Um travão inútil
“No entanto, e independentemente disso, as evidências indicam que o freio pneumático e também o freio manual foram rapidamente aplicados pelo guarda-freio da cabina n.º 1, mas que na configuração existente os freios não têm a capacidade suficiente para imobilizar as cabinas em movimento sem estas terem as suas massas em vazio mutuamente equilibradas através do cabo de ligação. Desta forma, não constitui um sistema redundante à falha dessa ligação.” - diz o comunicado do GPIAAF.
É esta a informação relevante.
06/09/2025
05/09/2025
04/09/2025
03/09/2025
31/08/2025
Inseguro é o Estádio Nacional (ainda mais uma vez)
Para uns bimbos que agora piam menos, o Estádio Nacional era muitíssimo inseguro.
Seguros eram os excelentes estádios de 2004.
Ora, como já aqui referi mais do que uma vez, é difícil, se não impossível, encontrar no Estádio Nacional armadilhas ou ameaças pendentes que ponham em risco as pessoas.
No actual estádio de Alvalade já se vão acumulando as vítimas quer das armadilhas, gente que se precipitou no fosso (parece que foi finalmente eliminado) e gente que foi agora atingida por vidros que ficaram ao alcance da acéfala turbamulta. Já tinha acontecido algo semelhante em Aveiro (também um estádio de 2004).
A pior situação que pode existir num estádio, a debandada desenfreada da mole quando algo de inesperado acontece, está mais do que prevista no tão mal afamado Estádio Nacional - não faltam escapatórias no terreno circundante, sendo que é uma estrutura aberta. Já em qualquer dos tais de 2004 é melhor nem tentar um simulacro de evacuação em caso de pânico.
É claro que a alegada falta de segurança do Estádio do Jamor é uma invenção dos tontinhos do costume, quer porque fica perto de Lisboa quer porque foi uma obra do Estado Novo. A verdade é que tal invenção fez o seu caminho entre os ígnaros que papagueavam tal sempre que achavam que era altura.
A única coisa de muito duvidosa segurança no Jamor é a recente ideia de erigir frequentemente uma bancada amovível. Essa sim, é perigosa.
Queria ver se não repetia este assunto mais uma vez...
Fotografia de Armando Serôdio no Arquivo Municipal de Lisboa
Para uns bimbos que agora piam menos, o Estádio Nacional era muitíssimo inseguro.
Seguros eram os excelentes estádios de 2004.
Ora, como já aqui referi mais do que uma vez, é difícil, se não impossível, encontrar no Estádio Nacional armadilhas ou ameaças pendentes que ponham em risco as pessoas.
No actual estádio de Alvalade já se vão acumulando as vítimas quer das armadilhas, gente que se precipitou no fosso (parece que foi finalmente eliminado) e gente que foi agora atingida por vidros que ficaram ao alcance da acéfala turbamulta. Já tinha acontecido algo semelhante em Aveiro (também um estádio de 2004).
A pior situação que pode existir num estádio, a debandada desenfreada da mole quando algo de inesperado acontece, está mais do que prevista no tão mal afamado Estádio Nacional - não faltam escapatórias no terreno circundante, sendo que é uma estrutura aberta. Já em qualquer dos tais de 2004 é melhor nem tentar um simulacro de evacuação em caso de pânico.
É claro que a alegada falta de segurança do Estádio do Jamor é uma invenção dos tontinhos do costume, quer porque fica perto de Lisboa quer porque foi uma obra do Estado Novo. A verdade é que tal invenção fez o seu caminho entre os ígnaros que papagueavam tal sempre que achavam que era altura.
A única coisa de muito duvidosa segurança no Jamor é a recente ideia de erigir frequentemente uma bancada amovível. Essa sim, é perigosa.
Queria ver se não repetia este assunto mais uma vez...
Fotografia de Armando Serôdio no Arquivo Municipal de Lisboa
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