15/04/2006
14/04/2006
12/04/2006
11/04/2006
10/04/2006
Tabaco
Eu apoiaria sem reservas a indignação com que alguns aplaudem - é isso mesmo a indignação com que aplaudem - a lei de que se fala agora sobre o tabaco sse (se e só se) fosse prevista a pena de morte para todos os que na estrada causam acidentes com mortos. Já dava de barato os feridos graves.
Já fui fumador, sim. Hoje não fumo.
Eu apoiaria sem reservas a indignação com que alguns aplaudem - é isso mesmo a indignação com que aplaudem - a lei de que se fala agora sobre o tabaco sse (se e só se) fosse prevista a pena de morte para todos os que na estrada causam acidentes com mortos. Já dava de barato os feridos graves.
Já fui fumador, sim. Hoje não fumo.
A(s) moça(s) das Caldas
O que há de facto de relevante para dizer, começar a dizer, desse dia é que a minha tia estava defunta. Soube-o não por carta, telefone, aerograma ou de viva voz, soube-o simplesmente.
Mas mais tarde haveria de ouvir a voz lamentosa da minha prima.
Soube também que o vulto da casa do Largo, aquela casa que fora dos meus avós paternos e que agora fora dividida em duas, falecera também. Isto, sim, dito de viva voz por uma prima também parente do vulto.
Mas havia a festa do Lopes. A festa que o Lopes dava para comemorar acho que o pau-de-fileira da fábrica que era dos outros, meus amigos também, mas que não tinham nada a ver com o Lopes, a não ser o facto de ele lhes ter construído a fábrica.
À festa, eu não podia faltar, obviamente.
Quando me ia deslocar a cada um dos velórios, fui interceptado por um outro primo, accionista da inaugurada, que fazia questão que eu fosse verificar isto e mais aquilo. Disse-lhe que não, que era amigo do Lopes e confiava nele. Se ele tinha alguma queixa, que a fizesse directamente. Eu lá estaria, depois, se ele quisesse, para dar opinião para os dois ouvirem.
E a coisa prosseguiu, sem mais delongas, a caminho da festa.
Havia grupos e grupos. Não sei por quê, as pessoas dividiam-se como dizem que o fazem nos congressos partidários. O grupo de Évora, o grupo de Cabeção, o grupo do Escoural, o grupo de Estremoz, o de Borba, o de Elvas e o mais decisivo, claro, ainda que o não soubesse então, o das Caldas da Raínha.
Da festa toda, por junto e atacado, lembro-me de termos saído para ir ao velório da casa do Largo e de lá a coisa se encontrar assim distribuída: daquelas salas à esquerda de quem entra, uma era de senhoras e tinha um tapete de Arraiolos no chão e sofás verdes de aeroporto.
A seguinte era de homens e escura. Uma versão aumentada da minha velha mesa de cozinha de lá trazida no tempo antigo, ocupava o centro. À volta, os homens sentados. Apenas reconheci um. Aos outros, todos mais novos, retirava-lhes o parentesco pelas feições.
A sala do fundo, a que corresponderia grosseiramente a antiga casa de jantar, era a câmara ardente. O vulto encontrava-se depositado numa mesa idêntica à atrás não descrita (depois direi como é a minha - a dos meus avós - velha mesa de cozinha, mas digo já que é escura) com a diferença de que, na parte central, um entalhe permitia que o vulto descansasse não sobre a mesa mas num recesso dela. Estava coberto integralmente por o que parecia ser um tecido de veludo grosso, azul acinzentado escuro, quase de reposteiro.
Reconheci nessa roda, pois os homens distribuíam-se de igual forma à volta da mesa, o mesmo indivíduo da sala anterior. Perguntei-lhe por dois nomes, dos donos da casas em que se subdividia agora a antiga morada de meus avós. Respondeu-me que estavam provavelmente a descansar ou na festa da fábrica. Fiquei mais descansado.
