A classe dos autarcas não escapa ao retrato do país – uns quantos bons e capazes, uns quantos assim-assim e uma imensa maioria de medíocres e maus.
Autarcas actuais e passados, bem entendido.
Essa imensa maioria de medíocres e maus deixou obra. Que para essa maioria de eleitores que os foram mantendo no cargo terá sido boa obra.
Que interessam as dívidas que se contraíram e que não se conseguem pagar, as porcarias que se fizeram e que para nada servem e que em alguns casos não se conseguem conservar em bom estado (como se interessasse ter porcaria em bom estado...)? Não interessam nada.
Dessa imensa maioria de eleitores começaram a dissidir uns quantos afinal indignados com o esbanjamento que agora lhes esmifra os bolsos.
Este post é para homenagear os que de há muito foram apontando os ridículos mimetismos e as extravagâncias dessa classe.
Com mais (como neste caso) ou menos humor.

nó rodoviário em Mafra - imagem dos Bing Maps.
*expressão que me tendo ocorrido, tive o cuidado de verificar já ter sido cunhada por outros.

