27/04/2013
26/04/2013
Incompreensão
Há uma imagem razoavelmente composta na rede de um grupo pseudo-intelectual que tinta de estúpidos não os que são incapazes de compreender aquilo que é compreensível (a complexidade nas convenções teóricas coerentes) mas os que não interpretam lá da maneira que eles o fazem os sinais do que é incompreensível, incluindo nisto algumas convenções incoerentes. É a incoerência de que sofrem que as torna incompreensíveis, sujeitas a romantismos, quixotismos e absurdas tomadas de posição.
Quixotismos de penaltis de taberna mais os seus competentes e inconsequentes insultos.
Grupo que, sem se misturar com as massas, exerce o proselitismo do like.
Há uma imagem razoavelmente composta na rede de um grupo pseudo-intelectual que tinta de estúpidos não os que são incapazes de compreender aquilo que é compreensível (a complexidade nas convenções teóricas coerentes) mas os que não interpretam lá da maneira que eles o fazem os sinais do que é incompreensível, incluindo nisto algumas convenções incoerentes. É a incoerência de que sofrem que as torna incompreensíveis, sujeitas a romantismos, quixotismos e absurdas tomadas de posição.
Quixotismos de penaltis de taberna mais os seus competentes e inconsequentes insultos.
Grupo que, sem se misturar com as massas, exerce o proselitismo do like.
23/04/2013
Dia de São Jorge

Lucas van Leyden; "São Jorge libertando a princesa de Trebizonda"; colecção Rosenwald na National Gallery of Art de Washington

Lucas van Leyden; "São Jorge libertando a princesa de Trebizonda"; colecção Rosenwald na National Gallery of Art de Washington
Especialistas e comentadores
Não é conta que se faça. É impressão. Impressão de que noventa por cento dos especialistas económicos e comentadores políticos repisam a mesmíssima ideia: mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente. E daí não saem.
Isto porque enquanto tirava um café me dei ao trabalho de ouvir um tipo que era uma espécie de lectótipo de ambas as espécies acima designadas.
Subsumi. Mas subsumi com base no muito que tenho lido e escutado.
Não é conta que se faça. É impressão. Impressão de que noventa por cento dos especialistas económicos e comentadores políticos repisam a mesmíssima ideia: mais vale ser rico e saudável do que pobre e doente. E daí não saem.
Isto porque enquanto tirava um café me dei ao trabalho de ouvir um tipo que era uma espécie de lectótipo de ambas as espécies acima designadas.
Subsumi. Mas subsumi com base no muito que tenho lido e escutado.
22/04/2013
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