º ano que sabe dessas coisas todas. Chega a dar aulas só disso.
Houve até um gajo que se foi abaixo. Meteu-se naquilo a fundo, andava por aí a contar degraus, a medir passos, a verificar alinhamentos. Passou-se.
...
E, sim, o Gentil e El-Rei em cima dele, tombam mesmo no Altar-Mor. Promessa paga.
Para não falar..."
Imagens do Google e palavras de um colega, há muitas luas, no século passado
12/02/2006
Um post repetido
porque o que tem que ser, tem muita força
Qualquer coisa sou eu
Não sei se pousas
Sobre os carris que fotografei
Ou se trazes
Odores de plateias de madeira.
Talvez sejas apenas
Uma presença num parque de árvores
Que nunca identifiquei,
Uma sede entre estevas chacinadas
Pelos verões, sob botas caneleiras
Arrastando pó.
Um outro odor metálico de
Cadeiras vermelhas, verdes, azuis ou
Amarelas, contracenando com
O meu chapéu de sol, de iguais cores.
Talvez até um som gritado
De "fruta ò chocolate".
Uma deixa numa récita,
Um biombo velho dividindo
Promiscuidades.
Um carro soando em estradas
Desertas.
Qualquer coisa.
Definitivamente minha.
SG, inéditos, 1998

Ainda que ilusões sejam, têm muita força.
porque o que tem que ser, tem muita força
Qualquer coisa sou eu
Não sei se pousas
Sobre os carris que fotografei
Ou se trazes
Odores de plateias de madeira.
Talvez sejas apenas
Uma presença num parque de árvores
Que nunca identifiquei,
Uma sede entre estevas chacinadas
Pelos verões, sob botas caneleiras
Arrastando pó.
Um outro odor metálico de
Cadeiras vermelhas, verdes, azuis ou
Amarelas, contracenando com
O meu chapéu de sol, de iguais cores.
Talvez até um som gritado
De "fruta ò chocolate".
Uma deixa numa récita,
Um biombo velho dividindo
Promiscuidades.
Um carro soando em estradas
Desertas.
Qualquer coisa.
Definitivamente minha.
SG, inéditos, 1998
Ainda que ilusões sejam, têm muita força.
10/02/2006
Restos de colecção (42)
Enterrado que ando em memórias, há imagens que me saltam ferozes do papel onde as encontro.
Lembrou-me esta mais memórias.

publicidade da DAF na imprensa, em 1973
Enterrado que ando em memórias, há imagens que me saltam ferozes do papel onde as encontro.
Lembrou-me esta mais memórias.
publicidade da DAF na imprensa, em 1973
09/02/2006
Memórias (I)
Andam por aqui pelo menos duas colecções de posts. A do espólio, que é alimentada por objectos e fotos de familiares e amigos que acabaram nas minhas mãos. A dos restos de colecção que mostra fotografias, documentos e afins que, tendo na maior parte dos casos sido públicos, julgo serem hoje bichos raros e estarem por isso na memória de poucos. Acresce agora esta. A das memórias. Em que solicito aos meus leitores a colaboração na identificação disto ou daquilo. Há já uma série de estranhos objectos a aguardar vez, na fila. Mas inicio-a com algo ainda mais enigmático para mim, um desenho que eu próprio fiz há 33 anos e que suponho terá sido influenciado por algum filme da época. Tem um Suf (12) no verso, o que significa que o levei a escrutínio, em tema livre.
Não espero que me ajudem com este.
Andam por aqui pelo menos duas colecções de posts. A do espólio, que é alimentada por objectos e fotos de familiares e amigos que acabaram nas minhas mãos. A dos restos de colecção que mostra fotografias, documentos e afins que, tendo na maior parte dos casos sido públicos, julgo serem hoje bichos raros e estarem por isso na memória de poucos. Acresce agora esta. A das memórias. Em que solicito aos meus leitores a colaboração na identificação disto ou daquilo. Há já uma série de estranhos objectos a aguardar vez, na fila. Mas inicio-a com algo ainda mais enigmático para mim, um desenho que eu próprio fiz há 33 anos e que suponho terá sido influenciado por algum filme da época. Tem um Suf (12) no verso, o que significa que o levei a escrutínio, em tema livre.
Não espero que me ajudem com este.
07/02/2006
06/02/2006
O utilizador comum
Já em tempos aqui falei dele.
Não é que se note muita diferença entre um dia e o outro quanto ao número de disparates repetido e comentado.
Há é alguns que, parece-me, podem ter consequências mais graves.
Este último das caricaturas é exemplar.
O utilizador comum é licenciado, já leu muitos livros, mas ainda não percebeu nada. Nem tem culpa disso.
Já em tempos aqui falei dele.
Não é que se note muita diferença entre um dia e o outro quanto ao número de disparates repetido e comentado.
Há é alguns que, parece-me, podem ter consequências mais graves.
Este último das caricaturas é exemplar.
O utilizador comum é licenciado, já leu muitos livros, mas ainda não percebeu nada. Nem tem culpa disso.
04/02/2006
03/02/2006
Retomando as ilustrações (III)

