
Passando hoje junto a um cais num pequeno lago onde se encontravam amarrados nove barcos de passeio numerados em ordem diferente da natural, lembrei aos meus companheiros que nós, no outro tempo, haveríamos de os pôr em ordem depois de uma noitada.
Alguns minutos antes, porém, tinha eu já invertido a ordem natural das coisas: adquirira uma belíssima andorinha de louça para pendurar aqui no escritório. Fizera-o fora de ordem, antes do Cristo-Rei de plástico e da buzina de bexiga.


