25/12/2010
22/12/2010
21/12/2010
O paradoxo da percepção
Na minha experiência, tenho verificado que as pessoas que mais falam em “perceber as coisas” são as que menos tendem a procurar fazê-lo.
Comummente, pretendem encontrar explicações e relações de causa-efeito em aspectos insondáveis do universo.
São, em regra, avessas a explicações lineares dentro de uma convenção – as mais simples demonstrações matemáticas ou decorrências de leis básicas. E pouco dadas a entender o funcionamento de máquinas simples.
Em contrapartida, os que mais se detêm nestas basilares divagações do espírito – tentar perceber o que é perceptível, rudimentar - são os que mais encolhem os ombros quanto às relações de causa-efeito em sistemas complexos, tais como o comportamento dos humanos.
É apenas a minha amostra. Nada mais do que isso.
Na minha experiência, tenho verificado que as pessoas que mais falam em “perceber as coisas” são as que menos tendem a procurar fazê-lo.
Comummente, pretendem encontrar explicações e relações de causa-efeito em aspectos insondáveis do universo.
São, em regra, avessas a explicações lineares dentro de uma convenção – as mais simples demonstrações matemáticas ou decorrências de leis básicas. E pouco dadas a entender o funcionamento de máquinas simples.
Em contrapartida, os que mais se detêm nestas basilares divagações do espírito – tentar perceber o que é perceptível, rudimentar - são os que mais encolhem os ombros quanto às relações de causa-efeito em sistemas complexos, tais como o comportamento dos humanos.
É apenas a minha amostra. Nada mais do que isso.
20/12/2010
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