Figura 2 a que se refere um post de 23 de Outubro de 2003
postal das edições Francisco Más
Figura 2 a que se refere um post de 23 de Outubro de 2003
postal das edições Francisco Más
Confidencial

da Carta Militar de Portugal, série M888, escala 1:25000
Conseguiu-se enfim localizar o cerne da Pátria. Lá na extrema com o outro Reino da Coroa.
da Carta Militar de Portugal, série M888, escala 1:25000
Conseguiu-se enfim localizar o cerne da Pátria. Lá na extrema com o outro Reino da Coroa.
02/02/2006
01/02/2006
31/01/2006
30/01/2006
29/01/2006
28/01/2006
Os verdes e os vermelhos
outra vez

imagem multiMap.com
Um pequeno emblema do Sporting sobreviveu hoje a uma mudança, na prateleira de um móvel. Não (se) perdeu. Algum augúrio?
outra vez
imagem multiMap.com
Um pequeno emblema do Sporting sobreviveu hoje a uma mudança, na prateleira de um móvel. Não (se) perdeu. Algum augúrio?
26/01/2006
O amigo sem rosto
O condutor do autocarro da Junta de Freguesia encontrava-se inexplicavelmente enfermo.
Ainda mais inexplicavelmente, convalescia na minha própria cama, vigiado por mim e por um amigo sem rosto, como se de um presépio sem vaca e jumento se tratasse.
E sem Virgem, já agora. Que nenhum de nós é desse género.
Acto contínuo, aventurava-me por aquele extremo do bairro de casebres. Ali onde ainda podia distinguir o pinhal que, já se sabe, esconde os prédios que nunca existiram mas onde frequentemente entro.
O miúdo apareceu com uma faca na mão. Queria não sei o quê. Apanhou um valente cagaço quando me comecei a rir e lhe disse para ter juízo, que se não guardasse a faca, o mais certo era levar um tiro na testa. Mostrei-lhe o sítio de onde lhe vinha o perigo. E desapareceu.
Quando vinha a sair do beco onde este encontro ocorrera, vi ao longe o começo da operação.
Acabei por ser interceptado mais à frente. De carro desligado com o agente da autoridade encostado à porta do condutor, lá fui de ladeira abaixo até ao entalhe da paragem de autocarro. Ainda esbocei uma graçola por causa do servo-freio, esquecendo-me que o meu interlocutor vestia um colete com letras nas costas.
Fui então depois remetido para as instalações.
Foi aí que encontrei de novo o amigo sem rosto. Estava ao pé de uma juíza e de uma procuradora. As duas interessantes. Ali ficámos em amena cavaqueira com a senha na mão, à espera de vez.
Não sei se houve jogo.
O condutor do autocarro da Junta de Freguesia encontrava-se inexplicavelmente enfermo.
Ainda mais inexplicavelmente, convalescia na minha própria cama, vigiado por mim e por um amigo sem rosto, como se de um presépio sem vaca e jumento se tratasse.
E sem Virgem, já agora. Que nenhum de nós é desse género.
Acto contínuo, aventurava-me por aquele extremo do bairro de casebres. Ali onde ainda podia distinguir o pinhal que, já se sabe, esconde os prédios que nunca existiram mas onde frequentemente entro.
O miúdo apareceu com uma faca na mão. Queria não sei o quê. Apanhou um valente cagaço quando me comecei a rir e lhe disse para ter juízo, que se não guardasse a faca, o mais certo era levar um tiro na testa. Mostrei-lhe o sítio de onde lhe vinha o perigo. E desapareceu.
Quando vinha a sair do beco onde este encontro ocorrera, vi ao longe o começo da operação.
Acabei por ser interceptado mais à frente. De carro desligado com o agente da autoridade encostado à porta do condutor, lá fui de ladeira abaixo até ao entalhe da paragem de autocarro. Ainda esbocei uma graçola por causa do servo-freio, esquecendo-me que o meu interlocutor vestia um colete com letras nas costas.
Fui então depois remetido para as instalações.
Foi aí que encontrei de novo o amigo sem rosto. Estava ao pé de uma juíza e de uma procuradora. As duas interessantes. Ali ficámos em amena cavaqueira com a senha na mão, à espera de vez.
Não sei se houve jogo.
25/01/2006
23/01/2006
Linhas
O mundo também se divide entre os que acham que os da cor são sempre inteligentíssimos e que os da contra cor são sempre estúpidos e os outros.
Ninguém tem culpa de ser estúpido.
Nunca percebi porque é que não se pode já pronunciar a palavra cego mas a palavra estúpido é do que mais na moda está. Dita com acinte, claro.
Este post é, pois, estúpido.
Nota: este blogue não saiu vencedor nem derrotado das eleições de ontem. E não é por causa do tal anonimato. É porque não.
O mundo também se divide entre os que acham que os da cor são sempre inteligentíssimos e que os da contra cor são sempre estúpidos e os outros.
Ninguém tem culpa de ser estúpido.
Nunca percebi porque é que não se pode já pronunciar a palavra cego mas a palavra estúpido é do que mais na moda está. Dita com acinte, claro.
Este post é, pois, estúpido.
Nota: este blogue não saiu vencedor nem derrotado das eleições de ontem. E não é por causa do tal anonimato. É porque não.
22/01/2006
Subscrever:
Mensagens (Atom)