Recuei para a posição da sala feminina, onde apesar de tudo ainda reconhecia algumas caras, as que me haviam acompanhado e outras mais.
Foi então que reparei que havia uma abertura na parede norte que permitia olhar para a chamada zona baixa da casa. Uma zona onde ficava a grande sala e de onde se acedia depois, subindo novamente, a um quarto de costura e, por outro lado, descendo mais um pouco a um quarto que nunca percebi muito bem para que servia, mas onde me deixavam sempre estender a minha tenda.
A minha familiaridade com a casa foi questionada pela Isabel. Eu espantei-me que ela não soubesse, não se lembrasse, de que aquela casa fora dos meus avós. Disse-lhe quais mais tinham sido deles, ela só se lembrava da que fora mais tarde de um tio meu.
De volta à festa, havia forte animação, já com sequelas combinadas para o dia seguinte. Eu já estava adstrito a uma delas, que metia um chibo.
Acho que foi mais ou menos na altura em que estava o Lopes a explicar-me do chibo que elas passaram à nossa frente. Quem são? - perguntei-lhe. Das Caldas.
Confesso que não me veio à cabeça perguntar-lhe que raio fazia ali um grupo de moças das Caldas. E a razão era simples, o grupo era encantador e eu fiquei embasbacado.
O Lopes chamou-as com a bruteza habitual, nicknamed Porthos, portesidade.
Elas aproximaram-se cheias de sorrisos. E ele: Aqui o Manel diz que vocês são muita boas.
Elas riram-se, claro. Eu não me desfiz. Mas reparei e bem no olhar dela.
Depois de dar mais duas voltas ao casão, falando com este e com aquele, tropecei outra vez no grupinho.
Disse-lhes então que tinha total confiança no Lopes, tudo o que ele dizia era verdade. Tinha o meu primo accionista ao lado, claro.
Continuei com mais copos e linguiça.
A coisa deu-se quando tive a consciência de que andava com os olhos à procura dela. Pior. Quando a alcancei, dei-me conta de que me fixava também.
Dei um salto como se estivesse sentado num muro. Ela riu-se. Já não nos largámos pelo resto da festa.
Dizia eu lá atrás que da festa lembrava-me disto e daquilo. É mentira. Só me lembro mesmo dela. E do que se seguiu.
Ela disse-me então que já sabia que eu no dia seguinte ia ao chibo. Era pena. Mas talvez nos encontrássemos depois.
Ora e o que se seguiu conta-se de uma pe(r)nada. Eu e a Chica chegámos a casa quase à mesma hora. Não sabendo eu que ela andava por ali, fiquei entusiasmado ao vê-la a fazer o caminho do muro, para entrar pela porta das traseiras. E, com a maior das naturalidades, fomos para a mesma casa de banho. Perguntei-lhe onde é que ela ia dormir, enquanto ela descobria uma magnífica perna direita. Mas corrigi. Perguntei onde é que não íamos dormir. Começámos a percorrer os quartos. Quase todas as camas ocupadas. Ela lembrou-se do quarto onde costumava dormir, como se fosse uma descoberta brilhante. Eu disse-lhe que os novos donos tinham derrubado aquela ala, mais uma barbaridade, já que vinha pelo menos do século dezoito. Depois, de repente, lá veio a habitual incomodidade com o facto de ainda ocuparmos a casa, depois de ter sido vendida. Passou-me quando vi uma cama livre...
Chegados do chibo, passando pelo topo sul do Rossio, por cima da Tendinha, onde fica aquele hotel com a designação Ritz e sua imponente escadaria que rivaliza em altura com o Teatro Nacional ou talvez com os Estaus, no topo oposto, lá estava a minha prima, chorosa.
Parámos, eu e o João e mais dois ou três que a não conheciam tão bem, para a consolar um pouco. Por toda a praça cintilavam os anúncios luminosos armados nos telhados.
O porteiro disse qualquer coisa sobre estarmos sentados nas escadas. A minha prima disse que era hóspede e ainda mais uns impropérios e que ele fosse mas é ver dos assobios para os táxis.
