De certezinhaEu acho que o Homem do Piano é um extraterrestre.
Parece-se mesmo com uns que eu conheci.
por MCV às 20:10 de 21 maio 2005 
Estância de skiDevia ser um carro semelhante ao Austin FX4.
O espaço era amplo e o meu companheiro da esquerda insistia em perturbar-me a viagem com as palhaçadas com que divertia os outros dois.
Deviamos na certa ter partilhado o táxi.
Eles e eu.
Ainda tive tempo para ver a paisagem. Depois de uma planície fria e desolada, o carro virou à direita, quando apareceu um grande rio na nossa frente. Grandes pedaços de gelo indicavam o final do inverno.
Demorei-me a observar as placas brancas a deslizar rio abaixo, no sentido da nossa deslocação, agora que seguíamos o rio pela margem direita.
E, ao fundo, lá estava a ponte. Treliçada.
Não demorou muito até que a atravessássemos.
No seu enfiamento, surgia agora um viaduto em madeira com elevada inclinação. Quase parecia uma daquelas rampas de ski.
O autocarro - agora íamos num - subia lentamente e a custo. A certa altura, entrou-se na estância de ski. Do meu lado, do lado direito, via uma espécie de restaurante.
Numa das primeiras mesas, duas mulheres.
Uma delas era... Falavam português, sim. Era ela.
Saltei de imediato pela janela. Aqui a janela do autocarro e a janela de madeira do salão pareciam coincidir. De forma que aterrei logo junto a uma mesa.
Os meus companheiros seguiram-me.
Corri para a ponta da sala mas já não a vi. A mesa estava vazia.
Corri então para um vestíbulo de onde saía um longa escadaria de madeira. Distingui as pernas dela, lá ao cimo, já se perdendo numa escuridão que envolvia o andar superior.
Nessa altura fui barrado.
Escapei-me e fui dar a uma casa de banho cuja janela comunicava com um pequeno pátio.
Por aí saltei, voltando a entrar pela porta.
Mas nada da mulher misteriosa.
Apercebo-me entretanto de que já não tinha roupa.
Fugi de novo para a mesma casa de banho, enquanto me sentia perseguido pelo pessoal de serviço.
Voltei a sair pela janela e encontrei os meus três companheiros debaixo de uma pérgola bem composta de flores, depois de ter trocado umas palavras com um homem que se debatia para acender um grelhador.
Eram agora todos eles velhos amigos.
Emprestaram-me roupa, enquanto eu lhes jurava que havia de recuperar a minha e uma pálida ideia de mala de viagem me atravessava o cérebro.
Ocorreu-me então que os três eram ajudantes de agrimensor.
Nota: esta história estava no limbo desde Outubro de 2004. Uma destas noites, enquanto vasculhava o Google em busca de fotos de pontes treliçadas, de rios gelados, a imagem que passava na janela ao lado (SIC Notícias) era esta:
por MCV às 20:17 de 19 maio 2005 
Sporting!Nada a assinalar. Ganharam os russos.
Também é verdade que
o que escrevi lá atrás, nada tendo a ver com
a esperança que sempre tive, se manteve actual.
imagem das páginas do SCP Vivó Sporting!
Só uma questão. Se toda a vida se disse CSKA (o mundo não começou ontem), porque é que desatou tudo a dizer CS-CÁ? Até parece uma matrícula portuguesa de avião...
por MCV às 22:01 de 18 maio 2005 
Não há que enganar
Apenas acrescentar ao
atrás dito que
16-1 continua a ser um resultado recorde.
por MCV às 15:20 
B.B.I.I.Serão necessários os daqueles, de entre vós, caros leitores mais antigos que conhecem a
versão Sapo deste blogue e que acedam a comprovar que a foto do cabeçalho já lá está há quase um ano (desde
meados de Julho do ano passado). Não se preocupem que não é assunto de leis.
por MCV às 15:02 de 16 maio 2005 