A ponteO facto de me ter encontrado a maior parte do dia do sol em parte incerta, parte incerta para mim, não me permite a conclusão de que a próxima ponte, ou uma das próximas, a lançar sobre o rio Tejo será entre Chelas e o Barreiro. Neste preciso momento, entrego-me às delícias da teclação para vos dar conta do meu estado d’alma enquanto espreito os gloriosos cavaleiros das riscas verdes e brancas a trocarem os olhos aos protestantes de Glásgua.
Dito isto, e parecendo-me que houve mais uma decisão sobre o caso de se ter decidido tomar a decisão de a construir, uma dúvida avassala-me:
Como irá a insigne cabeça classificar,
ordinalmente, a nova obra d’arte? A terceira, como dizem os demais, a segunda como alvitram alguns outros ou a quinta, como
coerentemente deveria fazer?