O porteiro encolheu os ombros e virou costas, descendo a cartola.
E assim ficámos ali a carpir as mágoas, a curtir os copos e a olhar para a praça.
Quando finalmente nos dispusemos a retirar, ela recolhendo e nós na certa, a caminho de qualquer bar, avistámos o grupinho a atravessar a praça, perto daquela pirâmide de vidro que arremeda não a do Louvre mas uma das fontes da Plaza El Pilar.
Verifiquei que os meus companheiros também se entusiasmaram. Beijámos as moças e a minha, a quem beijei no fim, disse: Granda pontaria! Mas eu calculava que os apanhássemos a esta hora. Olha, aproveitámos e fomos ver o filme do...
Agarrámos nelas e fomos para a tal discoteca em poço. A das portas à Get Smart. Já não duvidava que ela era a mulher dos meus sonhos.
No dia seguinte, uma arruada qualquer fez-me sair dos carris mais uma vez. Uns copos sabe Deus onde e o mesmo paramento na escadaria do Ritz, a acabar a ronda. A minha prima chorosa, recortada contra as traseiras do quartel do Carmo.
Eu mais de olhos pregados na praça do que qualquer outra coisa. A pensar em dois dias seguidos de oportunidades perdidas.
Nada.
Quando nos levantámos, íamos todos de monco caído.
Já na estação, enquanto em vez de subir, descíamos as escadas, divisámos o grupo a sair de trás de um daqueles pilares revestidos a mármore.
Não cheguei a cumprimentar as outras. Nem ela os meus amigos.
Fomos de mão dada por ali acima, e na gare, até ao fim do cais. Inventámos aí um banco para nos sentarmos.
Disse-lhe que ou era para sempre ou não era nem mais um minuto. Ela abriu muito os olhos e concordou. E que devíamos partir imediatamente para sul.
Eu repeti e ela disse que não, baixando os olhos.
Perante o meu quase terror pânico, abraçou-me e disse que eu tinha passado o teste.
Vá lá um homem perceberas mulheres os sonhos. As mulheres de sonho. A mulher dos seus sonhos.
Isso. Vá lá um homem perceber a mulher dos seus sonhos.
O que há de facto de relevante para dizer, começar a dizer, desse dia é que a minha tia estava defunta. Soube-o não por carta, telefone, aerograma ou de viva voz, soube-o simplesmente.
Mas mais tarde haveria de ouvir a voz lamentosa da minha prima.
Soube também que o vulto da casa do Largo, aquela casa que fora dos meus avós paternos e que agora fora dividida em duas, falecera também. Isto, sim, dito de viva voz por uma prima também parente do vulto.
Mas havia a festa do Lopes. A festa que o Lopes dava para comemorar acho que o pau-de-fileira da fábrica que era dos outros, meus amigos também, mas que não tinham nada a ver com o Lopes, a não ser o facto de ele lhes ter construído a fábrica.
À festa, eu não podia faltar, obviamente.
Quando me ia deslocar a cada um dos velórios, fui interceptado por um outro primo, accionista da inaugurada, que fazia questão que eu fosse verificar isto e mais aquilo. Disse-lhe que não, que era amigo do Lopes e confiava nele. Se ele tinha alguma queixa, que a fizesse directamente. Eu lá estaria, depois, se ele quisesse, para dar opinião para os dois ouvirem.
E a coisa prosseguiu, sem mais delongas, a caminho da festa.
Havia grupos e grupos. Não sei por quê, as pessoas dividiam-se como dizem que o fazem nos congressos partidários. O grupo de Évora, o grupo de Cabeção, o grupo do Escoural, o grupo de Estremoz, o de Borba, o de Elvas e o mais decisivo, claro, ainda que o não soubesse então, o das Caldas da Raínha.
Da festa toda, por junto e atacado, lembro-me de termos saído para ir ao velório da casa do Largo e de lá a coisa se encontrar assim distribuída: daquelas salas à esquerda de quem entra, uma era de senhoras e tinha um tapete de Arraiolos no chão e sofás verdes de aeroporto.
