23/12/2010

21/12/2010

O paradoxo da percepção

Na minha experiência, tenho verificado que as pessoas que mais falam em “perceber as coisas” são as que menos tendem a procurar fazê-lo.
Comummente, pretendem encontrar explicações e relações de causa-efeito em aspectos insondáveis do universo.
São, em regra, avessas a explicações lineares dentro de uma convenção – as mais simples demonstrações matemáticas ou decorrências de leis básicas. E pouco dadas a entender o funcionamento de máquinas simples.
Em contrapartida, os que mais se detêm nestas basilares divagações do espírito – tentar perceber o que é perceptível, rudimentar - são os que mais encolhem os ombros quanto às relações de causa-efeito em sistemas complexos, tais como o comportamento dos humanos.
É apenas a minha amostra. Nada mais do que isso.

20/12/2010

E duram...

É notável que o sotaque e a entoação PCP tenham sido transmitidos, de geração em geração, até hoje.
Já não falo do vocabulário. Nem da atávica defesa da Rússia, hoje capitalista.

19/12/2010

A negação da tricotomia em ti

Eu perdi mais do que tu.
Tu perdeste mais do que eu.
Este é um jogo de soma infinita.