13/08/2010
12/08/2010
Jornalismo científico
Ou, como é costume, não ter a menor ideia do que se está a dizer.
Enganei-me. Não é ciência científica, é ciência de mercearia.
Menos ainda, são contas de dividir. Uma coisa tão simples como o preço da água.
Na TVI 24, há pouco, uma voz feminina anunciava que o preço de litro e meio de água andava à volta de um euro, se esta fosse engarrafada. Anda pois, para cima ou para baixo, dependendo do sítio onde se compra.
E disse, comparando, que já a mesma quantidade de água da torneira custava menos de 25 cêntimos.
Também é verdade, custa menos de 25 cêntimos.
Só não vejo a que propósito vêm os 25 cêntimos. Também custa menos de 5 euros e também custa menos de 1 cêntimo, já com tudo incluído, mesmo nas localidades onde a água é mais cara, suponho.
Isto para parar no valor facial mais baixo da moeda circulante.
No meu caso, litro e meio de água custa-me cerca de 0,0018 €. Ou menos de 1/5 de cêntimo.
Onde é que ela, a voz feminina, terá ido buscar os 25 cêntimos?
Ou, como é costume, não ter a menor ideia do que se está a dizer.
Enganei-me. Não é ciência científica, é ciência de mercearia.
Menos ainda, são contas de dividir. Uma coisa tão simples como o preço da água.
Na TVI 24, há pouco, uma voz feminina anunciava que o preço de litro e meio de água andava à volta de um euro, se esta fosse engarrafada. Anda pois, para cima ou para baixo, dependendo do sítio onde se compra.
E disse, comparando, que já a mesma quantidade de água da torneira custava menos de 25 cêntimos.
Também é verdade, custa menos de 25 cêntimos.
Só não vejo a que propósito vêm os 25 cêntimos. Também custa menos de 5 euros e também custa menos de 1 cêntimo, já com tudo incluído, mesmo nas localidades onde a água é mais cara, suponho.
Isto para parar no valor facial mais baixo da moeda circulante.
No meu caso, litro e meio de água custa-me cerca de 0,0018 €. Ou menos de 1/5 de cêntimo.
Onde é que ela, a voz feminina, terá ido buscar os 25 cêntimos?
11/08/2010
O fogo
O fogo é daqueles assuntos que já não tem assunto.
Passe a tragédia das mortes. Que essa também não é matéria para este tipo de escrutínio.
Ainda assim, gostaria de ouvir os tontinhos com responsabilidades que tanto andaram a dizer que o sistema montado era eficaz, sendo essa a razão pela qual tinha havido menos área ardida nos últimos anos, etc....
Há depois algo mais a que voltarei um destes dias. Para um assunto que já não tem assunto...
O fogo é daqueles assuntos que já não tem assunto.
Passe a tragédia das mortes. Que essa também não é matéria para este tipo de escrutínio.
Ainda assim, gostaria de ouvir os tontinhos com responsabilidades que tanto andaram a dizer que o sistema montado era eficaz, sendo essa a razão pela qual tinha havido menos área ardida nos últimos anos, etc....
Há depois algo mais a que voltarei um destes dias. Para um assunto que já não tem assunto...
10/08/2010
De fora parte

Com atraso em relação à relativa promessa, aqui vai o link para a colecção de cromos roubados ao Google.
Numa altura em que a street view do dito está a ser questionada por cá.
Estamos então numa base de ladrão que rouba a ladrão. Mal comparado.
Quem é alheio a esta recolha pirata é Fernando Vilela, que mandou uma legítima foto de uma placa toponímica que mais uma vez agradeço.
A colecção ainda está em acabamentos. Faltam 100 cromos, arranjar as páginas mensais e dar outro aspecto à página de entrada.
Claro que a ideia é trocar as fotos do Google por fotos legítimas.