A seguinte era de homens e escura. Uma versão aumentada da minha velha mesa de cozinha de lá trazida no tempo antigo, ocupava o centro. À volta, os homens sentados. Apenas reconheci um. Aos outros, todos mais novos, retirava-lhes o parentesco pelas feições.
A sala do fundo, a que corresponderia grosseiramente a antiga casa de jantar, era a câmara ardente. O vulto encontrava-se depositado numa mesa idêntica à atrás não descrita (depois direi como é a minha - a dos meus avós - velha mesa de cozinha, mas digo já que é escura) com a diferença de que, na parte central, um entalhe permitia que o vulto descansasse não sobre a mesa mas num recesso dela. Estava coberto integralmente por o que parecia ser um tecido de veludo grosso, azul acinzentado escuro, quase de reposteiro.
Reconheci nessa roda, pois os homens distribuíam-se de igual forma à volta da mesa, o mesmo indivíduo da sala anterior. Perguntei-lhe por dois nomes, dos donos da casas em que se subdividia agora a antiga morada de meus avós. Respondeu-me que estavam provavelmente a descansar ou na festa da fábrica. Fiquei mais descansado.
Recuei para a posição da sala feminina, onde apesar de tudo ainda reconhecia algumas caras, as que me haviam acompanhado e outras mais.
Foi então que reparei que havia uma abertura na parede norte que permitia olhar para a chamada zona baixa da casa. Uma zona onde ficava a grande sala e de onde se acedia depois, subindo novamente, a um quarto de costura e, por outro lado, descendo mais um pouco a um quarto que nunca percebi muito bem para que servia, mas onde me deixavam sempre estender a minha tenda.
A minha familiaridade com a casa foi questionada pela Isabel. Eu espantei-me que ela não soubesse, não se lembrasse, de que aquela casa fora dos meus avós. Disse-lhe quais mais tinham sido deles, ela só se lembrava da que fora mais tarde de um tio meu.
De volta à festa, havia forte animação, já com sequelas combinadas para o dia seguinte. Eu já estava adstrito a uma delas, que metia um chibo.
Acho que foi mais ou menos na altura em que estava o Lopes a explicar-me do chibo que elas passaram à nossa frente. Quem são? - perguntei-lhe. Das Caldas.
Confesso que não me veio à cabeça perguntar-lhe que raio fazia ali um grupo de moças das Caldas. E a razão era simples, o grupo era encantador e eu fiquei embasbacado.
O Lopes chamou-as com a bruteza habitual, nicknamed Porthos, portesidade.
Elas aproximaram-se cheias de sorrisos. E ele: Aqui o Manel diz que vocês são muita boas.
Elas riram-se, claro. Eu não me desfiz. Mas reparei e bem no olhar dela.
Depois de dar mais duas voltas ao casão, falando com este e com aquele, tropecei outra vez no grupinho.
Disse-lhes então que tinha total confiança no Lopes, tudo o que ele dizia era verdade. Tinha o meu primo accionista ao lado, claro.
Continuei com mais copos e linguiça.
A coisa deu-se quando tive a consciência de que andava com os olhos à procura dela. Pior. Quando a alcancei, dei-me conta de que me fixava também.
Dei um salto como se estivesse sentado num muro. Ela riu-se. Já não nos largámos pelo resto da festa.
Dizia eu lá atrás que da festa lembrava-me disto e daquilo. É mentira. Só me lembro mesmo dela. E do que se seguiu.
Ela disse-me então que já sabia que eu no dia seguinte ia ao chibo. Era pena. Mas talvez nos encontrássemos depois.
