22/02/2008
O mal estar difuso
O alerta da SEDES é apenas mais um.
Qualquer pessoa atenta aos sinais sabe do que se trata.
A reacção do PS é a que se previa. Diz que é exagero, tremendismo.
Será que já perceberam o mesmo do que toda a gente?
Isto não tem necessariamente a ver com o PS e o seu governo. Tem a ver com tudo o que está para trás desde Cavaco Silva e das suas maiorias de votos expressos.
Com a resma de incompetências, de burrices e de crimes que se mostraram e praticaram.
Está tudo farto disto.
A SEDES, para quem não se lembra, fez vários alertas antes de 74.
O alerta da SEDES é apenas mais um.
Qualquer pessoa atenta aos sinais sabe do que se trata.
A reacção do PS é a que se previa. Diz que é exagero, tremendismo.
Será que já perceberam o mesmo do que toda a gente?
Isto não tem necessariamente a ver com o PS e o seu governo. Tem a ver com tudo o que está para trás desde Cavaco Silva e das suas maiorias de votos expressos.
Com a resma de incompetências, de burrices e de crimes que se mostraram e praticaram.
Está tudo farto disto.
A SEDES, para quem não se lembra, fez vários alertas antes de 74.
21/02/2008
20/02/2008
A escola especial
Sem investigar muito o assunto – e correndo o risco de estar a ser injusto – apenas guiando-me pelo que oiço a certas figuras, temo que se não distinga entre crianças cegas, surdas, sem mobilidade e as outras cuja diminuta capacidade mental nunca lhes permitirá aprender grande coisa.
Temo que se misture tudo com grave prejuízo para os primeiros e para a Nação.
E sem benefício para ninguém.
Sem investigar muito o assunto – e correndo o risco de estar a ser injusto – apenas guiando-me pelo que oiço a certas figuras, temo que se não distinga entre crianças cegas, surdas, sem mobilidade e as outras cuja diminuta capacidade mental nunca lhes permitirá aprender grande coisa.
Temo que se misture tudo com grave prejuízo para os primeiros e para a Nação.
E sem benefício para ninguém.
19/02/2008
18/02/2008
Rio Jamor, esta tarde

Escombros das fundações de uma edificação derruída nas cheias de Novembro de 67.

Escombros das fundações de uma edificação derruída nas cheias de Novembro de 67.
Das coincidências
Poucas horas depois da conversa televisiva sobre cheias, eis que a precipitação em Lisboa atinge valores acima dos 50 mm em 8 horas*.
Não sendo um valor de catástrofe, já acordei ao som das sirenes de chamada.
E aqui mesmo ao lado morreu pelo menos uma pessoa**.

gráfico do IM
* mais de 100 mm em 24 horas, o que é um valor considerável.
** duas pessoas, afinal.
Poucas horas depois da conversa televisiva sobre cheias, eis que a precipitação em Lisboa atinge valores acima dos 50 mm em 8 horas*.
Não sendo um valor de catástrofe, já acordei ao som das sirenes de chamada.
E aqui mesmo ao lado morreu pelo menos uma pessoa**.

gráfico do IM
* mais de 100 mm em 24 horas, o que é um valor considerável.
** duas pessoas, afinal.
À toa - II
Uma coisa que é muito comum em Portugal é o disparate especializado.
Ouvi, mais uma vez, da boca de uma dita especialista que os mortos nas cheias de 97 no Alentejo foram em zonas recentemente construídas.
Isto é apenas ignorância atrevida. Mas especializada. Muito especializada no disparate.
Uma coisa que é muito comum em Portugal é o disparate especializado.
Ouvi, mais uma vez, da boca de uma dita especialista que os mortos nas cheias de 97 no Alentejo foram em zonas recentemente construídas.
Isto é apenas ignorância atrevida. Mas especializada. Muito especializada no disparate.
17/02/2008
À toa
Dizer que as cheias de 67 (como se disse no programa de Maria Elisa) são a segunda maior catástrofe natural – supõe-se que quanto ao número de mortos - em Portugal a seguir ao terramoto de 1755, sem se saber, como não se sabe, qual foi o número de baixas é uma afirmação gratuita.
Sem sabermos também, por exemplo, quais as baixas dos terramotos de 1531 e 1722 estamos com grande probabilidade em presença de fenómenos que causaram maior número de mortos do que as cheias desse ano.
misturar imagens das cheias de 97 no trecho respeitante às de 83 também é normal. É tudo à toa, como sempre.
Dizer que as cheias de 67 (como se disse no programa de Maria Elisa) são a segunda maior catástrofe natural – supõe-se que quanto ao número de mortos - em Portugal a seguir ao terramoto de 1755, sem se saber, como não se sabe, qual foi o número de baixas é uma afirmação gratuita.
Sem sabermos também, por exemplo, quais as baixas dos terramotos de 1531 e 1722 estamos com grande probabilidade em presença de fenómenos que causaram maior número de mortos do que as cheias desse ano.
misturar imagens das cheias de 97 no trecho respeitante às de 83 também é normal. É tudo à toa, como sempre.
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