Começa hojeQuantos fogos haverá hoje nos telejornais das oito?
por MCV às 06:34 de 27 maio 2006 
Mianmar ou a moça da barba russaHá quem diga que os sonhos são perscrutáveis. No lo creo.
Sê-lo-ão tanto como tudo o resto de que sabemos nada ou quase nada.
O caso é que alguém da antiga Birmânia veio cair aqui no blogue há uns dias atrás. E mais não disse.
O caso é que, em tempos, é sabido que ouvi a mãe da dita moça a pronunciar enfaticamente a palavra "Mianmar".
Daí a termo-nos encontrado todos numa festa qualquer, eu, a dita moça, as respectivas mães e mais uns quantos familiares e amigos me pareceu a coisa normal.
Ainda aceitei que um Filipe - julgo que era Filipe - andasse por ali a fazer de adido. Até tive pena do moço.
Até que decidissem mudar de restaurante e fossem, fôssemos, para um outro onde se podiam comer só empadas. A 20 euros por cabeça.
O que já não entendo assim tão bem é que a moça, assim ao perto, apresentasse uma quase cerrada barba preta. Não era russa, não. Disse-o só para compôr o título.
Enquanto isto, recebi um mail do Restaurante Trás d'Orelha. Não morreu no filtro. Tudo se conjuga...
por MCV às 17:10 de 26 maio 2006 
Sérvia & Montenegro?Então não tinha havido secessão?
Protestem já o jogo!
por MCV às 21:28 de 25 maio 2006 
PerguntaUma que ainda ninguém teve a maldade de fazer aos que repetem a necessidade de obter um mandato ou um aval (?) das Nações Unidas para enviar militares para Timor-Leste, atendendo ao pedido feito pelas autoridades competentes do Estado timorense é "Porquê?"
por MCV às 05:40 
BoatooglesAquilo a que alguns chamaram
em devido tempo boatoogle parece finalmente começar a sair da casca.
Veja-se o exemplo já
aqui mencionado e
este, fresquinho.
por MCV às 05:33 
O fim dos temposO fim dos tempos, em sentido restrito o Fim do Tempo, é algo que não sabemos o que seja.
Para tal, seria primeiro necessário que soubéssemos o que é o tempo. Não sabemos.
Mas em sentido lato, ou menos preciso talvez, há vários significados possíveis. O fim de um Universo imaginado, da espécie humana conhecida, de cada um de nós. Não há preocupação individual que subsista para além da morte do indivíduo. Assim o creio.
Seja como fôr, a ideia comummente associada a estas quatro palavras em epígrafe, é a da extinção do Homem. E essa ideia persegue-nos desde há alguns séculos. Os sonhadores têm oferecido significativos remédios para postergar tal dia.
De todos, há um que se oferece como mais óbvio - sair daqui, do planeta Terra e continuar a aventura onde haja mais recursos.
Aparentemente, andamos a trabalhar nisso. Não andamos à procura de um planeta com determinadas condições por mera recreação.
Parece haver um único sentido na Vida, perpetuar-se. Parece, por enquanto.
O barulho que se tem feito nos últimos tempos a propósito das alterações climáticas parece ser um sintoma de que há uma consciência de que os recursos aqui na Terra são afinal limitados.
Mesmo sendo grande parte desse barulho um disparate pegado, que não resiste a uma crítica minimamente racional, há, no entanto, aspectos que são inelutáveis - não podemos, por exemplo, continuar a multiplicar-nos à mesma razão.
Mas traçar prognósticos a olhar para um troço de curva insignificante é uma grossa asneira.
No meio disto tudo, não vejo, não conheço - ignorância minha decerto - um único prognóstico que seja de alteração climática em catástrofe, como por exemplo uma reacção química que consuma o oxigénio de um momento para o outro.
Há alguns livros de ficção científica que tratam de uma quase extinção. Não sei de nenhum que a escreva dessa forma. Pode muito bem ser ignorância minha.
Fico-me a pensar nos que sobreviveriam à catástrofe. Nas primeiras horas, os que respirassem com auxílio, os que se encontrassem em certos ambientes artificiais. E do que se seguiria, tendo esses adquirido a consciência do que se passava à sua volta. Haveria tempo para conseguirem providenciar uma saída? Pergunta parva.
por MCV às 22:57 de 24 maio 2006 
Há muito que também me pareceQue um dos dados do problema do jornalismo é o Q.I..
Temos que viver todos com isso.
Entre a estupidez e a cupidez, vejo sempre a primeira como mais vasta. Muito mais vasta. Os exemplos atropelam-se como numa escada com excesso de afluência.
por MCV às 17:17 de 23 maio 2006 
Cores do trânsito engarrafado
Ainda que o abaixo assinado tenha a mania de não se meter em trânsito tal.
por MCV às 21:17 de 22 maio 2006 