Ora e o que se seguiu conta-se de uma pe(r)nada. Eu e a Chica chegámos a casa quase à mesma hora. Não sabendo eu que ela andava por ali, fiquei entusiasmado ao vê-la a fazer o caminho do muro, para entrar pela porta das traseiras. E, com a maior das naturalidades, fomos para a mesma casa de banho. Perguntei-lhe onde é que ela ia dormir, enquanto ela descobria uma magnífica perna direita. Mas corrigi. Perguntei onde é que não íamos dormir. Começámos a percorrer os quartos. Quase todas as camas ocupadas. Ela lembrou-se do quarto onde costumava dormir, como se fosse uma descoberta brilhante. Eu disse-lhe que os novos donos tinham derrubado aquela ala, mais uma barbaridade, já que vinha pelo menos do século dezoito. Depois, de repente, lá veio a habitual incomodidade com o facto de ainda ocuparmos a casa, depois de ter sido vendida. Passou-me quando vi uma cama livre...
Chegados do chibo, passando pelo topo sul do Rossio, por cima da Tendinha, onde fica aquele hotel com a designação Ritz e sua imponente escadaria que rivaliza em altura com o Teatro Nacional ou talvez com os Estaus, no topo oposto, lá estava a minha prima, chorosa.
Parámos, eu e o João e mais dois ou três que a não conheciam tão bem, para a consolar um pouco. Por toda a praça cintilavam os anúncios luminosos armados nos telhados.
O porteiro disse qualquer coisa sobre estarmos sentados nas escadas. A minha prima disse que era hóspede e ainda mais uns impropérios e que ele fosse mas é ver dos assobios para os táxis.
O porteiro encolheu os ombros e virou costas, descendo a cartola.
E assim ficámos ali a carpir as mágoas, a curtir os copos e a olhar para a praça.
Quando finalmente nos dispusemos a retirar, ela recolhendo e nós na certa, a caminho de qualquer bar, avistámos o grupinho a atravessar a praça, perto daquela pirâmide de vidro que arremeda não a do Louvre mas uma das fontes da Plaza El Pilar.
Verifiquei que os meus companheiros também se entusiasmaram. Beijámos as moças e a minha, a quem beijei no fim, disse: Granda pontaria! Mas eu calculava que os apanhássemos a esta hora. Olha, aproveitámos e fomos ver o filme do...
Agarrámos nelas e fomos para a tal discoteca em poço. A das portas à Get Smart. Já não duvidava que ela era a mulher dos meus sonhos.
No dia seguinte, uma arruada qualquer fez-me sair dos carris mais uma vez. Uns copos sabe Deus onde e o mesmo paramento na escadaria do Ritz, a acabar a ronda. A minha prima chorosa, recortada contra as traseiras do quartel do Carmo.
Eu mais de olhos pregados na praça do que qualquer outra coisa. A pensar em dois dias seguidos de oportunidades perdidas.
Nada.
Quando nos levantámos, íamos todos de monco caído.
Já na estação, enquanto em vez de subir, descíamos as escadas, divisámos o grupo a sair de trás de um daqueles pilares revestidos a mármore.
Não cheguei a cumprimentar as outras. Nem ela os meus amigos.
Fomos de mão dada por ali acima, e na gare, até ao fim do cais. Inventámos aí um banco para nos sentarmos.
Disse-lhe que ou era para sempre ou não era nem mais um minuto. Ela abriu muito os olhos e concordou. E que devíamos partir imediatamente para sul.
Eu repeti e ela disse que não, baixando os olhos.
Perante o meu quase terror pânico, abraçou-me e disse que eu tinha passado o teste.
Vá lá um homem perceber
Isso. Vá lá um homem perceber a mulher dos seus sonhos.
Insólito
Neste blogue - Eu e Minhas Artes - por enquanto, o único link sob a designação de blogs, aponta para o H Gasolim Ultramarino.
Não conheço a autora. E como não tem caixa de comentários, aqui fica o agradecimento e a referência.
Neste blogue - Eu e Minhas Artes - por enquanto, o único link sob a designação de blogs, aponta para o H Gasolim Ultramarino.
Não conheço a autora. E como não tem caixa de comentários, aqui fica o agradecimento e a referência.
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