Jornalismo
Um repórter, face à imagem de uma árvore cortada cerce pelo vento, afirma que se pode ver que a dita árvore não tem raiz.
Não há ensino que possa acudir a tais mentes.
19/01/2013
18/01/2013
17/01/2013
14/01/2013
13/01/2013
E
E depois há as fêmeas.
As fêmeas, na minha taxonomia, dividem-se em aflitivas, serenas e pessoas.
As aflitivas são as do fim-de-semana bem passado. Mais do que isso é castigo sem crime.
As serenas, não digo sereias, são as que duram uma vida. Ou mais do que uma, em enfiteuse.
As essenciais, focos de atenção, de tudo cernes. As únicas que contam.
Depois, há as pessoas que em nada diferem de homens, velhas e crianças.
Pouco me importa que aceites ou não a minha classificação, Ivone. A questão é se és A que conta. Ou não.
E depois há as fêmeas.
As fêmeas, na minha taxonomia, dividem-se em aflitivas, serenas e pessoas.
As aflitivas são as do fim-de-semana bem passado. Mais do que isso é castigo sem crime.
As serenas, não digo sereias, são as que duram uma vida. Ou mais do que uma, em enfiteuse.
As essenciais, focos de atenção, de tudo cernes. As únicas que contam.
Depois, há as pessoas que em nada diferem de homens, velhas e crianças.
Pouco me importa que aceites ou não a minha classificação, Ivone. A questão é se és A que conta. Ou não.
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