Com atraso em relação à relativa promessa, aqui vai o link para a colecção de cromos roubados ao Google.
Numa altura em que a street view do dito está a ser questionada por cá.
Estamos então numa base de ladrão que rouba a ladrão. Mal comparado.
Quem é alheio a esta recolha pirata é Fernando Vilela, que mandou uma legítima foto de uma placa toponímica que mais uma vez agradeço.
A colecção ainda está em acabamentos. Faltam 100 cromos, arranjar as páginas mensais e dar outro aspecto à página de entrada.
Claro que a ideia é trocar as fotos do Google por fotos legítimas.
Incondicional
Sou um admirador incondicional dos bombeiros.
Esta coisa de morrerem a combater o fogo...

imagem daqui
Heróis facilmente esquecidos como os de 1966 em Sintra, que eram afinal soldados. Os de 1985 em Armamar e 1986 em Águeda, os de 2006 em Famalicão da Serra. E tantos, tantos outros. Que é sempre mais fácil relembrarmos as tragédias colectivas.
Sou um admirador incondicional dos bombeiros.
Esta coisa de morrerem a combater o fogo...

imagem daqui
Heróis facilmente esquecidos como os de 1966 em Sintra, que eram afinal soldados. Os de 1985 em Armamar e 1986 em Águeda, os de 2006 em Famalicão da Serra. E tantos, tantos outros. Que é sempre mais fácil relembrarmos as tragédias colectivas.
09/08/2010
Exemplo dos tempos
Um excelente exemplo das características irracionais dos tempos que correm é a novela telejornalística global à volta das pedras que deram à senhorita Campbell.
Sem qualquer tipo de conteúdo mas susceptível de ser escrutinada no Tribunal da Haia.
Aparentemente para que se faça prova testemunhal algo enviezada de que Charles Taylor conhecia e detinha diamantes em bruto.
Isto leva a algum lado?
Assim como assim, novela por novela, a do C. sempre teve mais piada.
Um excelente exemplo das características irracionais dos tempos que correm é a novela telejornalística global à volta das pedras que deram à senhorita Campbell.
Sem qualquer tipo de conteúdo mas susceptível de ser escrutinada no Tribunal da Haia.
Aparentemente para que se faça prova testemunhal algo enviezada de que Charles Taylor conhecia e detinha diamantes em bruto.
Isto leva a algum lado?
Assim como assim, novela por novela, a do C. sempre teve mais piada.
Não há memória
Desta feita, concorro com os saltimbancos das novas e com os arautos da desgraça.
Não tenho memória de ter feito uma leitura tal aqui neste meu escritório de trabalho desde finais de 2002, quando para aqui vim.
A noite quase sem arrefecimento aqui por estas bandas prenunciava já algo assim.
Não fosse eu maçã do Baixo Alentejo e não haveria condições, parafraseando o ilustre Comendador Marques de Correia.
Desta feita, concorro com os saltimbancos das novas e com os arautos da desgraça.
Não tenho memória de ter feito uma leitura tal aqui neste meu escritório de trabalho desde finais de 2002, quando para aqui vim.
A noite quase sem arrefecimento aqui por estas bandas prenunciava já algo assim.
Não fosse eu maçã do Baixo Alentejo e não haveria condições, parafraseando o ilustre Comendador Marques de Correia.
08/08/2010
Travoada
Primeiro, vi as nuvens.
Cheirou-me a trovoada lá para as minhas bandas.
Fui espreitar e nada. Pouco depois, voltei lá e vi um só raio sobre todo o território continental.
Onde teria caído o bicho?
Estava capaz de apostar que foi na linha Sines – Ferreira. Já depois das Ermidas.
Primeiro, vi as nuvens.
Cheirou-me a trovoada lá para as minhas bandas.
Fui espreitar e nada. Pouco depois, voltei lá e vi um só raio sobre todo o território continental.
Onde teria caído o bicho?
Estava capaz de apostar que foi na linha Sines – Ferreira. Já depois das Ermidas.
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